quinta-feira, 29 de maio de 2008

A Arvips convoca

Está no site da Arvips:

"Dirsomar, Presidente da ARVIPS, convida os moradores das Áreas de Preservação Permanente – APP, para reunião extraordinária a ser realizada hoje dia 29/05/08, às 19:30 min horas no Capital Park, Rua 4-C, Chácara 12, próximo à EPTG.
COMPAREÇA
Estaremos tratando de assuntos do seu interesse.
"

quarta-feira, 28 de maio de 2008

Linhas de ônibus no Vicente Pires



LinhaItinerárioTarifa
355.2Taguatinga Sul/Vicente Pires (Comercial/QNG/Areal - QS 11)R$ 2,25
355.3Taguatinga Sul/Vicente Pires (Comercial - QNG - Areal)R$ 2,25
355.4Taguatinga Sul (Comercial Norte-Sul - Pistão - QS 11) / Vicente PiresR$ 2,25
355.6 R$ 1,50
924.1P SUL(P4-P2)/VICENTE PIRESR$ 1,50
0.946V. PIRES/ROD. PP. VIA EIXO-ESPLANADAR$ 3,00
946.1V. PIRES/ROD. PP. VIA EIXO-ESPLANADAR$ 3,00
946.2V. PIRES/ROD. PP. VIA EIXOR$ 3,00
952.1GUARA I II / VICENTE PIRES R$ 3,00
0.953VICENTE PIRES/W-3 SUL NORTE R$ 3,00
953.1W-3 NORTE SUL/VICENTE PIRES R$ 3,00
0.956QNR/QNQ/VICENTE PIRES R$ 2,00
0.957P-NORTE/VICENTE PIRES R$ 2,00
957.1QNR - Cond. Sol Nascente (QNG)/VICENTE PIRES R$ 2,00
0.960RECANTO DAS EMAS/VICENTE PIRES R$ 2,00
0.961VICENTE PIRES/L2 SUL-NORTE R$ 3,00
0.962VICENTE PIRES/SIG (RodPP-Esplan) R$ 3,00
0.043P Sul/Tag.(Estádio-Tag.Shop-Samdu N)/QNG/Vic Pires R$ 2,00


Para pesquisar outras linhas de ônibus do DF tente aqui.

Atualizado em 18/08/2010.

Criada a RA Vicente Pires

Não ainda. Mas já foi dado o segundo passo. Abaixo, notícia da Câmara Legislativa. Lá fala em gasto de 568 milhões de reais só para criar a Administração, acho que erraram feio. Se for assim, é melhor investir todo esse dinheiro na infraestrutura da região e não criar a RA.

O Projeto de Lei nº 817/2008 que cria a Região Administrativa de Vicente Pires, de autoria do Executivo, foi aprovado em primeiro turno, na sessão ordinária desta terça-feira.

Segundo a justificativa do governador, a nova região tem por objetivo "atender os propósitos relativos à descentralização administrativa, utilização racional de recursos para o desenvolvimento socioeconômico e à melhoria da qualidade de vida preconizados pela Lei Orgânica do Distrito Federal".

Além de Vicente Pires, integrarão também a nova região administrativa as áreas referentes aos núcleos habitacionais da Vila São José, 26 de Setembro, Cana do Reino e Colônia Agrícola Samambaia.

O impacto financeiro da criação da regional será de R$ 568 milhões, este ano, e de R$ 1,114 milhão, no próximo. O deputado Reguffe (PDT) votou contra a proposição: "O GDF propõe a criação de dezenas de cargos comissionados, num momento em que fala em corte de gastos".

Marco Túlio Alencar - Coordenadoria de Comunicação Social

quinta-feira, 8 de maio de 2008

União recebe escritura de Vicente Pires

Notícia do Correioweb de 1º/5 logo abaixo. Antes, os meus comentários.
O Presidente da Arvips, Dirsomar, afirmou na entrevista: “Nossa preferência é pela regularização por gleba, com preço de terra nua”. De onde ele tirou essa informação? Ele fez alguma pesquisa com os moradores? Regularizando pela gleba inteira, sempre vai haver espertinhos que não vão querer pagar e aí como fica para os de boa fé?
- Dirsomar, se não sabe o que vai falar, é melhor ficar calado.

Outra informação errada da reportagem
"Os estudos ambientais estão na fase final de elaboração e devem ser encaminhados ao Ibama ainda neste semestre." Mentira, o EIA-RIMA do Vicente Pires já está elaborado e no Ibama faz tempo.

Brasília, quinta-feira, 01 de maio de 2008
Justiça autoriza venda de lotes

Decisão do Tribunal Regional Federal, em São Paulo, permite à União registrar área em cartório. Com isso, moradores poderão receber a escritura dos terrenos até o fim do ano
Helena Mader
Da equipe do Correio

Vicente Pires tem cerca de 10 mil residências e 45 mil habitantes. As famílias com renda inferior a cinco salários mínimos receberão os lotes de graça. As demais terão de pagar

A venda dos lotes ocupados de Vicente Pires começa ainda este ano. O anúncio foi feito ontem pela Secretaria de Patrimônio da União, depois que a Justiça autorizou o governo federal a registrar a área em cartório. A decisão do Tribunal Regional Federal da 3ª Região, em São Paulo, permite que a União receba a escritura e venda os terrenos aos moradores. A disputa judicial se arrastava desde a desapropriação da área, em 1959. Os herdeiros da família Dutra Vaz, dona das terras, questionavam o valor pago e conseguiram na Justiça o bloqueio da matrícula. Agora, a Secretaria de Patrimônio da União pode fazer a avaliação dos lotes e discutir as formas de venda. O governo tem que resolver se fará a regularização lote a lote ou se venderá a gleba inteira à comunidade. A expectativa é que até o final do ano os ocupantes recebam a escritura dos terrenos.

