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quarta-feira, 25 de janeiro de 2012

7 realizações para melhorar o transporte público no DF

1. Corredores exclusivos para o transporte público, sufocando os veículos de transporte individual.

2. Pontos de ônibus espaçosos, iluminados, seguros e com informações em tempo real dos horários e linhas que estão chegando.

3. Acesso com calçadas aos pontos de ônibus.

4. Integração ônibus/metrô e ônibus/ônibus fácil e sem custo adicional.

5. Acabar com as linhas que fazem zigue-zague dentro de um bairro. As linhas têm de ser diretas até um ponto de integração.

6. Direcionar boa parte da arrecadação com o IPVA para o transporte público.

7. Transporte personalizado de cadeirantes porta-a-porta. Sai mais barato que adaptar todo o sistema. (A Rede Sarah sabe como fazer)

quinta-feira, 18 de novembro de 2010

DFTrans suspende linhas de Vicente Pires

O que era ruim, vai ficar pior. Palmas para o DFTrans que retirou várias linhas de microônibus de Vicente Pires.
Veja quais são na reportagem do DFTV de 17/11.

terça-feira, 7 de outubro de 2008

Mototáxi no Vicente Pires

Não tem microônibus, as linhas de ônibus são poucas e para fazer pequenos trajetos, como ir da EPTG para uma chácara na Rua 5 próxima à Estrutural (3 km aproximadamente), você tem que passear por todo o Vicente Pires (40 minutos no mínimo). Resultado: os mototáxis resolvem o problema.
Abaixo reportagem do Correio de 06/10:

Motos enfileiradas uma ao lado da outra. Um capacete pendurado no guidom e o outro preso na garupa por uma rede. Em placas, faixas ou pintado na parede, o anúncio da prestação de um serviço clandestino, mas que ocorre livremente em várias cidades do Distrito Federal, sob o olhar desatento das autoridades. São mototáxis ou, para quem não conhece, o transporte remunerado de passageiros em motocicletas. No DF, estima-se em 1,2 mil o número de mototaxistas sindicalizados. No Brasil, são cerca de 500 mil, segundo a entidade de classe.

Na última quinta-feira, a reportagem do Correio passou o dia observando a movimentação em pontos de mototáxi de Vicente Pires, Gama e São Sebastião. E comprovou que a demanda pelo serviço é alta e, apesar de irregular, a atividade é escancarada para quem quiser ver. Homens e mulheres de todas as idades são levados de um ponto a outro da cidade. A diarista Rosilene Pereira, 25, está entre os clientes. Ela confessa: acha inseguro andar de moto. “Mas os ônibus demoram demais a passar.”

A prestação de serviço ocorre de duas maneiras: o cliente vai até o ponto e contrata a corrida ou liga e o mototaxista vai ao encontro dele. Os preços variam se o lugar é perigoso ou não ou conforme a distância e o horário. A corrida mais barata, geralmente na mesma cidade, custa a partir de R$ 2. É mais caro que a passagem de algumas linhas de ônibus (R$ 1,50). No entanto, é mais cômodo e rápido, argumentam os usuários. Já para o Plano Piloto, sai pela metade do preço de um táxi: R$ 25.

A primeira parada do Correio foi em Vicente Pires, perto do viaduto de Águas Claras. Quando a reportagem chegou, às 11h, havia sete motocicletas estacionadas em frente à empresa de mototáxi. Em 30 minutos, apareceram sete clientes e outros seis motociclistas saíram após atender o chamado pelo telefone. Durante esse tempo, motociclistas e passageiros usaram o capacete, com exceção de um motoqueiro que arrancou na moto com o equipamento de proteção na altura da testa.

Discagem gratuita
Em todos os pontos de mototáxi observados pela reportagem, o serviço é oferecido 24 horas. São comuns frases vendendo facilidades como “de porta a porta” e até números de discagem gratuita ou de ligação a cobrar.

