segunda-feira, 20 de abril de 2009
E a farra continua
É babá paga com dinheiro público, passagem aérea para namorado de filha, conta de telefone de 14 mil reais gasto pela filha.
Dá nojo.
Recomendo os sites abaixo para acompanhar de perto esses escândalos:
Congresso em Foco - http://congressoemfoco.ig.com.br/
Folha de São Paulo - http://www.folha.uol.com.br/
E para quem quer passagens aéreas grátis tem esse:
Voe Congresso - http://voecongresso.blogspot.com/
quinta-feira, 16 de abril de 2009
Em 9 de maio, vacine seu cão
Começa campanha de vacinação antirrábica
O Distrito Federal começa no dia 25 de abril a campanha de vacinação antirrábica de cães e gatos da área urbana. A campanha será realizada nos dias 25 de abril e 9 de maio, em postos fixos instalados, em sua maioria, em frente a estabelecimentos como Centros de Saúde, Núcleo de Inspeção Sanitária, escolas públicas e privadas, comércios, praças, igrejas, residências.A vacinação contra raiva em cães e gatos ocorre geralmente em agosto e setembro, mas por causa de uma demora no repasse das doses pelo Ministério da Saúde no ano passado, a vacinação de 2009 foi adiantada. Na área urbana a campanha estava prevista para dezembro de 2008, logo depois da vacinação na área rural realizada no dia 22 de novembro, mas segundo Diretoria de Vigilância Ambiental da Secretaria de Saúde não ocorreu.A campanha é feita anualmente e a estimativa é que 240 mil animais recebam a dose. Há oito anos o DF não registra um caso de dengue, o foi em 2000. A raiva é uma doença transmitida por animais e atinge os mamíferos, inclusive o homem, e pode levar a morte. A transmissão da doença acontece quando o vírus da raiva, presente na saliva do animal infectado, penetra no organismo, através da pele ou mucosas. Isso pode acontecer por meio de mordidas, arranhões, lambidas ou pelo contato com a mucosa dos animais infectados.O que fazerAo identificar cães e gatos com suspeita de raiva os donos devem isolar os animais e procurar ajuda especializada. No caso de uma pessoa ser agredida por qualquer animal ela deve lavar imediatamente a ferida e procurar um posto de saúde para tomar a vacina ou soro antirábico. Se a agressão for por cães e gatos os animais devem ser confinados por dez dias para observação de sintomas da doença. Se o animal morrer é preciso informar imediatamente o centro de zoonoses.
Serviço
25 de abril: Samambaia, Ceilândia, Taguatinga, Recanto das Emas, Riacho Fundo I e II, Gama e Santa Maria.
9 de maio: Asa Norte, Asa Sul, Cruzeiro, Octogonal e Sudoeste, Brazlândia, São Sebastião, Lago Sul, Jardim Botânico, Lago Norte, Varjão, Núcleo Bandeirante, Candangolândia, Park Way, Guará I e II, Estrutural, Vicente Pires e C. A. Samambaia, Sobradinho I e II, Planaltina, Paranoá, Itapuã e Águas Claras.
Núcleo de animais domésticos 3341-1900
quinta-feira, 12 de março de 2009
Google Maps com fotos atualizadas
segunda-feira, 9 de março de 2009
70 reais/m2 é muito
O resultado completo ficou assim:
55% - É muito
20% - É justo
17% - É pouco
6% - Não pago nem R$1
Aproveite e vote na nova enquete aqui do lado direito. "Qual o tamanho do seu lote em Vicente Pires?"
Ginástica nas quadras do Vicente Pires
"O Programa já existe em Vicente Pires há cinco anos e a profª. Janaína Bianca desenvolve o trabalho por meio de aulas de alongamento, caminhada, condicionamento físico, ginástica localizada, dança, relaxamento e, ainda, atividades socioculturais: como viagens, passeios a parques ecológicos. Além do congraçamento interpessoal – integração e socialização de participantes/familiares e escola/comunidade. As aulas são direcionadas para jovens, adultos e melhor idade. E acontecem na Obra Social Nossa Senhora de Fátima e no estacionamento da Faculdade Mauá.
Mais informações: 3397-2571
Observe os horários abaixo e inscreva-se:
13h30 às 14h30 Dança 2ª, 4ª e 6ª feira
14h30 às 15h30 Ginástica Postural 2ª, 4ª e 6ª feira
15h30 às 16h50 G.A.P (Ginástica Estética) 2ª, 4ª e 6ª feira
16h50 às 18h10 Alongamento e Caminhada 2ª, 4ª e 6ª feira
18h10 às 19h30 Ginástica 2ª, 4ª e 6ª feira"
sexta-feira, 9 de janeiro de 2009
R$ 70 o metro quadrado
Legalização de Vicente Pires é prioridade do governo
A antiga região agrícola tem hoje 314 parcelamentos e mais de 55 mil moradores. Faz parte dos condomínios do DF estabelecidos em terras da União, tema da reportagem que encerra série do Correio
Helena Mader - Correio Braziliense
A revisão do Plano Diretor de Ordenamento Territorial (Pdot) vai permitir a legalização da maior ocupação irregular do Distrito Federal. Antiga região agrícola, Vicente Pires tem hoje 314 parcelamentos e mais de 55 mil moradores. Os lotes, de propriedade da União, já foram avaliados e os projetos urbanísticos devem ser aprovados até o fim de janeiro. Entre as ocupações ilegais de propriedade do governo federal, a região é hoje a mais próxima da regularização. Os condomínios de classe média, como Bela Vista e Lago Azul, e as áreas de baixa renda, como Vila Basevi e Nova Colina, ainda têm pendências urbanísticas, ambientais e fundiárias. A Secretaria de Patrimônio da União promete avançar na regularização definitiva dessas regiões em 2009.
Cerca de 100 mil pessoas vivem hoje em terras irregulares de propriedade do governo federal. Dos 415 mil hectares do DF, cerca de 41 mil hectares pertencem à União, o que corresponde a 10% de todo o território da capital federal. Vicente Pires é uma das prioridades do governo federal e também do GDF, responsável pela análise dos projetos da região. O Pdot, que transforma a área rural em zona urbana, era o principal empecilho à regularização do setor. Depois que a Câmara Legislativa aprovou a revisão do plano, no último dia 13, legalmente as terras já são classificadas como urbanas.
O Grupo de Análise de Parcelamentos do GDF (Grupar) recebeu o projeto urbanístico de Vicente Pires e 120 plantas da região. Todo o material já foi analisado e falta apenas a empresa responsável pelo levantamento fazer as correções exigidas para que o projeto vire um decreto assinado pelo governador José Roberto Arruda. “Vicente Pires tem 314 condomínios fechados, além de seis áreas de baixa renda. Conseguimos analisar todos os projetos rapidamente”, conta o gerente de Regularização de Condomínios do GDF, Paulo Serejo.