A decisão judicial foi comemorada pelos moradores, que acompanhavam de perto o trâmite do processo e torciam por uma solução para o problema. O presidente da Associação Comunitária de Vicente Pires, Dirsomar Chaves, acredita que a decisão do desembargador Márcio Mesquita, do TRF de São Paulo, é um passo importante rumo à regularização. “Esperávamos por essa notícia há muito tempo. Agora que a União tem o domínio, será possível discutir como será feita a venda”, justifica Dirsomar. “Nossa preferência é pela regularização por gleba, com preço de terra nua”, acrescenta o líder comunitário.

A gerente regional de Patrimônio da União, Lúcia Carvalho, garante que o valor dos imóveis será acessível. “O governo federal não pode ter prejuízo, mas também não quer ter lucros. O preço será justo, não somos uma imobiliária. Nossa intenção é cobrar o valor da terra nua, sem as benfeitorias construídas pelos moradores”, garante Lúcia Carvalho.

Baixa renda
A União discutirá com a comunidade o melhor modelo de alienação. Os técnicos vão avaliar se a regularização será por licitação, venda direta ou concessão do direito real de uso. Como cerca de 10% das ocupações de Vicente Pires são de baixa renda, o modelo será obrigatoriamente diferenciado. O Estatuto da Cidade determina que as famílias com renda inferior a cinco salários mínimos podem receber o documento do terreno gratuitamente. Já os moradores de classe média terão que pagar pelos lotes. A avaliação será realizada pela Caixa Econômica Federal. No condomínio Lago Azul, outra área de propriedade do governo federal, cada lote de 1 mil metros quadrados foi avaliado em R$ 30 mil. Mas esse valor foi contestado pelo Ministério Público Federal.

Vicente Pires tem cerca de 10 mil residências e pelo menos 45 mil habitantes. A confirmação da propriedade da União sobre a área é importante também para acelerar a regularização ambiental. O Instituto Brasileiro de Meio Ambiente e Recursos Naturais Renováveis (Ibama) não pode conceder licença ambiental a regiões onde há processos judiciais e disputas pela posse. Com a liberação do registro, não haverá mais esse empecilho. Os estudos ambientais estão na fase final de elaboração e devem ser encaminhados ao Ibama ainda neste semestre.

A gerente de Patrimônio da União, Lúcia Carvalho, disse que a União não vai repassar a propriedade dos terrenos de Vicente Pires ao GDF, uma demanda antiga do governo local. “Isso está fora de questão há muito tempo. Temos uma parceria muito importante com o GDF para a regularização das áreas da União. Mas a propriedade de Vicente Pires e de todas as outras áreas da União vai continuar com a SPU”, afirmou Lúcia.

Os próximos passos

Questão fundiária
O governo federal espera vender os lotes até o final do ano. Até setembro, deve ser concluída a avaliação de mercado da área e a União vai definir a forma de venda. Depois disso, o governo federal poderá vender as terras aos ocupantes

Questão ambiental
Os estudos de impacto ambiental da área estão em fase final de elaboração e depois serão enviados ao Ibama para a liberação do licenciamento ambiental

Questão urbanística
O projeto urbanístico de Vicente Pires também está na reta final. No mês que vem, será realizada a audiência pública final para tratar da proposta, que depois será enviada para análise da Secretaria de Desenvolvimento Urbano e Meio Ambiente
Legalização acelerada

Depois do registro em cartório da área de Vicente Pires, a Secretaria de Patrimônio da União promete acelerar a regularização de outros parcelamentos em terras do governo federal. A SPU vai começar a fazer o cadastramento dos moradores do condomínio Bela Vista, no Grande Colorado. O Lago Azul, no mesmo setor, está avançado no processo de legalização, mas depende ainda de autorização do Ministério Público Federal para o início da venda da gleba, avaliada em R$ 5,3 milhões.

O chefe de gabinete da SPU, Miguel Ribeiro, espera que o MPF dê rapidamente o aval para a regularização do Lago Azul. “Os procuradores questionaram a venda por gleba e também o preço, que ficou abaixo do valor cobrado pela Terracap no setor Jardim Botânico. Mas já apresentamos todas as explicações ao Ministério Público e aguardamos o posicionamento dos procuradores”, explica .

Outra área de propriedade do governo federal, a Vila Basevi, próxima ao Lago Oeste, também dará mais um passo em direção à legalização. A SPU assinou um termo de referência com o Ibama e com o GDF para a realização dos estudos ambientais. Como a região é de baixa renda, o Eia Rima será financiado pela Companhia de Desenvolvimento Habitacional do GDF (Codhab).

