Festa junina na Paróquia Nossa Senhora da Vitória nos dias 6 e 7 de junho às 20:00h.sexta-feira, 5 de junho de 2009
quinta-feira, 4 de junho de 2009
Taguaparque será inaugurado dia 06 de junho
terça-feira, 2 de junho de 2009
Acabou o prazo para desativar poços e cisternas
Prazo para desativar cisternas em Vicente Pires vai até sexta-feira (29)
28/05/2009 - 21:08:08
Os moradores de Vicente Pires tem até esta nesta sexta-feira (29) para desativarem suas cisternas. O aviso vale para os moradores que tem uma área menor do que cinco mil metros quadrados. Todos os 3 500 usuários que captam águas subterrâneas já receberam notificações da Agência Reguladora de Águas, Energia e Saneamento Básico (Adasa) junto com um folheto explicativo de como devem proceder a operação. Até agora, apenas 200 poços foram tamponados e cerca de mil se encontram lacrados ou inativos.
A partir de segunda-feira (1) os que não desativarem os poços estarão sujeitos a multas que vão de 100 a 10 mil reais. A fiscalização será feita por técnicos da Adasa e da Caesb, que iniciarão, nos próximos dias, idêntica ação em Mestre D’Armas, onde existem cerca de 400 poços. O fechamento dos poços em áreas servidas por água da Caesb é uma exigência do Termo de Ajustamento de Conduta -TAC, assinado entre o Ministério Público, GDF, Adasa, Caesb e Ibama e do decreto 22018/2001 do GDF.
A obturação dos poços deve ser providenciada pelos próprios usuários, seguindo método definido pela Adasa, com uso de terra, areia, brita e fragmentos rochosos. Atualmente, cerca de 80% das residências de Vicente Pires são servidas pela água da Caesb. O fechamento definitivo dos poços e cisternas, segundo técnicos da Adasa, evitará a contaminação do aqüífero, além de buscar recuperação quali-quantitativa do potencial hidrogeológico da região.
segunda-feira, 1 de junho de 2009
Vídeo de raio atingindo avião
quarta-feira, 27 de maio de 2009
Cidade Vicente Pires, agora é realidade
Veja na reportagem do Correio Braziliense:
Vicente Pires é 30ª cidade do Distrito Federal
João Campos - Do Correio Braziliense
Governador sanciona a lei que transforma o bairro, antes pertencente a Taguatinga, na 30ª Região Administrativa do DF. Ato pode acelerar a regularização da área onde estão 300 condomínios
27/05/09- O Setor Habitacional Vicente Pires é a 30ª Região Administrativa do Distrito Federal. Lei sancionada ontem pelo governador José Roberto Arruda dá autonomia política para a região, que deixa de ser um bairro de Taguatinga (RA III) e passa a receber recursos próprios para investimentos em benfeitorias. A oficialização da mais nova cidade do DF, e maior ocupação irregular em terras da União, ocorre 20 anos depois do surgimento das primeiras chácaras da antiga colônia agrícola. Entre os desafios da primeira gestão: a regularização dos lotes, a construção da redes de águas pluviais, esgoto, um posto de saúde e de opções de lazer e esporte para os 70 mil moradores do lugar. Na prática, a criação de uma administração regional vai facilitar a implantação de melhorias e agilizar os trâmites burocráticos rumo à legalização de Vicente Pires. A partir de hoje, comerciantes e moradores que não contam com alvará de funcionamento ou construção, por exemplo, podem conseguir o documento na administração da cidade. Antes, era preciso ir até a regional de Taguatinga ou pedir à gerência do lugar para fazer o contato antes de obter a licença. As dificuldades se repetiam em casos de pedidos de ampliação da infraestrutura, como asfaltamento e reparos na rede elétrica. "Vicente Pires conquistou a independência. Esse é um momento histórico", comentou Arruda. O primeiro administrador da RA XXX é o empresário Alberto Meireles, 53 anos, morador da região há 18 anos. Gerente de Vicente Pires desde 2007, ele tem a regularização como prioridade. "Enquanto formos vistos como área irregular, o recebimento de benfeitorias ficará comprometido. Mas agora, com a ligação direta entre a população e o governo por meio da administração, teremos mais agilidade nos processos", afirmou. Por enquanto, a representação funcionará na sede da Associação Comunitária dos Moradores, na Área Especial 1, ao lado da Feira Permanente. "Estamos abertos para atender à demanda e receber sugestões", garantiu Meireles. O técnico em sinalização de trânsito Antônio Carlos Medeiros, 48, espera ver melhorias na cidade. Como boa parte dos habitantes dos cerca de 300 condomínios de Vicente Pires, ele pagou do próprio bolso para ter asfalto na frente de casa. "Foram R$ 900. Agora, exigimos que o Estado assuma o seu papel", cobrou o morador do parcelamento 157. Expedita Rodrigues, 67, lembra quando deixou a Paraíba para viver em uma roça na região onde hoje fica Vicente Pires. "Era 1959, Brasília nem tinha nascido. Isso aqui era um cerradão”, comentou a pioneira. Ontem, ela não escondeu a felicidade. “Vai melhorar, ainda falta muita coisa. Mesmo assim, só saio daqui se for para o cemitério", disse.