O processo de licenciamento ambiental também está adiantado. Falta apenas a definição das condicionantes para a liberação da licença, além da realização de uma grande audiência pública para discutir a proposta. Do ponto de vista fundiário, a Secretaria de Patrimônio da União trabalha para colocar fim a uma longa pendência judicial. Na época da desapropriação da área, os antigos proprietários entraram na Justiça para questionar o valor pago de indenização. Este ano, a Justiça autorizou o governo federal a registrar as terras em cartório. Falta agora apenas homologar o acordo para obter a liberação do documento.
A expectativa da gerente Regional de Patrimônio da União, Lúcia Carvalho, é que a regularização de Vicente Pires seja concluída ainda em janeiro. “Todo o processo está sendo conduzido em parceria com o GDF. Para as famílias com renda familiar inferior a cinco salários mínimos, entregaremos a concessão do direito real de uso. Nos outros casos, o modelo ainda está em discussão, mas a venda deve ser feita por licitação com direito de preferência”, explicou Lúcia Carvalho.
Uma avaliação de mercado realizada pela GRPU chegou ao valor de R$ 70 por metro quadrado para os imóveis da região de Vicente Pires. O preço ainda não é definitivo, mas já está sendo questionado pela comunidade, que pretende pagar menos no momento da regularização fundiária. “Esse valor está longe do preço que a comunidade quer. No Lago Azul, por exemplo, o metro quadrado ficou em R$ 31. Acredito que as discussões em torno desse assunto ainda podem evoluir bastante”, garante o presidente da Associação dos Moradores de Vicente Pires, Dirsomar Chaves.
As formas de pagamento devem ser as mesmas usadas pela Companhia Imobiliária de Brasília (Terracap) na venda direta de terrenos em áreas do GDF, com prazo de 240 meses para pagar e juros mais baixos. “Vamos construir uma resolução própria, em cima do que já foi feito. Quem ganha menos, por exemplo, pode ganhar um prazo maior para pagamento”, explicou a gerente Regional de Patrimônio da União, Lúcia Carvalho.
Impasse
No Setor Grande Colorado, cerca de 5 mil pessoas de classe média alta vivem em dois parcelamentos de propriedade do governo federal. O condomínio Lago Azul poderia ser a primeira área da União a ser regularizada no Distrito Federal. O processo avançou rapidamente mas, em novembro de 2007 — pouco antes da venda aos ocupantes — o Ministério Público Federal proibiu a Secretaria de Patrimônio da União de vender os lotes. A Caixa Econômica Federal avaliou a gleba do Lago Azul em R$ 5,3 milhões, o equivalente a R$ 31 mil por terreno. Mas o MPF considerou o preço muito abaixo dos valores de mercado e, com receio de causar prejuízos aos cofres públicos, determinou que a SPU se abstivesse de lançar o edital de licitação dos imóveis.
A gerente Regional de Patrimônio da União, Lúcia Carvalho, garante que vai negociar com o MPF a liberação da venda por gleba e acredita em uma solução para o impasse. No condomínio Bela Vista, ao lado do Lago Azul, o início do processo de regularização e o cadastramento de todos os moradores só será feito depois que houver um consenso com o Ministério Público Federal. “Acreditamos que a venda por gleba será possível. Mas só faremos o cadastramento no Bela Vista quando resolvermos o problema do Lago Azul. Até porque o modelo servirá para os dois condomínios”, explica Lúcia Carvalho.
A presidente da União dos Condomínios Horizontais e síndica do Lago Azul, Júnia Bittencourt, reclama do atraso na legalização da área e cobra providências para que o processo seja retomado. Ela lembra que a regularização de terras da União foi a que menos avançou em 2008. “É difícil. A cada vez que avançamos surge novo impasse. No nosso caso, os moradores conseguiram chegar a um acordo com o governo depois de mais de 15 anos de discussões, mas o MP decidiu emperrar tudo”, lamenta.
Além de parcelamentos de classe média, também existem ocupações de baixa renda e áreas rurais de propriedade da União que precisam ser regularizadas. O Lago Oeste, próximo a Sobradinho e ao lado do Parque Nacional, abriga 1,2 mil famílias e conseguiu manter as características rurais, apesar das ofensivas dos grileiros na região. “Não aceitamos nenhum tipo de parcelamento urbano na região do Lago Oeste. Nosso objetivo é regularizar a área por meio de aforamento”, conta a gerente Lúcia Carvalho. Nessa forma de alienação, a União permanece com 17% da propriedade e o ocupante tem o controle de 83% das terras. Assim, o governo federal mantém um controle sobre os imóveis, para garantir a permanência como área rural.
A cratera na Rua 10 virou manchete
Há uma rua no buraco
Da Redação
É assustador. Quem transita pela Rua 10 de Vicente Pires passa por uma imensa cratera, que abocanha quase todos os 300 metros de extensão da via. A Defesa Civil interditou a rua há cerca de dois meses e, mesmo assim, em uma parte estreita do trecho, ainda há trânsito de ônibus e caminhões. Para agravar a situação, há entulho jogado e muitos pontos com água acumulada, combinação que pode favorecer a propagação de doenças.
A Gerência Regional de Vicente Pires informa que, enquanto a cidade não for regularizada, o Ministério Público não pode licitar a implantação de uma rede de águas pluviais para resolver em definitivo a situação do local, que enfrenta o problema há mais de 10 anos. Enquanto a regularização não chega, a gerência trabalha para tornar o local "transitável", e aterrou uma parte da via para tornar possível o trânsito de veículos e a travessia de pessoas.
Desesperançosos com a resolução definitiva do problema, moradores e frequentadores do
local evitam a via quando está chovendo. A doméstica Liliane Marques de Oliveira, 28 anos,
enfatiza que a situação é uma total falta de respeito com o ser humano. Ela relata que começou
a trabalhar na região no início do ano passado e que tem acompanhado a degradação constante
da via de lá para cá. "Durante as chuvas, um motociclista chegou a cair na cratera e foi levado pela enxurrada", lembra ela.
A dona de casa Geralda Rodrigues da Silva, 58 anos, afirma que, há cerca de dois anos, toda uma camada de asfalto da rua acima cedeu e foi parar na cratera da Rua 10. Inconsolada, ela diz ser extremamente desagradável viver na via, que, por estar numa baixada, acumula a água das chuvas. O pouco comércio localizado no local também registra prejuízos por conta das condições precárias. É o caso da mecânica de Sílvio Solto, 50 anos. O proprietário reclama que paga caro o IPTU e que nunca recebeu o retorno em infraestrutura. Também revela que esta não é a primeira vez em que é entrevistado por uma equipe de jornal e desabafa: "O problema não será resolvido.
Aqui é um total descaso, uma falta de humanidade". Cliente de Sílvio, Renato Alves Lopes, 20
anos, diz que chegar até a oficina é uma "trabalheira".