Dentro de Vicente Pires, a maior preocupação é com os moradores em áreas de preservação permanente (APP), que são as margens de córregos ou terrenos com solo de vereda. Ainda não há um número preciso de construções em APP — alguns estudos falam em 500 casas, outros apontam 1,5 mil. “O governo vai fazer o remanejamento dessas pessoas antes de qualquer derrubada”, garante a gerente regional de Patrimônio da União, Lúcia Carvalho. (HM)

quarta-feira, 23 de abril de 2008

Chacareiros recebem medalha

Saiu no site ComuniWeb:

O governador homenageou os 250 pioneiros da construção da capital que receberam a Ordem do Mérito de Brasília. Foram homenageadas ainda 94 pessoas com a medalha Parceiros da Legalidade, por não terem parcelado suas chácaras, localizadas no ex-núcleo rural de Vicente Pires. “Os pioneiros e os chacareiros que tiveram o heroísmo de dizer não à grilagem de terras”, reforçou Arruda, afirmando que são exemplos da Brasília que obedece às leis e constrói o futuro dentro da legalidade.

quarta-feira, 16 de abril de 2008

Conclusão do viaduto da EPTG só em 30 de junho

Notícia do DFTV de hoje:

O trânsito na EPTG, por causa das obras na pista, ainda vai demorar para fluir normalmente. Os engarrafamentos constantes irritam o motorista.
“O trânsito é bastante complicada no horário das 7h às 9h”, reclama o militar Luiz Carlos.
“Essa obra está demorando muito. A gente tinha que ter mais opções para ir ao trabalho tranqüilo”, diz o vendedor Carlos Eduardo Ferreira.
A dificuldade de travessia preocupa o pedestre. “Eu preciso levar as crianças ao colégio e fico muito preocupada em atravessar essas pistas. Temos que enfrentar esse trânsito de manhã cedo e na hora do almoço. Quando ouço uma freada já fico tensa”, conta a dona-de-casa Domingas Lopes.
“O sinal demora muito para fechar. E é impossível atravessar sem o sinal”, fala o vendedor Roger Silva.
Mas a conclusão da obra, que estava marcada para o dia 21 de abril, foi adiada. Agora a nova data de inauguração dos viadutos da EPTG é dia 30 de junho. O diretor do Departamento de Estradas de Rodagem (DER) diz que a chuva é a causa do atraso.
“Ninguém faz o movimento de terraplanagem dessa magnitude com excesso de chuva. E nessa região chove demais, umedecendo demais a terra, o que impossibilita o trabalho de compactação das máquinas. Tão logo cesse essa chuva, nós vamos trabalhar dia e noite para recuperar esse atraso e cumprir o prazo de 30 de junho”, afirma o diretor-geral do DER Luiz Carlos Tanezini.

terça-feira, 15 de abril de 2008

Locais das oficinas por área

O site da Arvips (que adora copiar notícias publicadas nesse blog sem citar a fonte) divulgou uma imagem com os locais e horários onde ocorrerão as oficinas para apresentação e discussão do projeto urbanístico do Vicente Pires. As oficinas das áreas 1 e 2 já ocorreram no último sábado (12/04). No próximo sábado serão as oficinas das áreas 3 e 4.
Quem tiver informações adicionais sobre essa oficinas, comentem aqui.

Apresentação do projeto urbanístico no DFTV

sexta-feira, 11 de abril de 2008

Datas das oficinas com o GDF

Conforme noticiado por alguns jornais, os moradores do Vicente Pires irão participar de consultas públicas para apresentação do projeto piloto de urbanização. Serão nove oficinas abertas à população. Todas serão realizadas durante os fins de semana. Serão apresentados os esboços dos equipamentos urbanos, traçado de ruas, calendários de obras e as próprias diretrizes dos trabalhos da comissão.
As datas dessas oficinas serão as seguintes:

Oficina Área 1 - 12/04 - 9h às 12h
Oficina Área 2 - 12/04 - 14:30 às 17:30h
Oficina Área 3 - 19/04 - 9h às 12h
Oficina Área 4 - 19/04 - 14:30 às 17:30h
Oficina Área 5 - 26/04 - 9h às 12h
Oficina Área 6 - 26/04 - 14:30 às 17:30h
Oficina Área 7 - 03/05 - 9h às 12h
Oficina Área 8 - 03/05 - 14:30 às 17:30h
Oficina Área 9 - 10/05 - 9h às 12h

Para saber em que área o seu condomínio está, procure o seu síndico ou a Arvips. Os locais das oficinas serão diferentes para cada área.

No dia 17/05 haverá uma Audiência Pública às 9h para a Conclusão das Oficinas e para apresentação da Proposta Final.

terça-feira, 8 de abril de 2008

"Tudo mentira" - falou o secretário de governo

Agora o GDF diz que não vai fazer nenhuma derrubada antes de realocarem os moradores em outras áreas.
Notícia no site do GDF:

GDF garante que não haverá derrubadas em Vicente Pires
(07/04/2008 - 19:18)
O GDF não planeja derrubadas em Vicente Pires. A garantia foi dada pelo secretário de Governo, José Humberto Pires, na tarde desta segunda-feira (7). O setor habitacional ganhou um núcleo de gestão compartilhada, com órgãos do GDF e da União, que discutirá com a população o plano urbanístico do lugar em nove oficinas. A audiência pública que vai definir o projeto está marcada para o dia 17 de maio. A expectativa é de que até o final do ano a regularização da área esteja liberada. “Não há um estudo definitivo sobre as propriedades que ocupam Áreas de Proteção Permanente (APPs) e nenhum imóvel será realocado enquanto uma nova área não for encontrada para aquelas famílias”, explicou José Humberto.
Em vez de derrubadas, a comunidade de Vicente Pires recebeu um convite para participar do processo de regularização da área, que passará, somente em um segundo momento, pela desocupação das áreas de proteção ambiental e adequação das construções ao Código Florestal. “Já no Termo de Ajustamento de Conduta (TAC) que assinamos com a Secretaria do Patrimônio da União (SPU) e com o Ibama estava determinado que não haveria nenhuma derrubada até que áreas alternativas para as famílias que ocupam as APPs fossem determinadas”, lembrou o presidente da Companhia de Desenvolvimento Habitacional do DF (Codhab), Luis Antônio Reis.
O núcleo de gestão compartilhada de Vicente Pires foi criado no último sábado (5) para coordenar a regularização da área. O núcleo foi instalado na sede da Associação Comunitária de Vicente Pires (Arvips) e funciona todos os dias. Lá, técnicos atendem moradores, ouvindo sugestões e críticas sobre a formatação de um plano urbanístico para o setor. “A pessoa pode chegar ao escritório e mostrar que a área de sua casa que está em APP é menor do que dizem os mapas dos técnicos, aí podemos verificar e alterar. Um erro em milhares para nós é pouco, mas para as famílias envolvidas é muito”, pondera Luis Antônio Reis. Para discutir o processo de regularização, a comunidade será convidada a participar em nove diferentes oficinas, que pretendem discutir os problemas urbanísticos de cada uma das nove áreas em que Vicente Pires foi dividida. “Os problemas de quem mora próximo à Estrada Parque Taguatinga-Guará (EPTG) são diferentes das questões de quem está no centro do Setor Habitacional. Por isso a divisão, para que cada área possa ter foco no que quer discutir sobre sua região”, explica o presidente da Codhab. A expectativa é de que até o final deste ano todos os estudos necessários à regularização estejam prontos para ser enviados ao Ibama, a fim de obter a licença ambiental da área.
Segundo a gerente de Patrimônio da União, Lucia Carvalho, as novas áreas para moradores que estejam ocupando APPs já existem, mas a remoção de moradores ainda será discutida com a comunidade. “As famílias não devem ser removidas para muito longe de onde moram, porque lá já constituíram uma relação de vizinhança, que é muito importante. Para isso serão usados locais ainda não ocupados e chácaras de quatro e seis alqueires que ainda restam em Vicente Pires para receberem essas pessoas”, afirma Lucia. A população, por meio das oficinas, também ajudará o GDF a decidir pela localização dos aparelhos públicos, como postos policiais e escolas, que farão parte do plano urbanístico Setor Habitacional.

segunda-feira, 7 de abril de 2008

Regularização - a fase mais traumática

Notícia do Correioweb de 7/4/08:
Construções irregulares começam a ser demolidas em Vicente Pires
Gizella Rodrigues
Do Correio Braziliense

07/04/2008
09h09
-Começam a ser demolidas este mês as construções na beira de córregos, nascentes e veredas de Vicente Pires, Colônia Agrícola Samambaia e Vila São José. O governo local, em parceria com o Instituto Brasileiro dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama), concluiu levantamento que apontou todas as edificações erguidas em Áreas de Proteção Permanente (APPs) nos três loteamentos, que formam o Setor Habitacional Vicente Pires. O estudo mostrou que 1.532 casas e lojas deverão ir ao chão para a concessão do licenciamento ambiental.

O cronograma de derrubadas fica pronto até o fim da semana. A previsão é começar as demolições em 22 de abril. O certo é que as primeiras ações incluem todos os estabelecimentos às margens da Estrada Parque Taguatinga (EPTG). Primeiro, irão ao chão as construções a menos de 30m de córregos e a 50m das nascentes. O alvo seguinte são as edificações em áreas de veredas. A Subsecretaria de Defesa do Solo e da Água (Sudesa) tem até setembro para demolir imóveis que desrespeitam o Código Florestal Brasileiro (veja O que diz a lei).

Após os comércios, será a vez das residências. No caso de casas habitadas, os moradores devem ser notificados com 30 dias de antecedência. Na lista da Sudesa, há, inclusive, edificações de grande porte, como sobrados de classe média. As famílias retiradas serão removidas para outras áreas. O Governo do Distrito Federal estuda, juntamente com a Secretaria do Patrimônio da União (SPU), um terreno no mesmo setor para abrigar os ocupantes das APPs. “Podemos fazer tudo em um mês ou em mais tempo, dependendo do que encontrarmos. Vamos usar a metodologia do convencimento, mas as pessoas terão que sair”, adverte o gerente de Planejamento e Operações da Sudesa, major César Lacerda.

O estudo que apontou as 1.532 edificações ainda passará por outra análise. Os técnicos vão verificar caso a caso, pois existe a possibilidade de algumas derrubadas causarem ainda mais dano ao meio ambiente. Nesses casos, o Ibama vai estipular uma compensação ambiental para o morador ou comerciante, que pode ser multa ou até o reflorestamento da área.

Regularização
O superintendente do Ibama-DF, Francisco Palhares, lembra que a derrubada das edificações é condição para a emissão das licenças ambientais, uma das etapas para regularização do setor habitacional, onde moram 40 mil pessoas. “Para pensar em regularização é preciso remover as casas em APPs. Isso faz parte do processo de licenciamento”, explica Palhares. O Ibama analisou o Estudo de Impacto Ambiental (EIA-Rima) de Vicente Pires e pediu mais informações. O estudo urbanístico ainda não foi concluído. As demolições são necessárias para colocá-lo em prática.