Poligonal
A transformação da Colônia Agrícola Vicente Pires em Setor Habitacional ocorreu em 1998, por meio da Lei nº 1.823/1998. A aprovação do Plano Diretor de Ordenamento Territorial (Pdot) do DF, em dezembro do ano passado, abriu as portas para a regularização da área urbana, que não depende mais de licença ambiental. Cerca de 60% das terras que formam a cidade, no entanto, pertencem à União. "Estamos na fase final para o repasse das áreas. Não teremos problemas para começar a vender os lotes ainda este ano", explicou a gerente de Patrimônio da União, Lúcia Carvalho, que esteve na assinatura da lei que cria a região administrativa de Vicente Pires. Famílias de baixa renda - até três salários mínimos - receberão os lotes de graça. Os demais comprarão os terrenos por preços abaixo do valor do mercado. Apesar dos avanços rumo à legalidade, a definição da poligonal de Vicente Pires ainda precisa ser aprovada pela Câmara Legislativa. A área da cidade compreende as antigas colônias agrícolas Vicente Pires, Samambaia e Vila São José. O impasse com relação à definição da área da 30ª Região Administrativa do DF gira em torno das colônias 26 de Setembro e Cana do Reino, hoje pertencentes a Taguatinga. "A poligonal ainda precisa ser votada, mas não vamos abrir mão das áreas pois são as únicas que permitem a expansão de Taguatinga", adiantou o deputado distrital e ex-administrador da cidade, Benedito Domingos. O GDF espera solucionar o problema, que não impede a legitimação de Vicente Pires, até julho.
Raios X
Setor Habitacional Vicente Pires
- Criado, oficialmente, em 1998.
- 70 mil habitantes. - Cerca de 300 condomínios.
- A maior ocupação de terras da União no DF.
- Destaques no comércio: Feira do Produtor de Vicente Pires.
- Um Posto de Segurança Comunitário da Polícia Militar.
- Uma delegacia de polícia (38ª DP). - Não tem posto de saúde, espaços para lazer e práticas de esporte ou redes de esgoto e águas pluviais.
quarta-feira, 20 de maio de 2009
João Buracão veio ao Vicente Pires!
Se você assistiu ou esteve no local, conte pra gente usando os comentários.
Veja na reportagem do DFTV de 20/05:
João Buracão conhece a maior cratera do DF
O buraco fica em Vicente Pires e tem 4,5 metros de profundidade. A visita do boneco criado no Rio de Janeiro deu resultado: governo marcou data para resolver o problema
Nesta quarta-feira, dia 20, Brasília recebeu a visita de uma autoridade bem diferente de todas que costumam passar pela capital. Uma autoridade em buracos, o João Buracão. Quem assiste ao Fantástico todos os domingos o conhece bem. Ele viaja pelo Brasil, checa a situação das ruas e estradas, denuncia onde estão os buracos. Foi criado por um borracheiro no Rio de Janeiro, a partir de uma brincadeira ligada à cidadania, e adotado pelo jornal Extra. Depois virou estrela da televisão.O encontro de João Buracão com a maior cratera do Distrito Federal foi na Rua 10 de Vicente Pires, que está interditada. Quem cuida da recepção é a dona de casa Maria Bárbara Luz, mostra a João como a rua fica feia com aquele buraco. “Eu queria ter uma rua limpinha, com asfalto para os meus filhos poderem brincar”, reclama. O aposentado Ilton Marilto entra em cena. Leva João para dentro do buraco e o ajuda a profundidade da cratera: 4,5 metros. Depois, Ilton coloca o boneco na garupa da bicicleta e dá uma volta na rua, para mostrar a extensão da abertura na pista. “Se nada for resolvido, te procuro novamente”, avisa o aposentado. O boneco não responde, mas virou porta-voz de muita indignação. O passeio de João Buracão deu certo. A Administração de Vicente Pires avisou que dentro de dois meses começam as obras para cobrir a cratera da Rua 10. Em seguida, vão vir asfalto e galerias para a água da chuva. E Bárbara e Ilton vão poder ter a rua do jeito que sempre sonharam. Confira no vídeo a visita de João Buracão a Vicente Pires.
Sônia Campos / Manoel Lenaldo
terça-feira, 12 de maio de 2009
João Buracão, vem aqui no Vicente Pires?
sexta-feira, 8 de maio de 2009
Nova EPTG - projeto
quarta-feira, 6 de maio de 2009
Asfalto da pista auxiliar da Estrutural
Só um detalhe que me causa dúvida. Até agora não vi a construção de uma saída decente para a Estrutural saindo da Rua 5 e 3. Será que vão deixar apenas as saídas que hoje já estão prontas?
Assalto a casa em Vicente Pires
Cinco homens invadem e assaltam casa em Vicente Pires
Uma residência em Vicente Pires foi invadida por cinco homens por volta das 11h desta terça-feira (5/5). A ação começou quando dois deles pularam o muro e renderam a empregada da casa, de 37 anos. Após ser feita refém, ela foi obrigada a abrir o portão para os outros três homens, que entraram na garagem com um Corsa prateado.