Cirio Francisco de Oliveira, da Gerência Regional de Vicente Pires, explica que a cratera da
Rua 10 foi formada pelo volume acumulado de água. E ressalta que toda aquela região ainda
carece de regularização. "Somente depois do alvará é que o Ibama e o Ministério Público vão
dar autorização para a captação de águas pluviais", declara ele. Conforme Cirio, durante o
período de seca, caminhões despejam entulho no local, o que só piora a situação. "Há fiscais trabalhando na coibição dessa prática, mas os caminhoneiros despejam o lixo durante a noite", acusa. Ele diz que a cratera acaba funcionando como uma vala, e que isso continuará ocorrendo até a construção da rede. "Não se pode bloquear a água da chuva de entrar nessa vala, porque, senão, a água invade as casas".
terça-feira, 23 de dezembro de 2008
Escolinha de futebol da Arvips
Estão abertas as inscrições para a escolinha de futebol da ARVIPS, as aulas vão atingir ao público infantil e juvenil, idade mínima para inscrição é de dez anos. Os treinos serão realizados no campo da Vila São José, os interessados devem preencher uma ficha na sede da associação, ou entrar em contato com o professor Paulo Quaresma pelo telefone: 9132-2747. Participe!
Jogatina na Colônia Agrícola Samambaia
Polícia Militar fecha casa de jogos clandestinos
O local, na Colônia Agrícola Samambaia, era equipado com máquinas caça-níqueis, bebidas e comidas, além de um motorista para buscar os apostadores.
A casa funcionava em uma chácara. Dentro, a polícia encontrou 20 máquinas caça-níqueis, celulares e R$ 5 mil em dinheiro. Também achou um papel com o movimento de caixa do dia 12 de dezembro, indicando mais de R$ 2 mil de rendimento. E ainda duas listas com nomes de freqüentadores, que tinham à disposição bebida e comida. Para chegar até a casa, os jogadores paravam no estacionamento de um supermercado na EPTG e eram transportados em um carro. A polícia ainda procura o dono da casa de jogos clandestinos.Na hora que a polícia chegou, na noite dessa segunda-feira (22), só havia duas pessoas no local: uma cliente e o motorista. Eles foram levados para a delegacia e podem responder processo por exploração de jogos de azar. As listas que foram encontradas com nomes e telefones também vão ser investigadas.
Bernardo Menezes / Pity Ribeiro
segunda-feira, 22 de dezembro de 2008
Taguapark recebe segunda etapa de iluminação
Taguapark recebe segunda etapa de iluminação
O governador José Roberto Arruda inaugurou nesta quinta-feira (18) a segunda etapa da iluminação pública do Taguapark – situado entre Taguatinga e Vicente Pires. A obra custou R$ 288,6 mil e vai aumentar a segurança dos freqüentadores do parque. O espaço tem 190 hectares, o equivalente a cerca de 190 campos de futebol. Foram instalados 54 postes de concreto com 16 metros de altura e luminárias de 400 watts (iguais às da L2 Norte), além de 29 postes e braços de aço. Em dois anos, já foram construídas duas pistas de cooper no local, uma com aproximadamente 3km, e outra que está em fase de conclusão, com 1,2km. Foi feita ainda a duplicação da Avenida Contorno de Vicente Pires. A via passa pelo Taguapark. No primeiro semestre de 2009 serão construídas quatro quadras de esportes, sendo duas de futebol society e duas de futebol de areia, no valor de R$ 600 mil. Segundo o gerente regional de Vicente Pires, Alberto Meireles, na medida em que as obras vão sendo realizadas, as pessoas começam a freqüentar o parque. “Antes aqui era um espaço para acúmulo de lixo e entulho, agora tem pistas de cooper”, comemorou Meireles. Projetado pelo urbanista Jaime Lerner, ex-governador do Paraná, o Taguapark será um espaço cultural e esportivo, com equipamentos como um anfiteatro natural e um centro olímpico.
sexta-feira, 19 de dezembro de 2008
Horário da Estrutural durante os feriados de fim de ano
Tendo em vista os feriados de natal e ano novo em que o número de veículos é muito pequeno, o Departamento de Estradas de Rodagem (DER-DF) nos dias 26/12/2008 e 02/01/2009 não fará a inversão do fluxo na via Estrutural durante todo o dia. Já nos dias 24/12/2008 e 31/12/2008 a inversão será somente no período matutino.
Assessoria de Comunicação Social
Vias marginais da Estrutural
Resultado, as chuvas fortes chegaram, os carros e caminhões estão utilizando as pistas de barro e todo o trabalho terá de ser refeito quando as chuvas acabarem.
E a gente fica sem uma via importantíssima para o Vicente Pires.
Haja paciência.
quinta-feira, 27 de novembro de 2008
Falta de segurança na Colônia Agrícola Samambaia
Moradores da Colônia Agrícola Samambaia reclamam da ação dos bandidos. Com a falta de policiamento nas ruas, os assaltos são constantes na região.
A tranqüilidade das ruas não corresponde à sensação de quem mora na Colônia Agrícola Samambaia. A reclamação da maioria é que falta segurança. Na área do Taguaparque os assaltos são freqüentes. Foi assim com a mãe do instrutor de auto-escola Eduardo Anastácio.
“O rapaz chegou a machucar a minha mãe, não se limitou a assaltar. Derrubou ela no chão. O pior é que depois roubo, os assaltantes fogem pra dentro do mato e ninguém mais encontra”, conta.
Os moradores dizem que à noite a iluminação é ruim, o que facilita a ação dos bandidos. Assaltos a casas são freqüentes. Todos os dias Jezuíte Pereira Neto é chamado para consertar portas que foram arrombadas.
“Os assaltantes arrebentam as fechaduras, entortam as portas e janelas. Eles arrombam tudo”, diz o serralheiro Jezuíte Pereira Neto.
Na Rua I, quase todas as casas já foram assaltadas. “Acontece muito roubo e furto. Mas os moradores não registram as ocorrências, porque acham que não resolve nada”, afirma a comerciante Vera Lúcia Coimbra.
E o comércio também é alvo da ação dos bandidos. O dono da padaria teve que reforçar a segurança depois de tantos assaltos. “Já fui assaltado 12 vezes. O meu sócio teve o comércio dele arrombado duas vezes”, diz o comerciante José Odeon Aguiar Filho.
Quem vive na Colônia Agrícola Samambaia quer mais segurança. O presidente da Associação dos Moradores também foi vítima de assaltos. No último, há quatro meses, os bandidos entraram na casa dele e levaram o salário. Paulo Roberto de Oliveira diz que a Associação já pediu a instalação de postos policiais e rondas no local.