O GDF ameaça derrubar as construções em APPs de Vicente Pires desde 2005. Na época, o Ibama impôs as remoções como condição para a liberação das obras da rede de abastecimento de água no local (leia Memória). Em 2006, a extinta Subsecretaria do Sistema Integrado de Vigilância, Preservação e Conservação dos Mananciais (Siv-Água) mapeou 549 construções em APPs, sendo 384 casas em diferentes estágios em construção. Mas apenas pequenas edificações, como muros e depósitos, foram demolidas.

Satélite
O mapeamento das edificações que devem ser demolidas foi feito por imagens de satélite e visita dos técnicos às casas. A engenheira florestal Éster Martins, gerente técnica da Sudesa, diz que os moradores tentam de todas as maneiras esconder que estão em APP. Há casos, inclusive, de pessoas que aterraram parte do córrego para desviar o curso da água. “Assim, eles jogaram o córrego na casa do vizinho e alegaram que não estão em área de proteção. Mas não adianta porque as características naturais permanecem no ambiente”, comenta.

Ocupar uma área de proteção traz prejuízos incalculáveis ao meio ambiente. A área de veredas, por exemplo, serve para a recarga de aqüíferos, ou seja, é um local onde a água penetra no solo e abastece o lençol freático. Além de concentrar nascentes, a vereda serve para diversas espécies do cerrado se reproduzirem. Mais do que prejudicar a natureza, uma pessoa que ergue uma casa na beira de um córrego corre risco de morte. “Essas áreas são instáveis. As casas podem dar rachaduras e até desmoronar. Com as construções, a água da chuva escorre pelo asfalto ao invés de penetrar no solo, o que causa processos erosivos”, alerta a engenheira florestal da Sudesa.

O presidente da Associação Comunitária de Vicente Pires (Arvips), Dirsomar Chaves, não foi encontrado pela reportagem para comentar a decisão do governo de derrubar as casas em APPs.

terça-feira, 18 de março de 2008

Prédio de 6 andares, como vão regularizar isso?

Isso sim é exploração imobiliária.
Notícia do DFTV de hoje:

Antes eram apenas casas. Agora, os prédios começam a tomar conta das Colônias Agrícolas Vicente Pires, Samambaia e São José. Já é possível encontrar construções de três, quatro, cinco e até seis andares, como uma que fica na chácara 115.

“Se as próprias residências de estrutura menor não têm o alvará de construção, imagine esses prédio. Isso é injusto”, reclama o autônomo Otoniel Cardoso.

E mesmo diante da proibição do governo de continuar com as obras, não é difícil encontrar pedreiros trabalhando. Na chácara 148, um prédio de três andares, com terraço, está sendo construído. Já na chácara 122, o terreno dos fundos é usado para guardar materiais de construção, uma forma de driblar os fiscais. Mas o dono nega.

“Esse prédio já está pronto tem uns dois anos. Está todo pronto”, diz o senhor.

De acordo com o GDF, em um ano, cerca de 200 obras com mais de um pavimento foram embargadas na região de Vicente Pires. A principal dificuldade da fiscalização para impedir essa irregularidade é que os donos dos terrenos têm trabalhado nas construções durante a noite e madrugada.

A idéia é intensificar a fiscalização nesses períodos. “Nenhuma obra será admitida sem licenciamento. Então, nós estamos embargando as construções irregulares. Quem insistir em construir, terá a obra demolida”, garante o gerente de fiscalização Ismar Batista Júnior.

A Administração de Taguatinga, que é responsável pela área de Vicente Pires, alerta que a regularização está próxima e que qualquer descumprimento da lei pode acarretar em problemas no futuro.

Prova Escrivão PCDF 2008

Aqui está, é um pouco grande 5,8 MB.

http://documents.scribd.com/docs/1zt8utbeddblq6w9fdt3.pdf

Tem também as provas de:

Perito Médico Legista PCDF

Perito Criminal PCDF

Violência em Vicente Pires

Deu no Correio Braziliense de 17/03:

Seis homicídios registrados em uma noite

Do final da tarde de sábado até a madrugada de ontem, pelo menos seis pessoas foram assassinadas no Distrito Federal. Cinco delas por disparo de arma de fogo. Até o fechamento desta edição, no entanto, nenhum criminoso havia sido preso.
(...)
Por volta das 19h, Francisco das Chagas Moura Santos, 37 anos, foi encontrado morto na rua 1, Chácara 156, em frente à Colônia Agrícola Samambaia, ao lado de Vicente Pires. Francisco teria sido assassinado a facadas e pauladas, mas a 38ª Delegacia (Vicente Pires) não tem mais detalhes do crime.
(...)
Às 4h, em Vicente Pires, mais uma morte. Na rua 8, chácara 327, o corpo de Silfrance de Souza Silva, 25, foi encontrado com um tiro na cabeça. A polícia ainda não sabe a motivação do crime. Em depoimento, testemunhas disseram ter visto um Gol suspeito nas proximidades. Policiais da 38ª Delegacia (Vicente Pires) investigam o caso, mas acreditam que a motivação esteja ligada a drogas. No ano passado, a Polícia Civil do DF registrou 567 homicídios, 5,2% a mais do que em 2006. Dos casos de 2008, 156 ainda não foram solucionados.

quarta-feira, 12 de março de 2008

Nova Rodoviária Interestadual de Brasília até 2010

Aqui estão algumas imagens do projeto arquitetônico de como será a nova Rodoviária Interestadual de Brasília que substituirá a atual Rodoferroviária.
O GDF prometeu, essa semana, finalizar a obra até o fim de 2009.
O projeto foi desenhado pela Reis Arquitetura.

terça-feira, 11 de março de 2008

Prova Perito Criminal PCDF 2008

Conforme prometido aqui está a Prova de Perito Criminal PCDF 2008 da Funiversa.