Neste momento, o filho dos donos da casa, de 19 anos, chegou na residência em sua moto, uma Yamaha, placa JJW 1134, de cor azul. Ele e a empregada foram imobilizados e colocados em um dos quartos da casa. Os homens levaram 20 relógios de uma coleção, jóias, uma TV, dois celulares, um computador, documentos pessoais e a moto. Eles fugiram rapidamente no mesmo carro utilizado para a ação. "O Corsa estava amassado no paralama dianteiro, do lado esquerdo. Esse dado nos ajudará nas buscas", explicou o delegado-chefe da 38ª Delegacia de Polícia, Gerardo Carneiro de Aguiar.
Os reféns pediram socorro utilizando um computador, por meio de um site de relacionamentos da internet. A polícia procura pelos suspeitos. A câmera de segurança do condomínio filmou parte da ação dos homens.
Informações sobre os foragidos podem ser passadas para Disque Denúncia da Polícia Civil, no número 197.
quinta-feira, 30 de abril de 2009
Nova EPTG
Brasília vai ganhar um presente em seu aniversário de 50 anos. No dia 21 de abril de 2010, a população do Distrito Federal conhecerá a nova EPTG, primeira grande obra do Programa Brasília Integrada. O novo sistema de transporte público mudará o modo como as pessoas se locomovem no DF, disse ontem o governador José Roberto Arruda. "Estamos projetando a cidade para daqui a 15 anos." A nova EPTG (Estrada Parque Taguatinga Guará) é a primeira parte da Linha Verde, um dos três principais corredores de transporte que serão implantados pelo GDF, ligando o final da Asa Sul à Ceilândia, passando por Taguatinga, Águas Claras, Vicente Pires e Guará, como antecipou o Jornal de Brasília em edições anteriores. Para adequar a via ao novo sistema, que não prevê cruzamentos em nível, serão construídos cinco novos viadutos ao longo dos 12,5 quilômetros da EPTG. A estrada também será ampliada e passará a ter mais duas pistas ao lado das já existentes, com duas faixas cada, que darão acesso aos bairros. Um corredor exclusivo de ônibus será construído no canteiro central da via, com 17 estações ligadas aos bairros por passarelas. O sistema contará com 400 novos carros
articulados com piso baixo, acesso para deficientes, portas para os dois lados e capacidade para 150 passageiros. Esses ônibus terão passagens integradas ao sistema de micro-ônibus, que deixará os passageiros nas novas pistas, e ao metrô, na Estação Terminal Asa Sul, que fica no Setor Policial Sul. Eles serão operados apenas por uma empresa, que será escolhida por meio de licitação do transporte público da Linha Verde.
Ao lado das vias marginais serão construídas ainda ciclovias ao longo de toda EPTG, com bicicletários em todas as estações de ônibus.
Impacto
Caminho para 140 mil veículos e quase um milhão de pessoas por dia, segundo a Secretaria
de Transportes, a EPTG é a principal via de transporte do DF. A reformulação da estrada
será feita com um empréstimo de R$ 244 milhões do Banco Interamericano de Desenvolvimento
(BID), que também deve financiar grande parte das obras do Brasília Integrada nos próximos
anos. Arruda já avisou que a ampliação vai incomodar os moradores durante os próximos 12 meses, mas o governo planejou a obra para que esse impacto seja reduzido. Primeiro serão construídas as vias marginais. Quando elas estiverem prontas, o transito será desviado para a
construção do corredor de ônibus e repavimentação das pistas já existentes. "Não haverá diferença nos próximos quatro meses", garante o secretário de Transportes, Alberto Fraga.
Para ajudar a desafogar o trânsito durante e após as obras, também será inaugurada na próxima quinta-feira a pista que liga a EPTG ao Setor de Inflamáveis, atrás do SIA.
Mas a implantação da Linha Verde não terminará em 2010.
As obras dos trechos que ligam a EPIA ao Setor Policial Sul e ao Setor de Indústrias Gráficas
e Taguatinga a Ceilândia só devem terminar em 2012. Esse último trecho vai contar ainda com um túnel sob Taguatinga para desafogar o trânsito na Praça do Relógio, segundo Fraga.
segunda-feira, 27 de abril de 2009
RA foi criada, mas falta ser demarcada
Após se tornar RA, falta Vicente Pires ser demarcada
Vicente Pires está prestes a se tornar a 30ª Região Administrativa do Distrito Federal. Os deputados distritais aprovaram, nesta quinta-feira (23/04), o projeto de lei 814/2008 que autoriza o Executivo a tornar o bairro independente. Mas, para sair do papel, ainda leva tempo. Existem pelo menos duas pendências: a lei ainda será sancionada pelo governador José Roberto Arruda e é preciso definir a área de abrangência (poligonal). O desejável, segundo fontes do governo, é que as pendências sejam resolvidas em 90 dias. Mas pode ser que a nova RA só passe a existir de fato no fim deste ano.
A delimitação da área tem tudo para gerar polêmica. Atualmente, Vicente Pires é uma gerência administrativa. A área inclui, além da parte urbana, a Colônia Agrícola Samambaia e os núcleos rurais 26 de Setembro e Cana do Reino. Agora, a Administração Regional de Taguatinga, que respondia pela gerência de Vicente Pires, reivindica para si os dois últimos núcleos rurais.