“Nós imploramos para que tragam a segurança à Colônia Agrícola Samambaia. Que dêem isso de presente de Natal. A situação está difícil. Quando saio para ir trabalhar coloco nas mãos de Deus a segurança da minha casa”, diz o presidente da Associação dos Moradores.
“A Colônia Agrícola Samambaia é composta por três colônias agrícolas, que compõem o Núcleo Habitacional Vicente Pires. E nós temos um posto comunitário de segurança sediado em Vicente Pires. Para reforça esse posto, temos ainda duas viaturas que cobrem o setor. Concordo que o efetivo é pequeno devido à extensão territorial da Colônia Agrícola Samambaia. No início de 2009, será colocado mais um posto comunitário de segurança na Colônia Agrícola São José, que terá também a responsabilidade de reforça o policiamento na Colônia Agrícola Samambaia. E paralelamente estamos intensificando o patrulhamento com o posto comunitário da Praça do DI”, explica o tenente-coronel Oliveira, do 2º Batalhão de Polícia Militar.
Lívia Veiga / Edgar de Andrade
terça-feira, 28 de outubro de 2008
Assalto em casa na Rua 10
Dona de casa fica sob o poder de assaltantes durante 30 minutos em Vicente Pires
Uma mulher passou cerca de 30 minutos de terror na tarde desta segunda-feira (27) em sua própria casa quando foi assaltada por três pessoas, na rua 10, em Vicente Pires. Por volta de 13h30, a dona de casa A.C.F, 19 anos, foi atender a campainha para uma mulher que se identificou como fiscal da Receita Federal. Quando abriu a porta, dois homens encapuzados, armados com pistolas, a renderam e invadiram sua casa.
A dona de casa ficou cerca de 30 minutos em poder dos bandidos que levaram seu veículo GM Corsa preto e R$ 3.400, além de seu celular.
Segundo o policial, Jildenou Valentin, da 38ª DP (Vicente Pires) ainda não há suspeitos do assaltante e a polícia se encontra em diligências atrás dos mesmo.
terça-feira, 7 de outubro de 2008
Mototáxi no Vicente Pires
Abaixo reportagem do Correio de 06/10:
Motos enfileiradas uma ao lado da outra. Um capacete pendurado no guidom e o outro preso na garupa por uma rede. Em placas, faixas ou pintado na parede, o anúncio da prestação de um serviço clandestino, mas que ocorre livremente em várias cidades do Distrito Federal, sob o olhar desatento das autoridades. São mototáxis ou, para quem não conhece, o transporte remunerado de passageiros em motocicletas. No DF, estima-se em 1,2 mil o número de mototaxistas sindicalizados. No Brasil, são cerca de 500 mil, segundo a entidade de classe.
Na última quinta-feira, a reportagem do Correio passou o dia observando a movimentação em pontos de mototáxi de Vicente Pires, Gama e São Sebastião. E comprovou que a demanda pelo serviço é alta e, apesar de irregular, a atividade é escancarada para quem quiser ver. Homens e mulheres de todas as idades são levados de um ponto a outro da cidade. A diarista Rosilene Pereira, 25, está entre os clientes. Ela confessa: acha inseguro andar de moto. “Mas os ônibus demoram demais a passar.”
A prestação de serviço ocorre de duas maneiras: o cliente vai até o ponto e contrata a corrida ou liga e o mototaxista vai ao encontro dele. Os preços variam se o lugar é perigoso ou não ou conforme a distância e o horário. A corrida mais barata, geralmente na mesma cidade, custa a partir de R$ 2. É mais caro que a passagem de algumas linhas de ônibus (R$ 1,50). No entanto, é mais cômodo e rápido, argumentam os usuários. Já para o Plano Piloto, sai pela metade do preço de um táxi: R$ 25.
A primeira parada do Correio foi em Vicente Pires, perto do viaduto de Águas Claras. Quando a reportagem chegou, às 11h, havia sete motocicletas estacionadas em frente à empresa de mototáxi. Em 30 minutos, apareceram sete clientes e outros seis motociclistas saíram após atender o chamado pelo telefone. Durante esse tempo, motociclistas e passageiros usaram o capacete, com exceção de um motoqueiro que arrancou na moto com o equipamento de proteção na altura da testa.
Discagem gratuita
Em todos os pontos de mototáxi observados pela reportagem, o serviço é oferecido 24 horas. São comuns frases vendendo facilidades como “de porta a porta” e até números de discagem gratuita ou de ligação a cobrar.
Se o chamado é no fim de semana, algumas empresas cobram uma taxa extra de R$ 1. A violência também encarece o serviço (veja arte). “Se no lugar tiver muito assalto ou pontos de droga, aí é mais caro. E, depois da meia-noite, uma corrida que sai por R$ 3 sobe para R$ 7”, contou Cleuton Benis da Cruz, 23 anos, usuário assíduo de mototáxi em São Sebastião. “Sei que não é seguro porque muitos motoristas não respeitam o motociclista. E tem motoqueiro que abusa. Mas é mais rápido.”
É de mototáxi que a assistente administrativa Waldira Mendes da Silva Pereira, 42, vai ao trabalho e volta para casa. Ela não usa calça comprida. Por isso, senta-se de lado na garupa. “Não tenho medo”, disse. Apesar de o Código de Trânsito Brasileiro não proibir o carona de andar de lado, essa posição não é recomendada. “O mais seguro é andar com uma perna de cada lado para não comprometer o equilíbrio do motorista”, alertou o gerente de Fiscalização do Detran, Silvaim Fonseca.
Entre os mototaxistas é comum ouvir relato de gente que entrou para a atividade após perder o emprego. Caso de Fernando Lira, 23 anos, há três no ramo de mototáxi. “Pago R$ 100 por mês para trabalhar no ponto e tiro uns R$ 800 por semana”, contou. Fernando reconhece que atua na clandestinidade. “Somos meio piratas, né? Mas o governo tem deixado a gente trabalhar. Não sei até quando”, comentou.
Lucas Santos da Silva, 31 anos, é o dono de um dos pontos de mototáxi observados pela reportagem em Vicente Pires. Ele está no negócio há três anos e abriga 28 motociclistas. Nem assim consegue atender a demanda. “Precisamos conseguir a legalização. Não queremos trabalhar escondidos de ninguém”, afirmou. O presidente do Sindicato dos Motociclistas autônomos do DF (Sindmototaxi-DF), Luiz Carlos Garcia Galvão, espera que o governo regulamente a atividade a exemplo do que fez com os motoboys. “A situação é irreversível. O caminho agora é o da legalização e controle”, defendeu.