Se o chamado é no fim de semana, algumas empresas cobram uma taxa extra de R$ 1. A violência também encarece o serviço (veja arte). “Se no lugar tiver muito assalto ou pontos de droga, aí é mais caro. E, depois da meia-noite, uma corrida que sai por R$ 3 sobe para R$ 7”, contou Cleuton Benis da Cruz, 23 anos, usuário assíduo de mototáxi em São Sebastião. “Sei que não é seguro porque muitos motoristas não respeitam o motociclista. E tem motoqueiro que abusa. Mas é mais rápido.”

É de mototáxi que a assistente administrativa Waldira Mendes da Silva Pereira, 42, vai ao trabalho e volta para casa. Ela não usa calça comprida. Por isso, senta-se de lado na garupa. “Não tenho medo”, disse. Apesar de o Código de Trânsito Brasileiro não proibir o carona de andar de lado, essa posição não é recomendada. “O mais seguro é andar com uma perna de cada lado para não comprometer o equilíbrio do motorista”, alertou o gerente de Fiscalização do Detran, Silvaim Fonseca.

Entre os mototaxistas é comum ouvir relato de gente que entrou para a atividade após perder o emprego. Caso de Fernando Lira, 23 anos, há três no ramo de mototáxi. “Pago R$ 100 por mês para trabalhar no ponto e tiro uns R$ 800 por semana”, contou. Fernando reconhece que atua na clandestinidade. “Somos meio piratas, né? Mas o governo tem deixado a gente trabalhar. Não sei até quando”, comentou.

Lucas Santos da Silva, 31 anos, é o dono de um dos pontos de mototáxi observados pela reportagem em Vicente Pires. Ele está no negócio há três anos e abriga 28 motociclistas. Nem assim consegue atender a demanda. “Precisamos conseguir a legalização. Não queremos trabalhar escondidos de ninguém”, afirmou. O presidente do Sindicato dos Motociclistas autônomos do DF (Sindmototaxi-DF), Luiz Carlos Garcia Galvão, espera que o governo regulamente a atividade a exemplo do que fez com os motoboys. “A situação é irreversível. O caminho agora é o da legalização e controle”, defendeu.

Informado pela reportagem sobre a prática de mototáxi no DF, o subsecretário de Trânsito da Secretaria de Transportes, Délio Cardoso, considerou a denúncia grave. “Farei um comunicado ao secretário Alberto Fraga. Vamos abrir procedimento investigatório”, afirmou. Délio Cardoso lembrou que o serviço de mototaxista não é regulamentado pelo Conselho Nacional de Trânsito (Contran) e, portanto, quem desempenha a atividade faz o transporte “pirata”. “Intriga-me como o cidadão pode se valer deste tipo de transporte: irregular, anti-higiênico e arriscado”, criticou.

terça-feira, 19 de agosto de 2008

Mais quatro viadutos para EPTG (localização)

Após a inauguração no último sábados dos viadutos que ligam o Park Way e Vicente Pires à EPTG, o DER divulgou em seu site um mapa com a localização dos 4 viadutos adicionais que a via receberá dentro do projeto Brasília Integrada.
Um ficará na entrada de Águas Claras próxima à Unieuro, outro será no encontro da EPVL com a EPTG que dá acesso ao Jóquei Club e Vicente Pires (chácaras 1 a 25), outro no início do SIA logo após o Guará I e o último no cruzamento com a EPIA (mas já existe um lá!)
Além disso, o DER divulgou como é o projeto de revitalização da EPTG, com inclusão de corredor de transporte público operando à esquerda. Isso explica porque os viadutos construídos agora têm 4 faixas de rolamento, sendo as da esquerda de concreto. Veja na foto abaixo:

terça-feira, 5 de agosto de 2008

Onde estão os microônibus?

O Vicente Pires continua sem nenhum.
Reportagem do Bom Dia DF de 05/08:

Onde estão os microônibus?
Há quem diga que nunca viu um microônibus e quem está satisfeito com o novo serviço. De acordo com o diretor do DFTrans, a população pode pedir outras linhas.