A deputada Eurides Brito (PMDB), líder do governo na Câmara Legislativa, disse que a decisão é política e não deve demorar. “As áreas atuais já estão definidas e ainda temos o Plano Diretor de Ordenamento Territorial (Pdot). Portanto, o governo terá instrumentos técnicos para decidir o que é melhor para Brasília”, afirmou.
No projeto, o governo argumentou que ao criar a Região Administrativa de Vicente Pires pretende promover a descentralização administrativa e a utilização racional de recursos para o desenvolvimento socioeconômico da cidade. O secretário de Governo, José Humberto Pires, avisou que o GDF não tem pressa para definir a poligonal da área. A decisão, segundo ele, levará em conta as características de cada área para que sejam agrupadas aquelas que têm características afins. “É evidente que toda discussão como essa gera um bairrismo e isso acontece permanentemente. Mas temos que evitar distorções e vamos manter contíguas as áreas afins”, mencionou.
José Humberto citou exemplos como o Areal. Metade da região está em Taguatinga e a outra, em Águas Claras. “Estamos com o Pdot nas mãos e vamos redefinindo a cidade aos poucos. A criação da RA de Vicente Pires vai ajudar a acelerar o processo de regularização”, afirmou o secretário.
Vantagem
A principal vantagem para os moradores de Vicente Pires será a agilidade na solução dos problemas, segundo o administrador de Taguatinga, Gilvando Galdino Fernandes. “Agora, eles terão mais atenção e os esforços concentrados de uma equipe dentro da cidade. O morador de Taguatinga também ganha porque focaremos as nossas ações. Não tínhamos estrutura para atender a todas essas demandas”, ressaltou Galdino.
O governo diz que a criação da RA não implica em criação de novos cargos. Dos 62 previstos, todos já existem na estrutura do Executivo. Desses, 40 estavam vagos e apenas serão preenchidos. Os 22 restantes, já estão ocupados na estrutura da atual gerência de Vicente Pires. Mesmo assim, haverá gastos extras com os 40 novos funcionários. “Não temos como dizer ainda porque não estamos com a estrutura de cargos. Mas é a menor estrutura entre todas as RAs. Menos até mesmo que a RA do Paranoá”, argumentou Eurides Brito.
Até a década de 1970 só existiam no DF 11 regiões administrativas. Nos últimos anos, foram criadas outras 19. Boa parte delas, entre 2003 e 2005 (veja arte). Diferentemente dos outros estados, o DF não tem municípios e, portanto, prefeituras. Conforme a Lei Federal n.º 4.545/64, cabe às RAs promover a coordenação dos serviços em harmonia com o interesse público local.
O administrador das Cidades, Irio Depieri, explicou que a administração regional é o braço do governo voltado para o atendimento às necessidades da população. “O caminho sempre é a administração para qualquer que seja a queixa. Se é falta de iluminação pública, encaminhamos o pedido para a CEB (Companhia Energética de Brasília). Se é educação, recorremos à Secretaria de Educação e, assim, sucessivamente”, explicou.
Para moradores, marco importante
Mais de 20 anos se passaram desde que o chacareiro Djair Bernado da Silva, 70 anos, e Walter Rezende, 61 anos, criador de pombos-correio, chegaram a Vicente Pires. Eles contam que receberam a terra do governo e que se lembram de um tempo em que a região toda era um imenso cerrado. As casas que construíram não contavam com luz elétrica, esgoto ou mesmo telefone. “Nem rua tinha. Os próprios moradores tiveram que abrir caminho pelo meio do mato”, contou Djair. “Só no final da década de 80, que começaram a ocupar a região mais intensamente. Mas o boom de construções e o crescimento desenfreado ocorreu mesmo depois do ano 2000”, detalhou.
Vicente Pires, que leva o nome de um produtor rural que tinha posse da terra antes da criação do Distrito Federal, cresceu. Deixou de ser uma área habitada somente por produtores rurais para tomar ares de cidade. Ganhou ruas asfaltadas, escola e comércio. Mas faltava uma presença mais forte do governo local na área urbana. E os moradores ainda clamam pela regularização da área, objetivo que acreditam estar mais próximo com o reconhecimento de Vicente Pires como uma Região Administrativa. “Vivemos uma situação esquisita. O governo diz que não pode fazer nada na área porque não é regularizado. Mas na hora que me cobram o IPTU, eu tenho que pagar”, destacou Walter.
Melhorias
Glênio José da Silva, diretor da Associação Comunitária de Vicente Pires, acredita que a criação da nova Região Administrativa trará diversas melhorias para o local. “É um marco muito importante. O governo coloca um pé aqui dentro e, com isso, devemos ganhar mais máquinas e equipamentos para melhorar a infraestrutura da cidade”, afirmou. Como outros moradores, ele tem expectativa grande quanto à regularização dos terrenos da área. “Todos aqui sonham em ter as escrituras de suas casas. A instalação de uma Administração é o primeiro passo para chegar a esse objetivo”, acrescentou.
Resultado da última enquete
64% dos lotes têm 800 m2 ou mais
O resultado final foi:
38% tem 800 m2
28% tem 400 m2
26% tem mais de 800 m2
4% tem menos de 400 m2
2% mora em apartamentos
E tem nova enquete no ar. Fica sempre do lado direito do blog. Não deixe de participar, não precisa de cadastro.