Questoes1a6.JPG515k
Questoes7a12.JPG525k
Questoes13a15.JPG536k
Questoes16a21.JPG482k
Questoes22a29.JPG497k
Questoes30a35.JPG509k
Questoes36a39.JPG508k
Questoes40a44.JPG498k
Questoes45a50.JPG509k
Questoes51a56.JPG562k
Questoes57a61.JPG521k
Questoes62a69.JPG489k
Questoes70a75.JPG506k
Questoes76a80.JPG439k
TabelaAnexa.JPG406k
Questao81.JPG272k
Questao82.JPG290k
Questao83.JPG234k
Questao84.JPG317k
Provadiscursiva.JPG470k


Quem estiver tendo dificuldade nos links acima tentem aqui http://picasaweb.google.com.br/vicentepiresblog/ProvaPeritoPCDF
Tem que entrar em cada foto e fazer o download para o seu micro.

Aqui tem também as seguintes provas:

Perito médico legista PCDF

Escrivão PCDF

Prova Perito Médico Legista PCDF 2008

Já que a Funiversa não divulgou, aqui está a prova de Perito Médico Legista da PCDF "escaneada" em PDF 1,3 MB.

Se não funcionar no link acima tentem aqui http://documents.scribd.com/docs/1hzepabmp30sx3a2akbr.pdf

Para obter a prova de Perito Criminal clique aqui.

sexta-feira, 7 de março de 2008

Nova enquete

Têm nova enquete no ar. Do lado direito da página. Agora queremos saber "Qual a obra de infra-estrutura mais importante para o Vicente Pires?"

O resultado da última enquete foi o seguinte:
Perguntamos: "Em que rua você mora?'
33% Rua 9, 10, 10A, 10B, 12
30% Rua 3, 4, 4A, 4B
22% Rua 7, 8
15% Rua 5, 6
0% Rua 1 / Rua do Jóquei

terça-feira, 4 de março de 2008

Novas fotos da obra do viaduto da EPTG

Estão nas escavações do túnel dos viadutos.
Espero que eles se lembrem de fazer o escoamento adequado das águas da chuva, afinal o escoamento que hoje existe na marginal da EPTG não funciona.
Todos as fotos são do site do DER-DF.

terça-feira, 26 de fevereiro de 2008

IPTU 2008 - Aumento no Vicente Pires foi de 16,58%

Retificando a informação que publiquei anteriormente, o aumento no IPTU no Vicente Pires foram exatamente os 16,58% permitidos pela Lei 4.072/2007.

O que me levou ao erro de cálculo foi que a TLP diminuiu bastante esse ano, reduzindo o índice de aumento total dos impostos.

O vencimento da 1ª parcela foi prorrogado para 29 de fevereiro.
O aumento do IPTU 2007 em relação a 2006 tinha sido de apenas 2,59%.
Quem não recebeu o carnê e quer verificar qual o valor é só entrar no site da Secretaria de Fazenda do DF.

1º dia do novo horário da Estrutural

Podem por a culpa na chuva ou em algum cachorro morto na pista, mas a verdade é que o primeiro dia com o novo horário de mão única da Estrutural não foi fácil.

Após às 19:15h (horário em que a Estrutural fecha para quem quer ir pela contramão) a pista norte da EPCL ficou lotada, com o trânsito lento por toda a sua extensão.
Além disso todos os carros que antes usavam a contramão para entrar no Vicente Pires, tiveram que pegar a via do Jóquei para acessar a já conturbada EPTG.

Resultado: do Viaduto Ayrton Senna até a entrada da Rua 3 na EPTG, um trecho de 11 km, gastava-se em média 35 minutos, isto é, trânsito com velocidade média de 19 km/h.

É claro que para quem precisa ir para o Plano Piloto pela Estrutural nesse horário, foi um alívio

sábado, 23 de fevereiro de 2008

Mudança no horário da Estrutural

O DER-DF publicou no Diário Oficial do DF do dia 21/02 instrução que altera o horário da Via Estrutural novamente.
Agora no período da noite o sentido na contramão Plano Piloto/Taguatinga ficará aberto das 18:00 às 19:30h.
Até sexta passada o horário era de 17 às 20:30h.

A Secretaria de Transportes colocou essa nota no seu portal:

Sentido único da Estrutural muda de horário
(22/02/2008 - 15:05)
A partir de segunda-feira (25), os horários de mão única da rodovia DF-095, conhecida como Estrutural, serão alterados. A mudança será no período noturno. No sentido Plano Piloto-Taguatinga as duas pistas ficarão abertas no período das 18h às 19h30. Hoje, o mesmo sentido funciona das 17h às 20h30. Pela manhã, será mantido o horário das 6h às 9h no sentido Taguatinga-Plano Piloto. A determinação, publicada no Diário Oficial de ontem, é válida de segunda a sexta-feira.
De acordo com o secretário de Transportes, Alberto Fraga, foi observado que, durante o período em que as duas pistas da Estrutural ficaram abertas no sentido Plano Piloto-Taguatinga até 20h30, ocorria o “estrangulamento” no trânsito da EPTG, que está em obras. “A medida deve amenizar o problema, sem causar transtornos aos que utilizam a Estrutural”, acrescentou Fraga.

terça-feira, 19 de fevereiro de 2008

Mapa do Vicente Pires

Quer ficar perdido?
É só procurar um endereço no Vicente Pires sem ver antes um mapa da região.
Perguntar pra alguém na rua não ajuda muito, pois a maioria só sabe o número da chácara onde mora. São poucos os pontos de referência e a numerção nem sempre segue uma seqüência lógica.
O mapa abaixo ajuda um pouco esse problema.