Informado pela reportagem sobre a prática de mototáxi no DF, o subsecretário de Trânsito da Secretaria de Transportes, Délio Cardoso, considerou a denúncia grave. “Farei um comunicado ao secretário Alberto Fraga. Vamos abrir procedimento investigatório”, afirmou. Délio Cardoso lembrou que o serviço de mototaxista não é regulamentado pelo Conselho Nacional de Trânsito (Contran) e, portanto, quem desempenha a atividade faz o transporte “pirata”. “Intriga-me como o cidadão pode se valer deste tipo de transporte: irregular, anti-higiênico e arriscado”, criticou.
terça-feira, 30 de setembro de 2008
Íntegra do decreto que autoriza as construções
Altera Decreto nº 19.915, de 17 de dezembro de 1998, que regulamenta a Lei nº 2.105, de 09 de outubro de 1998 (Código de Edificações).
O GOVERNADOR DO DISTRITO FEDERAL, no uso das atribuições que lhe confere o artigo 100, inciso VII, da Lei Orgânica do Distrito Federal, DECRETA:
Art. 1º. O Capítulo VIII - Das Disposições Finais e Transitórias do Decreto nº 19.915, de 17 de dezembro de 1998, passa a vigorar com os seguintes acréscimos:
“Art. 235-A. A licença definida no artigo 3º, XLI, “b”, da Lei nº 2.105, de 1998, abrange as obras de arquitetura iniciais, complementares e em execução nos parcelamentos informais ou áreas parceladas implantados que tenham projeto urbanístico aprovado.
Art. 235-B. O pagamento do IPTU incidente sobre o lote em que se pretende construir é reconhecido pela Administração como exercício de boa-fé de algum dos poderes inerentes ao domínio ou propriedade, nos termos do artigo 11 da Lei nº 2.105, de 1998.
Art. 235-C. A licença referida no artigo 235-A também abrange a conclusão de obras iniciadas até 31 de dezembro de 2006 em lotes residenciais unifamiliares, de uso misto ou comerciais nos parcelamentos urbanos em processo de regularização.
§ 1º No licenciamento ou visto dos projetos licenciáveis para conclusão de obras, as lacunas normativas serão preenchidas pela aplicação das normas referentes ao loteamento ou área urbanizada mais próximos, segundo os princípios seguintes:
I - serão aplicáveis a NGB, os usos, as tipologias, as taxas de ocupação e de construção e todos os demais parâmetros urbanísticos que mais se assemelhem ao lote a ser edificado em razão da região e da metragem dos lotes;
II - se da aplicação do inciso anterior resultar mais de um parâmetro, aplicar-se-á o mais restritivo.
§ 2º O disposto no caput não se aplica às Áreas de Preservação Ambiental Permanentes - APPs.
§ 3º Considera-se ilegal a edificação licenciada em Áreas de Proteção Ambiental Permanentes – APPs pelo erro na apresentação de documentos ou na expedição da própria licença, para os fins do artigo 31, I, da Lei nº 2.105, de 1998; e de relevante interesse público, para os fins do inciso II, do mesmo artigo, as razões urbanísticas que desautorizem a edificação licenciada.
§ 4º Deve constar expressamente no instrumento da licença o disposto no artigo 41 da Lei nº 2.105, de 1998, acrescida da informação de que a revogação, cassação ou anulação da licença não gera direito à indenização pela obra paralisada ou demolida, parcial ou totalmente.
Art. 235-D. Aos parcelamentos informais ou áreas parceladas implantados aplica-se o disposto no artigo 33 da Lei nº 2.105, de 1998.
§ 1º Para a conservação e segurança da edificação, nos termos dos artigos 13, 33, § 3º, e 136, admite-se sua cobertura, contanto que a obra tenha ART e não acresça a área construída.
§ 2ºAs obras realizadas com fundamento no caput não impedem o exercício do poder de polícia, caso a edificação alterada deva ser embargada ou demolida.
§ 3º O disposto no caput não se aplica às Áreas de Preservação Ambiental Permanentes - APPs.
........................................................................
Art. 236-A. Ao licenciamento previsto nos artigos 235-A e 235-B, aplicam-se, no que couberem, as disposições sobre o alvará de construção, especialmente as responsabilidades e obrigações estabelecidas no artigo 12 e seguintes da Lei nº 2.105, de 1998.
Art. 236-B. Será considerado infrator de má-fé aquele que tiver o mesmo material e equipamento apreendido mais de uma vez, nos termos do artigo 81 da Lei nº 2.105, de 1998.
Art. 236-C. As Administrações Regionais disponibilizarão projetos pré-aprovados de casas populares, para construção após a aprovação do projeto urbanístico do parcelamento.
§ 1º Os projetos a que se refere o caput poderão ser elaborados pela Secretaria de Estado de Desenvolvimento Urbano e Meio Ambiente do Distrito Federal, pela Secretaria de Estado de Habitação do Distrito Federal e pela Companhia de Habitação - CODHAB.
§ 2º A construção de casas populares poderá ser promovida pela Companhia de Habitação - CODHAB, por meio de parcerias com instituições públicas e privadas, tendo em vista a elevação do padrão urbanístico e o bem-estar das famílias carentes.”
Art. 2º. Este Decreto entre em vigor na data de sua publicação.
Art. 3º. Revogam-se as disposições em contrário.
Brasília, 26 de setembro de 2008.
120º da República e 49º de Brasília
JOSÉ ROBERTO ARRUDA
GDF libera a retomada das obras em condomínios
Condomínios poderão retomar obras paradas
Gizella Rodrigues
As obras nos condomínios do Distrito Federal estão liberadas. Foi publicado ontem no Diário Oficial do DF decreto assinado pelo governador José Roberto Arruda que autoriza a retomada de construções embargadas pela fiscalização do GDF desde janeiro do ano passado. Os fiscais da Agência de Fiscalização (Agefis) já receberam a ordem para flexibilizar a vigilância a partir de hoje. Para tocar a obra, no entanto, o morador deve procurar as administrações regionais, apresentar o projeto de construção e pedir a concessão do alvará.
O decreto estabelece regras específicas e separa as construções em três casos. A medida mais polêmica é a retomada das obras nos condomínios ainda irregulares, que não têm licença ambiental ou projetos aprovados pelo governo. A norma estabelece que quem comprovar que começou a construir até dezembro de 2006, poderá retirar o alvará. “Há várias maneiras de apresentar essas provas, como notas fiscais de material de construção e fotografias”, sugeriu o gerente de Regularização de Condomínios do DF, Paulo Serejo. Ele ressaltou que novas casas não podem ser erguidas nos parcelamentos irregulares de forma alguma.
As reformas estão liberadas em todo o DF a partir de hoje e não dependem mais da regularização. “Nunca houve uma regra específica para esse caso. Mas, como não tínhamos uma norma estabelecida e a ordem do governador era paralisar tudo, até as reformas estavam sendo embargadas”, explicou Serejo. Moradores de parcelamentos que já têm projeto urbanístico aprovado, como o Morada de Deus, Entre Lagos, Village da Alvorada I e II, e Quintas da Alvorada I, II e III, também podem construir, mesmo sem o registro dos terrenos em cartório ou a regularização fundiária definitiva. A autorização vale para a conclusão de obras que estavam paradas e para o surgimento de novas casas.