Enfim, a vez de Vicente Pires
O título desse texto é do Jornal de Brasília, para se referir à aprovação, pela Câmara Legislativa, do projeto que cria a Região Administrativa do Vicente Pires (RA XXX).
Abaixo, matéria do DFTV de 25/04:
Vicente Pires se torna Região Administrativa
O local vai ser a 30ª Região Administrativa do DF. Um alívio para os moradores, que lutam há anos para regularizar o setor, que surgiu do parcelamento ilegal de área agrícola.
O local, que antes era de chácaras, virou setor habitacional há 10 anos. Atualmente, quase 70 mil pessoas moram em Vicente Pires. Quem vive no lugar, acha que ainda falta muita coisa. “As vias estão muito esburacadas, o escoamento da água da chuva é prejudicado, a segurança também precisa melhorar”, diz o publicitário Devanir Garcia. “A gente não tem água, não tem recolhimento de esgoto, o lixo fica muito tempo nas ruas. Temos essas dificuldades”, fala a secretária Michele Salaberre. A administração de Taguatinga é que cuida de toda a região. Mas, agora, Vicente Pires pode virar uma nova cidade. A Câmara Legislativa aprovou o projeto que cria a Região Administrativa de Vicente Pires, a 30ª do Distrito Federal. Mas, para que o local vire cidade, o governador, José Roberto Arruda, tem que sancionar a lei, e ainda é preciso definir a área de abrangência da nova Região Administrativa. Além da área urbana, Vicente Pires tem também a Colônia Agrícola Samambaia e os Núcleos Rurais como o Cana do Reino, que a Administração de Taguatinga quer incorporar. Outra questão que precisa ser resolvida é a posse das propriedades. Atualmente, 70% das terras são da União. Mas, para quem mora no local, o importante é que Vicente Pires ganhe autonomia administrativa. “Estamos aguardando que se faça um convênio entre a União e o Distrito Federal, para que a União repasse essas terras para o DF, e o dinheiro da venda seja revestido para a infraestrutura de Vicente Pires”, afirma o presidente Associação de Moradores, Dirsomar Chaves. “Com certeza, vai trazer benefícios para a comunidade. Acho que todos vão ganhar com isso”, opina o administrador de empresas Francisco Rinaldo.
Lívia Veiga
segunda-feira, 20 de abril de 2009
E a farra continua
É babá paga com dinheiro público, passagem aérea para namorado de filha, conta de telefone de 14 mil reais gasto pela filha.
Dá nojo.
Recomendo os sites abaixo para acompanhar de perto esses escândalos:
Congresso em Foco - http://congressoemfoco.ig.com.br/
Folha de São Paulo - http://www.folha.uol.com.br/
E para quem quer passagens aéreas grátis tem esse:
Voe Congresso - http://voecongresso.blogspot.com/
quinta-feira, 16 de abril de 2009
Em 9 de maio, vacine seu cão
Começa campanha de vacinação antirrábica
O Distrito Federal começa no dia 25 de abril a campanha de vacinação antirrábica de cães e gatos da área urbana. A campanha será realizada nos dias 25 de abril e 9 de maio, em postos fixos instalados, em sua maioria, em frente a estabelecimentos como Centros de Saúde, Núcleo de Inspeção Sanitária, escolas públicas e privadas, comércios, praças, igrejas, residências.A vacinação contra raiva em cães e gatos ocorre geralmente em agosto e setembro, mas por causa de uma demora no repasse das doses pelo Ministério da Saúde no ano passado, a vacinação de 2009 foi adiantada. Na área urbana a campanha estava prevista para dezembro de 2008, logo depois da vacinação na área rural realizada no dia 22 de novembro, mas segundo Diretoria de Vigilância Ambiental da Secretaria de Saúde não ocorreu.A campanha é feita anualmente e a estimativa é que 240 mil animais recebam a dose. Há oito anos o DF não registra um caso de dengue, o foi em 2000. A raiva é uma doença transmitida por animais e atinge os mamíferos, inclusive o homem, e pode levar a morte. A transmissão da doença acontece quando o vírus da raiva, presente na saliva do animal infectado, penetra no organismo, através da pele ou mucosas. Isso pode acontecer por meio de mordidas, arranhões, lambidas ou pelo contato com a mucosa dos animais infectados.O que fazerAo identificar cães e gatos com suspeita de raiva os donos devem isolar os animais e procurar ajuda especializada. No caso de uma pessoa ser agredida por qualquer animal ela deve lavar imediatamente a ferida e procurar um posto de saúde para tomar a vacina ou soro antirábico. Se a agressão for por cães e gatos os animais devem ser confinados por dez dias para observação de sintomas da doença. Se o animal morrer é preciso informar imediatamente o centro de zoonoses.
Serviço
25 de abril: Samambaia, Ceilândia, Taguatinga, Recanto das Emas, Riacho Fundo I e II, Gama e Santa Maria.
9 de maio: Asa Norte, Asa Sul, Cruzeiro, Octogonal e Sudoeste, Brazlândia, São Sebastião, Lago Sul, Jardim Botânico, Lago Norte, Varjão, Núcleo Bandeirante, Candangolândia, Park Way, Guará I e II, Estrutural, Vicente Pires e C. A. Samambaia, Sobradinho I e II, Planaltina, Paranoá, Itapuã e Águas Claras.