Quem quiser ver o mapa em tela cheia é só ir no endereço http://vicentepiresblog.googlepages.com/mapavicentepires.htm

Quem visita esse blog?

Com o objetivo de conhecer melhor quem visita esse blog, incluí o uso de enquetes com temas correlatos ao Vicente Pires.
A primeira enquete (que fica no lado direito superior da página) pergunta se "Você é a favor da criação da Região Administrativa de Vicente Pires?"

Vote aí e diga sua opinião nos comentários das notícias. Para comentar não precisa se cadastrar.

Quem tiver sugestões de enquetes é só mandar nos comentários também.

segunda-feira, 18 de fevereiro de 2008

Morador do Vicente Pires constrói um avião em casa

Notícia do Jornal de Brasília de 18/02:

Santos Dumont do Cerrado
Homem constrói o seu próprio avião, com capacidade para duas pessoas

Na sala de estar não há sofás ou televisão. O espaço agora pertence ao avião de pequeno porte, com capacidade para duas pessoas, que o comerciante Luiz Wagner Zíngaro, de 51 anos, está construindo em sua casa em Vicente Pires. Luiz, que já foi tesoureiro e presidente do Aeroclube de Brasília, é formado em contabilidade e tem uma loja de ar-condicionado para carros. A paixão começou na década de 1980, quando ele construía aeromodelos e de lá para cá foi só aumentando. A sala de casa é a oficina onde dedica quatro horas do seu dia, depois do expediente de trabalho, para a realização do seu sonho.

Feito com madeira freijó, vinda do Pará, compensado aeronáutico e alumínio, o avião tem 8,20m de envergadura e 7,5m de fuzelagem. O modelo é italiano, Whisky 4, e pode voar sem precisar abastecer por cerca de cinco horas. O avião deverá alcançar a velocidade de 280 km/h. Luiz já está trabalhando no projeto há dois anos e meio e sonha alto: "Quero conhecer o Brasil todo nele".


Reportagem completa no Jornal de Brasilia de 18/02.

quarta-feira, 13 de fevereiro de 2008

Cidade Vicente Pires?

Será que estamos com essa bola toda. Nem acredito.
Notícia do Jornal de Brasília de 13/02:

Surge mais uma cidade
Loteamento será regularizado e vai virar região administrativa
Da Redação
Vicente Pires está mais perto da regularização. Na próxima semana, o GDF encaminhará à Câmara Legislativa o projeto de lei que transforma o bairro em região administrativa. Durante almoço com empresários na Associação Comercial e Industrial de Taguatinga (Acit), ontem, o governador José Roberto Arruda afirmou que a área habitacional, cujas terras pertencem à União e onde moram cerca de 50 mil pessoas, será também regularizada até junho próximo. “Vamos vender os lotes diretamente aos ocupantes e de forma facilitada. Mas se trata de patrimônio público, não posso dar para ninguém”, explicou Arruda, em resposta a comerciantes do bairro.
Durante o encontro, os representantes do setor produtivo reivindicaram soluções para problemas enfrentados. E ouviram de Arruda a garantia de investimento na área e a promessa de criação de um Setor de Indústria na região entre Taguatinga, Ceilândia e Samambaia, nas proximidades da BR-070.
“A vinda do governo para cá já iniciou a descentralização de empregos do Plano Piloto”, disse o governador. “Atualmente, 18% da população do DF mora no Plano, onde estão concentrados 80% dos postos de trabalho. Conto com vocês para mudar este quadro”, disse Arruda.
O governador também sugeriu aos empresários que invistam em escolas técnicas e profissionalizantes. A falta de qualificação da mão-de-obra no DF foi apontada pelos comerciantes como um entrave ao crescimento do setor. Arruda propôs a doação do terreno e a compra de vagas em troca da criação destas escolas.“Desafio o empresário que tiver interesse na área de qualificação. O Programa Parceiros da Escola também precisa de novos padrinhos”, ressaltou. Para acelerar a implantação do Taguapark, entre Vicente Pires e Taguatinga Norte, o governador também prometeu facilidades aos empreiteiros dispostos a transformar espaços vazios em áreas de lazer, cultura e prática esportiva.

domingo, 10 de fevereiro de 2008

Viadutos da EPTG: novas fotos

Todas as fotos abaixo são do DER-DF e mostram as etapas mais recentes da construção dos quatro viadutos na EPTG.