A proibição de construir nos condomínios foi determinada pelo governador assim que ele assumiu o Palácio do Buriti e era uma forma de impedir o surgimento e crescimento das invasões. Mas, desde então, o governo procura uma forma de disciplinar as obras e permiti-las em alguns casos. Uma das medidas que chegou a ser anunciada pelo GDF foi a emissão de alvarás provisórios, mas o Ministério Público se manifestou contra a idéia.
A liberação das construções é uma antiga reivindicação dos moradores de condomínios. A presidente da União dos Condomínios Horizontais do DF (Única), Júnia Bittencourt, comemorou a publicação do decreto. “Ele veio em boa hora, não tinha mais como controlar isso. As obras estavam paradas há mais de um ano, se deteriorando. Além disso, está chegando a época de chuvas”, ressaltou. Segundo ela, a permissão traz credibilidade para o processo de regularização e mais condomínios serão estimulados a buscar a aprovação do projeto urbanístico.
quinta-feira, 25 de setembro de 2008
Que vergonha!!!
Do DFTV de 25/09:
Sem civilidade e sem fiscalização
Entulhos e restos de construção tomam conta das ruas de Vicente Pires.
A imagem de Vicente Pires é de uma cidade ainda em construção. Para todos os lados que você olhar, vai encontrar o motivo. Tijolos, telhas, areia, brita: materiais de obra espalhados pela rua, nas esquinas, em frente aos lotes. Não há um controle. Os espaços vazios são usados indevidamente por moradores para armazenar material ou descartar entulho. “Com as chuvas que vêm por aí, vai ser pior ainda. Os entulhos vão para rua, vão acabar com o asfalto. Isso acaba estragando nossos veículos e as nossas saídas”, reclama o servidor público Jarbas Paes Leme. O container é usado apenas para o lixo das casas. Na Rua 3, por exemplo, não há nenhum depósito de entulho. As sobras da construção são jogadas em qualquer lugar. “O conceito que as pessoas têm de Vicente Pires é isso: bagunça, sujeira. O problema é que os moradores deixam tudo aí. De tudo um pouco”, conta a cabeleireira Josiane Queiroz. Enquanto alguns condomínios se preocupam com a limpeza, constroem muros, cercas, gramam a entrada, não é preciso ir muito longe para ver que outros usam a área pública como depósito de entulho. O que é proibido por lei desde 1989. No ano passado o SLU recolheu 30 mil toneladas de restos de construção no DF. Somente este ano foram 120 mil toneladas. Em Vicente Pires, em 18 meses, foram retirados 3,2 mil caminhões cheios de entulho. A multa por deixar lixo em locais proibidos pode chegar a R$ 50 mil. Mesmo assim, moradores e comerciantes parecem não ter medo e continuam deixando os resíduos na rua. “Aí vem dengue, ratos. Alias, Vicente Pires está infestada de ratos. Exatamente por causa dos entulhos”, acredita a aposentada Eunice Silva. O gerente regional, Alberto Meireles, diz que antes de punir vai tentar conscientizar os moradores. E já começou uma campanha. “A gente está sentando com os lojistas e síndicos dos condomínios para conscientizar. Para que cada condomínio cuide da sua própria porta. Assim, teremos uma cidade mais limpa e mais bonita”. Camila Guimarães / Romildo Gomes
segunda-feira, 22 de setembro de 2008
Mapa do Park Way
quarta-feira, 17 de setembro de 2008
Caminhões invadem Vicente Pires
Caminhões irritam moradores de Vicente Pires
Proibidos de passar pela EPTG, caminhoneiros cortam caminho pala cidade. As ruas estreitas, sem sinalização e mal iluminadas não comportam o trânsito intenso.
Os moradores de Vicente Pires dizem que os caminhões começaram a passar por lá depois que foram proibidos de circular pela EPTG nos horários de pico.
“Eles trafegam para fazer a ponte entre a EPTG e a Estrutural, criando um transtorno viário extraordinário para as pessoas”, denuncia o presidente da Associação Comunitária Vicente Pires, Dirsomar Chaves.
Outra preocupação é com o risco de acidentes. Os ciclistas precisam redobrar a atenção. Como as calçadas são estreitas, os pedestres também correm perigo.
“Essa pista é muito estreita para o grande fluxo de veículos que existe. Quer dizer, ela é de mão dupla e mede praticamente sete metros. Sem falar do risco para as pessoas que trafegam à noite, pedestres. Não tem iluminação pública”, detalha o administrador Glênio José da Silva.
A moradora Kenya Nóbrega também lamenta pelo asfalto, que foi colocado há poucos meses. “Por ser um asfalto novo e que está em uso há dois ou três meses. Nós passamos por um verdadeiro caos, no período de chuva, e nos preocupamos com os moradores. Sabemos que o asfalto brasileiro não suporta caminhões pesados”, afirma.
O diretor-geral do DER, Luiz Carlos Tanezini, disse que os caminhões foram proibidos de passar pela EPTG nos horários de pico para desafogar o tráfego. Acrescentou que a medida vai continuar valendo.
“O correto seriam esses motoristas transitarem pelas DFs. Temos a DF-087, DF-097, a Estrutural e a DF-001. Se atalham em um bairro residencial, provavelmente devem estar fugindo de alguma fiscalização”, comenta Tanezini.
O gerente regional de Vicente Pires, Alberto Meireles, informou que infelizmente não há nada que se possa fazer quanto ao fluxo de caminhões no local. “Os motoristas têm direito de ir e vir. Como temos vias estreitas, estamos providenciando lombadas em várias ruas para que se possa, ao menos, diminuir a velocidade. O Detran também está sinalizando e indicando a velocidade máxima permitida”, disse.
Alberto Meireles afirmou ainda que a realidade da cidade hoje é outra: de região de chácaras a uma cidade com quase 70 mil habitantes. “Com isso, aumentou o trânsito e o número de caminhões trabalhando. Não há como fugir dessa realidade”, conclui.
Carolina Sette / Salvatore Casella
segunda-feira, 1 de setembro de 2008
Taguaparque sem data para conclusão
Veja na reportagem do DFTV de 29/08/2008:
Uma obra que não sai do papel
Há 15 anos, os moradores de Taguatinga esperam pelo Taguaparque, mas não há previsão para terminar a obra.
Uma pista para caminhada é tudo o que o Taguapark oferece aos freqüentadores. O primeiro projeto da área - com mais de um milhão de metros quadrados - é de 1993 e previa outras atividades no local. Quiosques, quadras poliesportivas, centros culturais e até uma biblioteca pública fariam parte das atrações.
O GDF chegou a anunciar que as obras ficariam prontas em junho deste ano. Depois de muitas promessas, o governo desistiu de definir uma data para a conclusão das obras do Taguapark. E o motivo não é só a falta de dinheiro.