Núcleo de animais domésticos 3341-1900
quinta-feira, 12 de março de 2009
Google Maps com fotos atualizadas
segunda-feira, 9 de março de 2009
70 reais/m2 é muito
O resultado completo ficou assim:
55% - É muito
20% - É justo
17% - É pouco
6% - Não pago nem R$1
Aproveite e vote na nova enquete aqui do lado direito. "Qual o tamanho do seu lote em Vicente Pires?"
Ginástica nas quadras do Vicente Pires
"O Programa já existe em Vicente Pires há cinco anos e a profª. Janaína Bianca desenvolve o trabalho por meio de aulas de alongamento, caminhada, condicionamento físico, ginástica localizada, dança, relaxamento e, ainda, atividades socioculturais: como viagens, passeios a parques ecológicos. Além do congraçamento interpessoal – integração e socialização de participantes/familiares e escola/comunidade. As aulas são direcionadas para jovens, adultos e melhor idade. E acontecem na Obra Social Nossa Senhora de Fátima e no estacionamento da Faculdade Mauá.
Mais informações: 3397-2571
Observe os horários abaixo e inscreva-se:
13h30 às 14h30 Dança 2ª, 4ª e 6ª feira
14h30 às 15h30 Ginástica Postural 2ª, 4ª e 6ª feira
15h30 às 16h50 G.A.P (Ginástica Estética) 2ª, 4ª e 6ª feira
16h50 às 18h10 Alongamento e Caminhada 2ª, 4ª e 6ª feira
18h10 às 19h30 Ginástica 2ª, 4ª e 6ª feira"
sexta-feira, 9 de janeiro de 2009
R$ 70 o metro quadrado
Legalização de Vicente Pires é prioridade do governo
A antiga região agrícola tem hoje 314 parcelamentos e mais de 55 mil moradores. Faz parte dos condomínios do DF estabelecidos em terras da União, tema da reportagem que encerra série do Correio
Helena Mader - Correio Braziliense
A revisão do Plano Diretor de Ordenamento Territorial (Pdot) vai permitir a legalização da maior ocupação irregular do Distrito Federal. Antiga região agrícola, Vicente Pires tem hoje 314 parcelamentos e mais de 55 mil moradores. Os lotes, de propriedade da União, já foram avaliados e os projetos urbanísticos devem ser aprovados até o fim de janeiro. Entre as ocupações ilegais de propriedade do governo federal, a região é hoje a mais próxima da regularização. Os condomínios de classe média, como Bela Vista e Lago Azul, e as áreas de baixa renda, como Vila Basevi e Nova Colina, ainda têm pendências urbanísticas, ambientais e fundiárias. A Secretaria de Patrimônio da União promete avançar na regularização definitiva dessas regiões em 2009.
Cerca de 100 mil pessoas vivem hoje em terras irregulares de propriedade do governo federal. Dos 415 mil hectares do DF, cerca de 41 mil hectares pertencem à União, o que corresponde a 10% de todo o território da capital federal. Vicente Pires é uma das prioridades do governo federal e também do GDF, responsável pela análise dos projetos da região. O Pdot, que transforma a área rural em zona urbana, era o principal empecilho à regularização do setor. Depois que a Câmara Legislativa aprovou a revisão do plano, no último dia 13, legalmente as terras já são classificadas como urbanas.
O Grupo de Análise de Parcelamentos do GDF (Grupar) recebeu o projeto urbanístico de Vicente Pires e 120 plantas da região. Todo o material já foi analisado e falta apenas a empresa responsável pelo levantamento fazer as correções exigidas para que o projeto vire um decreto assinado pelo governador José Roberto Arruda. “Vicente Pires tem 314 condomínios fechados, além de seis áreas de baixa renda. Conseguimos analisar todos os projetos rapidamente”, conta o gerente de Regularização de Condomínios do GDF, Paulo Serejo.
O processo de licenciamento ambiental também está adiantado. Falta apenas a definição das condicionantes para a liberação da licença, além da realização de uma grande audiência pública para discutir a proposta. Do ponto de vista fundiário, a Secretaria de Patrimônio da União trabalha para colocar fim a uma longa pendência judicial. Na época da desapropriação da área, os antigos proprietários entraram na Justiça para questionar o valor pago de indenização. Este ano, a Justiça autorizou o governo federal a registrar as terras em cartório. Falta agora apenas homologar o acordo para obter a liberação do documento.
A expectativa da gerente Regional de Patrimônio da União, Lúcia Carvalho, é que a regularização de Vicente Pires seja concluída ainda em janeiro. “Todo o processo está sendo conduzido em parceria com o GDF. Para as famílias com renda familiar inferior a cinco salários mínimos, entregaremos a concessão do direito real de uso. Nos outros casos, o modelo ainda está em discussão, mas a venda deve ser feita por licitação com direito de preferência”, explicou Lúcia Carvalho.
Uma avaliação de mercado realizada pela GRPU chegou ao valor de R$ 70 por metro quadrado para os imóveis da região de Vicente Pires. O preço ainda não é definitivo, mas já está sendo questionado pela comunidade, que pretende pagar menos no momento da regularização fundiária. “Esse valor está longe do preço que a comunidade quer. No Lago Azul, por exemplo, o metro quadrado ficou em R$ 31. Acredito que as discussões em torno desse assunto ainda podem evoluir bastante”, garante o presidente da Associação dos Moradores de Vicente Pires, Dirsomar Chaves.