A situação da rodovia entre o Recanto das Emas e o Riacho Fundo é inusitada: de um lado da pista, onde fica o Recanto das Emas, passam muitos microônibus. Do outro lado, não.

Para ir do Riacho Fundo I para o II a dona-de-casa Aldeniza Silva, por exemplo, é obrigada a caminhar muito até a parada, na Avenida Central, onde só passam ônibus comuns e não há microônibus entre as duas cidades. “Eu estou aqui há uma hora e não passou nada. Nunca vi esse tal microônibus!”, afirma.

Na parada a reclamação é geral. “Eu cheguei há muito tempo. Tempo pra caramba! Tiraram as lotações e acabaram com tudo. Não passam microônibus”, reclama outro passageiro.

Os moradores têm direito a pedir linhas onde não passam microônibus, de acordo com Paulo Munhoz, diretor do DFTrans. Ele diz ainda que todas as demandas da população devem ser atendidas: “Existe uma equipe que avalia estes pedidos, em um prazo médio de cinco dias”.

Para Munhoz, parte do problema deve-se à falta de entendimento sobre as substituições: “O que ocorreu não foi uma simples substituição de vans por microônibus. Foi uma remodelagem do sistema como um todo. Substituímos vans por ônibus para fazer ligações das cidades-satélites. O que tem ocorrido também é que muitos passageiros esperam o microônibus passar e, na verdade, é o ônibus”, avisa.

Serviço:
Para pedir uma nova linha você deve entrar em contato com o DFTrans pelo 156.

sexta-feira, 25 de julho de 2008

Linhas dos microônibus

O DFTrans divulgou em seu site duas tabelas com as linhas dos microônibus.
A primeira lista as linhas que eram realizadas por vans e ônibus e que serão feitas por microônibus.
A segunda lista as linhas que eram feitas pelas vans e serão feitas por ônibus.

No Vicente Pires, a única mudança é em relação à linha 43-"P" Sul Taguatinga/QNG/Vicente Pires que era feita por vans e será substituída pela linha de ônibus 0.043 P Sul / Tag. (Estádio-Av. Central-Tag.Shop.-Samdu N.) / QNG / Vicente Pires e custará R$2,00.

quinta-feira, 24 de julho de 2008

Por que os ônibus do DF dão "Bom dia"?

O transporte público já é péssimo e tem gente que consegue fazê-lo pior.

Você já está há 15 minutos esperando no ponto de ônibus.
Um ônibus vem lá longe, mas ainda não dá para avistar qual o destino.
O ônibus se aproxima e no letreiro, em vez do destino, começa a aparecer mensagens de "Bom dia", "Previsão do horóscopo" e outras inutilidades.
Passou.
Pronto, você perdeu o ônibus porque ele quer ser simpático com a população.

Quem foi o iluminado que teve essa idéia?

quarta-feira, 23 de julho de 2008

Vicente Pires não vai ter microônibus

Segundo reportagem do Correio Braziliense de hoje , a frota de microônibus que irá substituir as vans começa a circular no próximo sábado dia 26/07. Ao todo 12 cidades receberão os microônibus (Ceilândia, Samambaia, Brazlândia, Recanto das Emas, Gama, Santa Maria, Guará, São Sebastião, Paranoá, Itapoã, Sobradinho e Planaltina). Como se vê, esqueceram os condomínios da região do Vicente Pires, Arniqueiras e proximidades que já sofrem muito com a falta de transporte público.
Até agora o DFTrans não divulgou quais são as linhas e itinerários dos microônibus. Beleza, a população vai ter de advinhar...
Para piorar, a única linha de van que circulava em Vicente Pires vai parar.
No Vicente Pires seria excelente a utilização dos microônibus circulando internamente e levando passageiros dos principais pontos de ônibus na EPTG e Estrutural para todas as ruas do setor de forma integrada.
Esqueceram da gente mais uma vez.