Segundo a Administração de Taguatinga, por causa de dois problemas o projeto ainda não saiu do papel. Um deles é o trecho da rede elétrica instalada no meio do parque que deve ser transferido para outro local. O dinheiro para essa mudança, no entanto, ainda não foi liberado.
Outra dificuldade está na construção da rede de captação de água da chuva, que deve ser integrada ao sistema da colônia agrícola de samambaia, ao lado do parque, e ao de Vicente Pires. Nenhuma dessas áreas foi regularizada.
Sem as atrações previstas, o Taguaparque acabou virando depósito de entulho. “É preciso tratar do meio ambiente, limpar e zelar”, diz o mecânico Arisvaldo dos Santos.
“Mantemos permanente recolhimento desses entulhos. Mas o parque tem uma extensão muito grande e, geralmente, as pessoas fazem a desova dos entulhos à noite e de madrugada”, afirma o administrador Benedito Domingos.
terça-feira, 26 de agosto de 2008
Mudança na EPTG afetará o acesso a Vicente Pires
Segundo a matéria do DFTV de hoje, a mudança que afeta o Vicente Pires, pelo que entendi, será na entrada depois da Rua 3 logo após o ponto de ônibus. Esta rua terá apenas um sentido, quem estiver na EPTG não poderá entrar nela, será apenas de saída.
Quem quiser entrar no Vicente Pires, deverá utilizar a Rua 3 (logo após o Big Box) ou a Rua 4A (Casa Forte).
Segue a reportagem do DFTV:
GDF muda o tráfego na EPTG
Algumas mudanças já começaram a valer a partir hoje de manhã. Mesmo assim, o motorista que saiu de casa cedo enfrentou lentidão.
O trânsito na EPTG começou a fluir melhor às 8h30. Antes, às 7h, já estava complicado no sentido Taguatinga/Plano Piloto. Carros quase parados até o Setor de Indústria. Um acidente entre um carro e uma moto deixou o fluxo ainda mais lento. Os motoristas passavam reclamando.
Engarrafamento extenso também na saída de Águas Claras. O presidente da associação de moradores diz que a insatisfação é geral. “Todas as manifestações que a gente recebe são reclamações e criticas contundentes a essa obra”, ressalta o presidente da Associação dos Moradores de Águas Claras, José Júlio de Oliveira.
O governo diz que o engarrafamento na EPTG só vai ser resolvido com a construção de mais quatro viadutos. O primeiro veio para melhorar apenas o acesso à Águas Claras e Vicente Pires. Mas, como nem esses problemas foram resolvidos, estão sendo feitas algumas mudanças no trânsito.
A partir de amanhã, na entrada para Vicente Pires pela marginal da EPTG, sentido Plano Piloto/Taguatinga, o primeiro acesso para a cidade, entre a Rua 3 e 4A, vai ser apenas para a saída dos carros e não mais de mão dupla.
Para quem vem de Taguatinga pela marginal da EPTG, a partir do semáforo, em frente ao viaduto, a mudança já começou: só as duas faixas da esquerda estão liberadas no sentido Plano Piloto. As faixas da direita, só para o motorista que vai entrar para Águas Claras e Park Way. Também foi alterado o funcionamento do semáforo: o tempo de fechamento e abertura para os carros está mais rápido.
O semáforo da EPTG, que fica no acesso para a Estrutural, também está mais dinâmico. Hoje não surtiu muito efeito, mas o secretário de Transportes, Alberto Fraga, disse que se não melhorar os policias vão poder intervir.
“Se o policial sentir que dois minutos estão causando engarrafamento, ele pode entrar na faixa e liberar o trânsito. Ou seja, se sobrepondo ao semáforo. É uma forma, porque a máquina não consegue vislumbrar qual a coluna que precisa ser liberada. Então, a presença física do policial vai possibilitar isso”, conclui Fraga.
As obras na EPTG ainda devem demorar mais dois anos.
terça-feira, 19 de agosto de 2008
Mapa do Vicente Pires by Curves
Mais quatro viadutos para EPTG (localização)
Um ficará na entrada de Águas Claras próxima à Unieuro, outro será no encontro da EPVL com a EPTG que dá acesso ao Jóquei Club e Vicente Pires (chácaras 1 a 25), outro no início do SIA logo após o Guará I e o último no cruzamento com a EPIA (mas já existe um lá!)
segunda-feira, 18 de agosto de 2008
Viadutos inaugurados
Os viadutos da EPTG estão prontos.
Muito engarrafamento durante a inauguração. E muito engarrafamento durante todo o sábado porque os organizadores do evento não liberaram as pistas por completo.
No domingo já estava tudo funcionando.
Os detalhes que percebi de positivo:
- Iluminação excelente
- Diminuição do trajeto para quem vai retornar para Águas Claras/Park Way ou para o Vicente Pires
- Pensaram nos pedestres colocando faixas e semáforos para travessia
De negativo:
- Os viadutos ficaram muito perto um do outro. Quem vem do Park Way em direção à Taguatinga sai da EPVP e logo se joga para passar debaixo do viaduto. O mesmo ocorre quem vem do Plano e retorna para o Park Way.
- Acho que erraram na pintura das faixas na parte de cima do viaduto. São 3 ou 4 faixas de rolamento?
Dúvida:
- Será que na épocas das chuvas fortes o escoamento vai funcionar?
A foto aérea, muito boa por sinal, colada aqui no blog, saiu na capa do Jornal de Brasília do dia 17/08 e é do fotógrafo Josemar Gonçalves.
quinta-feira, 14 de agosto de 2008
Notícia sobre a regularização (nada de novo)
Sinal verde para a venda
O imbróglio judicial que envolvia a regularização fundiária de Vicente Pires está resolvido. Depois de quase 50 anos tramitando na Justiça, uma ação do Tribunal Regional Federal de São Paulo (TRF-SP) dá a posse definitiva do terreno à União. A partir de agora, o Governo Federal pode vender os lotes para cerca de 50 mil moradores que ocupam a área de dois mil hectares. Segundo o gerente de Regularização de Condomínios do GDF, Paulo Serejo, o projeto urbanístico do bairro e a licença ambiental – etapas necessárias no processo de regularização – estão em fase de conclusão. A expectativa é que a área esteja regularizada até o fim do ano.
De acordo com o presidente da Associação Comunitária de Vicente Pires, Dirsomar Chaves, a maior preocupação dos moradores é com o preço de venda dos lotes e com as casas que estão em Áreas de Proteção Permanente (APPs), que correm o risco de ser derrubadas. Segundo Chaves, cerca de 200 residências estão nesta situação. Serejo adiantou que a tendência é que a União faça uma parceria com a Companhia Imobiliária de Brasília (Terracap) para realizar a venda dos terrenos e ainda não há valores estimados.