As formas de pagamento devem ser as mesmas usadas pela Companhia Imobiliária de Brasília (Terracap) na venda direta de terrenos em áreas do GDF, com prazo de 240 meses para pagar e juros mais baixos. “Vamos construir uma resolução própria, em cima do que já foi feito. Quem ganha menos, por exemplo, pode ganhar um prazo maior para pagamento”, explicou a gerente Regional de Patrimônio da União, Lúcia Carvalho.
Impasse
No Setor Grande Colorado, cerca de 5 mil pessoas de classe média alta vivem em dois parcelamentos de propriedade do governo federal. O condomínio Lago Azul poderia ser a primeira área da União a ser regularizada no Distrito Federal. O processo avançou rapidamente mas, em novembro de 2007 — pouco antes da venda aos ocupantes — o Ministério Público Federal proibiu a Secretaria de Patrimônio da União de vender os lotes. A Caixa Econômica Federal avaliou a gleba do Lago Azul em R$ 5,3 milhões, o equivalente a R$ 31 mil por terreno. Mas o MPF considerou o preço muito abaixo dos valores de mercado e, com receio de causar prejuízos aos cofres públicos, determinou que a SPU se abstivesse de lançar o edital de licitação dos imóveis.
A gerente Regional de Patrimônio da União, Lúcia Carvalho, garante que vai negociar com o MPF a liberação da venda por gleba e acredita em uma solução para o impasse. No condomínio Bela Vista, ao lado do Lago Azul, o início do processo de regularização e o cadastramento de todos os moradores só será feito depois que houver um consenso com o Ministério Público Federal. “Acreditamos que a venda por gleba será possível. Mas só faremos o cadastramento no Bela Vista quando resolvermos o problema do Lago Azul. Até porque o modelo servirá para os dois condomínios”, explica Lúcia Carvalho.
A presidente da União dos Condomínios Horizontais e síndica do Lago Azul, Júnia Bittencourt, reclama do atraso na legalização da área e cobra providências para que o processo seja retomado. Ela lembra que a regularização de terras da União foi a que menos avançou em 2008. “É difícil. A cada vez que avançamos surge novo impasse. No nosso caso, os moradores conseguiram chegar a um acordo com o governo depois de mais de 15 anos de discussões, mas o MP decidiu emperrar tudo”, lamenta.
Além de parcelamentos de classe média, também existem ocupações de baixa renda e áreas rurais de propriedade da União que precisam ser regularizadas. O Lago Oeste, próximo a Sobradinho e ao lado do Parque Nacional, abriga 1,2 mil famílias e conseguiu manter as características rurais, apesar das ofensivas dos grileiros na região. “Não aceitamos nenhum tipo de parcelamento urbano na região do Lago Oeste. Nosso objetivo é regularizar a área por meio de aforamento”, conta a gerente Lúcia Carvalho. Nessa forma de alienação, a União permanece com 17% da propriedade e o ocupante tem o controle de 83% das terras. Assim, o governo federal mantém um controle sobre os imóveis, para garantir a permanência como área rural.
A cratera na Rua 10 virou manchete
Há uma rua no buraco
Da Redação
É assustador. Quem transita pela Rua 10 de Vicente Pires passa por uma imensa cratera, que abocanha quase todos os 300 metros de extensão da via. A Defesa Civil interditou a rua há cerca de dois meses e, mesmo assim, em uma parte estreita do trecho, ainda há trânsito de ônibus e caminhões. Para agravar a situação, há entulho jogado e muitos pontos com água acumulada, combinação que pode favorecer a propagação de doenças.
A Gerência Regional de Vicente Pires informa que, enquanto a cidade não for regularizada, o Ministério Público não pode licitar a implantação de uma rede de águas pluviais para resolver em definitivo a situação do local, que enfrenta o problema há mais de 10 anos. Enquanto a regularização não chega, a gerência trabalha para tornar o local "transitável", e aterrou uma parte da via para tornar possível o trânsito de veículos e a travessia de pessoas.
Desesperançosos com a resolução definitiva do problema, moradores e frequentadores do
local evitam a via quando está chovendo. A doméstica Liliane Marques de Oliveira, 28 anos,
enfatiza que a situação é uma total falta de respeito com o ser humano. Ela relata que começou
a trabalhar na região no início do ano passado e que tem acompanhado a degradação constante
da via de lá para cá. "Durante as chuvas, um motociclista chegou a cair na cratera e foi levado pela enxurrada", lembra ela.
A dona de casa Geralda Rodrigues da Silva, 58 anos, afirma que, há cerca de dois anos, toda uma camada de asfalto da rua acima cedeu e foi parar na cratera da Rua 10. Inconsolada, ela diz ser extremamente desagradável viver na via, que, por estar numa baixada, acumula a água das chuvas. O pouco comércio localizado no local também registra prejuízos por conta das condições precárias. É o caso da mecânica de Sílvio Solto, 50 anos. O proprietário reclama que paga caro o IPTU e que nunca recebeu o retorno em infraestrutura. Também revela que esta não é a primeira vez em que é entrevistado por uma equipe de jornal e desabafa: "O problema não será resolvido.