IPTU 2008 - Esclarecimento oficial do GDF

NOTA OFICIAL - Esclarecimento sobre IPTU e TLP 2008(08/02/2008 - 19:31)
1 – O GDF decidiu adiar o vencimento do IPTU e da TLP e, conforme entendimento da Câmara Legislativa, encaminhou projeto de lei para aprimorar a cobrança do imposto.
2 – O projeto enviado à CLDF concede desconto de 5% para quem pagar a parcela única do IPTU e do TLP na data do vencimento; mantém o limite máximo do aumento do IPTU em 16,58% sobre o imposto do ano passado; e fixa, para este ano, a alíquota de 0,3% para os imóveis residenciais que são utilizados com fins comerciais por prestadores de serviço.
3 – Todos os carnês do IPTU/TLP serão remitidos e enviados aos contribuintes, contendo valores corrigidos, se for o caso.
4 – O vencimento da primeira parcela e da parcela única foi adiado para 29 de fevereiro. O prazo de pagamento das demais parcelas será mantido.
5 – Quem já pagou o IPTU/TLP de 2008, integral ou parcialmente, será ressarcido ou terá as eventuais diferenças compensadas.
Secretaria de Fazenda
Governo do Distrito Federal

quinta-feira, 7 de fevereiro de 2008

IPTU 2008 - novos carnês até o dia 20/02

Como é o caso do Vicente Pires em que os imóveis tiveram alta de mais de 27%, os carnês serão reenviados com a correção.
Abaixo notícia do Correioweb de hoje:

Prazo para revisão do IPTU vence amanhã
Helena Mader Do Correio Braziliense
O primeiro dia útil depois do carnaval foi de grande movimentação nos postos de atendimento da Receita. O prazo para contestar os valores do Imposto Predial e Territorial Urbano (IPTU) acaba amanhã. A única exceção é para os contribuintes que receberam o boleto com reajuste superior a 16,58% em comparação com o valor cobrado no ano passado. Nesse caso, não é preciso ir às agências: um novo carnê vai ser enviado até o dia 20 e o novo vencimento será no dia 29 de fevereiro. Mas há contribuintes que terão reajuste superior a 16,58% e não receberão novos boletos com valores menores. São os casos em que houve aumento da área construída do imóvel, correções da área do terreno, alteração do uso residencial para comercial ou mudança na natureza de utilização do imóvel. Quem registrou empresas em residências, por exemplo, teve a alíquota alterada de 0,3% para 1%. O mesmo aconteceu com os proprietários de flats. Ontem, as agências de atendimento funcionaram das 14h às 18h e ficaram lotadas durante toda a tarde. Além de dúvidas com relação às alíquotas e valores cobrados, muitos contribuintes queriam reclamar de dados impressos nos boletos, como área construída, metragem das residências e destinação dos imóveis. A psicóloga Sara Pires de Castro, 27 anos, mora em um apartamento na 311 Norte. No ano passado, ela pagou R$ 850 de IPTU. Mas este ano, o valor saltou para R$ 1.005, um aumento de mais de 18%. Ela não sabia que deveria aguardar por um novo carnê e aproveitou a quarta-feira de cinzas para reclamar da cobrança. “Nunca o valor do imposto tinha subido tanto como agora. Como não aceito pagar esse preço, vim registrar minha reclamação”, explica Sara Pires.

No dia 30 de janeiro, o então governador em exercício Paulo Octávio anunciou que a Secretaria de Fazenda iria rever todos os carnês com reajuste acima de 16,58%. Esse teto foi estabelecido pela lei 4.072/07, aprovada pela Câmara Legislativa no ano passado. De acordo com a legislação, nenhum contribuinte pode ter o carnê reajustado acima desse percentual, independente da valorização do imóvel e da mudança na pauta de valores. Muitos contribuintes ficaram com receio de perder o prazo para reclamação e foram aos postos, mesmo depois do anúncio. Outros não sabiam que os boletos seriam reavaliados. Foi o caso do piloto civil José Carlos Molina, 49 anos. Ele tem uma casa na quadra 12 do Park Way e no ano passado pagou R$ 3.550 de IPTU. Este ano, o valor cobrado ficou em R$ 4.380, um reajuste de 23%. “Estava fora de Brasília e só cheguei de viagem na última segunda-feira. Quase caí para trás quando abri o meu boleto e vi o aumento”, conta o piloto. Os proprietários de imóveis cujo valor venal foi revisado para cima não pagarão reajuste acima do teto. O dono de uma casa avaliada em R$ 200 mil no ano passado e que passou a valer R$ 300 mil em 2008 — uma variação de 50%, portanto — não vai arcar com o imposto equivalente ao novo valor de mercado. O tributo vai aumentar apenas 16,58% com relação ao IPTU de 2007. Francisco José Rochadel, morador do Lake Side, estranhou a mudança de alíquota de 0,3% para 1%. O imposto, que no ano passado era R$ 417, este ano subiu para R$ 1.939, um aumento de 364%. Francisco também reclama da avaliação feita pela Secretaria de Fazenda. “O valor venal subiu de R$ 79 mil para R$ 157 mil. É impossível um imóvel dobrar de preço de um ano para o outro”, reclama Francisco, que ontem questionou os valores na agência da 513 Norte.

sexta-feira, 1 de fevereiro de 2008

IPTU 2008 - aumento no Vicente Pires foi de 27,24%

Atualizado em 06/02...

Os carnês começaram a chegar, e pelo que calculei o aumento do IPTU para imóveis residenciais no Vicente Pires foi de 27,24% em relação a 2007, bem acima dos 16,58% permitidos pela Lei 4.072/2007.
Liguei no 156 opção 3 e a atendente me informou que receberei um novo carnê com os valores reduzidos de acordo com a Lei. O vencimento da 1ª parcela foi prorrogado para 29 de fevereiro.
O aumento do IPTU 2007 em relação a 2006 tinha sido de apenas 2,59%.
Quem não recebeu o carnê e quer verificar qual o valor é só entrar no site da Secretaria de Fazenda do DF.