"A União não tem estrutura para realizar uma venda deste porte, por isso, a aliança com a Terracap pode permitir que seja feita a venda direta aos moradores", ponderou Serejo. Quanto às casas em áreas de preservação, a proposta dos moradores é negociar soluções com o governo para evitar derrubadas. "Vamos buscar alternativas e tentar mostrar tecnicamente que o custo ambiental de retirada das moradias pode ser ainda maior", revelou o presidente da associação comunitária.
Herdeiros
A disputa judicial sobre a titularidade da Colônia Agrícola Vicente Pires envolvia os herdeiros de Eduardo Dutra Vaz, que reivindicavam a propriedade da área. Na decisão, o TRF-SP considerou o terreno como bem nacional porque houve expropriação da área e pagamento à família Dutra pela transação. A carta de adjudicação, que garante a posse definitiva da área de Vicente Pires, foi entregue pela 3ª Vara do TRF-SP ao gerente regional do Patrimônio da União no DF em exercício, Alessandro Matos, no último dia 5.
"A definição da Justiça traz tranqüilidade aos moradores e é de fundamental importância para o licenciamento ambiental pelo Ibama, pois o órgão questionava a falta do documento de titularidade das terras", destaca a presidente da União dos Condomínios Horizontais do DF (Unica), Júnia Bittencourt. Segundo ela, a partir de agora, a expectativa é que o processo de regularização corra mais rápido. "Está quase tudo pronto", avalia Júnia.
De acordo com Paulo Serejo, os terrenos do bairro ainda passarão por uma avaliação imobiliária, que poderá ser feita pela Caixa Econômica Federal ou pela Terracap. Para a presidente da Unica, a venda dos lotes de Vicente Pires deve estar balizada por um tripé: preço justo, longo prazo de pagamento e prestações baixas, que não pesem no orçamento das famílias.
"O governo está empenhado na regularização e torcemos para ver a situação resolvida até o fim do ano, mas antes disso é preciso garantir boas condições para que os moradores possam adquirir os imóveis", aponta Júnia. Ela considera que, além da venda direta, outros modelos possam ser usados para a regularização dos lotes, como a venda por pequenas glebas. Júnia alerta, ainda, para o risco de especulação imobiliária da área. "Todo o processo de regularização gera flutuação de preços", ressaltou.
terça-feira, 12 de agosto de 2008
Viaduto será inaugurado no sábado às 10h
Reportagem do Correio Braziliense de 11/08.
Conjunto de viadutos da EPTG será inaugurado neste sábado
Moradores do Núcleo Bandeirante, Águas Claras, Taguatinga, e outras regiões do Distrito Federal não devem mais sofrer com intermináveis engarrafamentos que assolam a Estrada Parque Taguatinga (EPTG) nos horários de pico. Após pouco menos de um ano em construção, o conjunto de viadutos da EPTG será inaugurado neste sábado (16/08), a partir das 10h. Na ocasião estarão presentes o governador do DF, José Roberto Arruda e o secretário de Transportes, Alberto Fraga, entre outras autoridades responsáveis.
O conjunto de viadutos foi batizado de Israel Pinheiro, o primeiro presidente da Novacap, empresa pública responsável pela construção de Brasília. A população está convocada a participar da cerimônia de inauguração, que contará com a presença da CPRv (Corporação de Policiamento Rodoviário) ligada ao DER-DF para organizar o trânsito no local.
A obra, que teve início em novembro de 2007, promete beneficiar, principalmente, moradores da região de Vicente Pires e Águas Claras, que poderão circular entre os dois setores habitacionais sem precisar pegar a EPTG, e ainda moradores de Arniqueiras, Núcleo Bandeirante e Park Way."Por ser um local de entroncamento de duas rodovias (DF-079 e DF-087), temos um fluxo de carros muito grande na região. Com a liberação dos viadutos e a eliminação de todos os retornos ao longo da EPTG, o trânsito vai fluir com maior tranqüilidade", garante Luiz Carlos Tanesini, diretor do Departamento de Estradas e Rodagens (DER-DF).
O conjunto a ser inaugurado neste sábado é formado por quatro viadutos em concreto - dois que servem para o retorno de Taguatinga para o Plano Piloto e dois que fazem o retorno de Águas Claras para Taguatinga. A obra faz parte de um projeto de revitalização da EPTG, que ainda deve receber, segundo Tanesini, mais quatro conjunto de viadutos, restauração e recapeamento. O principal objetivo do projeto é desafogar o fluxo da via onde circulam mais de 120 mil carros por dia.
segunda-feira, 11 de agosto de 2008
Cartas que nuncam chegam
O problema é que em muitos sistemas cadastrais utilizados pelas empresas, o símbolo "/" não é permitido, assim endereços como Chácara 154/1 aparecem como Chácara 1541.
A Chácara 25/2 pode virar Chácara 252.
Para evitar tal problema, uma dica é tentar usar o símbolo "-" em vez de barra. Exemplo: 101-1, 154-1, 25-2.
Ou no lugar da barra deixar um espaço em branco.
Exemplo: "154 1".
A solução mesmo é quando os Correios resolverem criar CEPs individuais para cada chácara/condomínio do setor. Mas, creio que antes disso, é preciso aprovar um plano urbanístico para a região.
terça-feira, 5 de agosto de 2008
Onde estão os microônibus?
Reportagem do Bom Dia DF de 05/08:
A situação da rodovia entre o Recanto das Emas e o Riacho Fundo é inusitada: de um lado da pista, onde fica o Recanto das Emas, passam muitos microônibus. Do outro lado, não.
Para ir do Riacho Fundo I para o II a dona-de-casa Aldeniza Silva, por exemplo, é obrigada a caminhar muito até a parada, na Avenida Central, onde só passam ônibus comuns e não há microônibus entre as duas cidades. “Eu estou aqui há uma hora e não passou nada. Nunca vi esse tal microônibus!”, afirma.
Na parada a reclamação é geral. “Eu cheguei há muito tempo. Tempo pra caramba! Tiraram as lotações e acabaram com tudo. Não passam microônibus”, reclama outro passageiro.
Os moradores têm direito a pedir linhas onde não passam microônibus, de acordo com Paulo Munhoz, diretor do DFTrans. Ele diz ainda que todas as demandas da população devem ser atendidas: “Existe uma equipe que avalia estes pedidos, em um prazo médio de cinco dias”.
Para Munhoz, parte do problema deve-se à falta de entendimento sobre as substituições: “O que ocorreu não foi uma simples substituição de vans por microônibus. Foi uma remodelagem do sistema como um todo. Substituímos vans por ônibus para fazer ligações das cidades-satélites. O que tem ocorrido também é que muitos passageiros esperam o microônibus passar e, na verdade, é o ônibus”, avisa.
Serviço:
Para pedir uma nova linha você deve entrar em contato com o DFTrans pelo 156.