Aqui é um total descaso, uma falta de humanidade". Cliente de Sílvio, Renato Alves Lopes, 20
anos, diz que chegar até a oficina é uma "trabalheira".
Cirio Francisco de Oliveira, da Gerência Regional de Vicente Pires, explica que a cratera da
Rua 10 foi formada pelo volume acumulado de água. E ressalta que toda aquela região ainda
carece de regularização. "Somente depois do alvará é que o Ibama e o Ministério Público vão
dar autorização para a captação de águas pluviais", declara ele. Conforme Cirio, durante o
período de seca, caminhões despejam entulho no local, o que só piora a situação. "Há fiscais trabalhando na coibição dessa prática, mas os caminhoneiros despejam o lixo durante a noite", acusa. Ele diz que a cratera acaba funcionando como uma vala, e que isso continuará ocorrendo até a construção da rede. "Não se pode bloquear a água da chuva de entrar nessa vala, porque, senão, a água invade as casas".
terça-feira, 23 de dezembro de 2008
Escolinha de futebol da Arvips
Estão abertas as inscrições para a escolinha de futebol da ARVIPS, as aulas vão atingir ao público infantil e juvenil, idade mínima para inscrição é de dez anos. Os treinos serão realizados no campo da Vila São José, os interessados devem preencher uma ficha na sede da associação, ou entrar em contato com o professor Paulo Quaresma pelo telefone: 9132-2747. Participe!
Jogatina na Colônia Agrícola Samambaia
Polícia Militar fecha casa de jogos clandestinos
O local, na Colônia Agrícola Samambaia, era equipado com máquinas caça-níqueis, bebidas e comidas, além de um motorista para buscar os apostadores.
A casa funcionava em uma chácara. Dentro, a polícia encontrou 20 máquinas caça-níqueis, celulares e R$ 5 mil em dinheiro. Também achou um papel com o movimento de caixa do dia 12 de dezembro, indicando mais de R$ 2 mil de rendimento. E ainda duas listas com nomes de freqüentadores, que tinham à disposição bebida e comida. Para chegar até a casa, os jogadores paravam no estacionamento de um supermercado na EPTG e eram transportados em um carro. A polícia ainda procura o dono da casa de jogos clandestinos.Na hora que a polícia chegou, na noite dessa segunda-feira (22), só havia duas pessoas no local: uma cliente e o motorista. Eles foram levados para a delegacia e podem responder processo por exploração de jogos de azar. As listas que foram encontradas com nomes e telefones também vão ser investigadas.
Bernardo Menezes / Pity Ribeiro
segunda-feira, 22 de dezembro de 2008
Taguapark recebe segunda etapa de iluminação
Taguapark recebe segunda etapa de iluminação
O governador José Roberto Arruda inaugurou nesta quinta-feira (18) a segunda etapa da iluminação pública do Taguapark – situado entre Taguatinga e Vicente Pires. A obra custou R$ 288,6 mil e vai aumentar a segurança dos freqüentadores do parque. O espaço tem 190 hectares, o equivalente a cerca de 190 campos de futebol. Foram instalados 54 postes de concreto com 16 metros de altura e luminárias de 400 watts (iguais às da L2 Norte), além de 29 postes e braços de aço. Em dois anos, já foram construídas duas pistas de cooper no local, uma com aproximadamente 3km, e outra que está em fase de conclusão, com 1,2km. Foi feita ainda a duplicação da Avenida Contorno de Vicente Pires. A via passa pelo Taguapark. No primeiro semestre de 2009 serão construídas quatro quadras de esportes, sendo duas de futebol society e duas de futebol de areia, no valor de R$ 600 mil. Segundo o gerente regional de Vicente Pires, Alberto Meireles, na medida em que as obras vão sendo realizadas, as pessoas começam a freqüentar o parque. “Antes aqui era um espaço para acúmulo de lixo e entulho, agora tem pistas de cooper”, comemorou Meireles. Projetado pelo urbanista Jaime Lerner, ex-governador do Paraná, o Taguapark será um espaço cultural e esportivo, com equipamentos como um anfiteatro natural e um centro olímpico.
sexta-feira, 19 de dezembro de 2008
Horário da Estrutural durante os feriados de fim de ano
Tendo em vista os feriados de natal e ano novo em que o número de veículos é muito pequeno, o Departamento de Estradas de Rodagem (DER-DF) nos dias 26/12/2008 e 02/01/2009 não fará a inversão do fluxo na via Estrutural durante todo o dia. Já nos dias 24/12/2008 e 31/12/2008 a inversão será somente no período matutino.
Assessoria de Comunicação Social
Vias marginais da Estrutural
Resultado, as chuvas fortes chegaram, os carros e caminhões estão utilizando as pistas de barro e todo o trabalho terá de ser refeito quando as chuvas acabarem.
E a gente fica sem uma via importantíssima para o Vicente Pires.
Haja paciência.
quinta-feira, 27 de novembro de 2008
Falta de segurança na Colônia Agrícola Samambaia
Moradores da Colônia Agrícola Samambaia reclamam da ação dos bandidos. Com a falta de policiamento nas ruas, os assaltos são constantes na região.
A tranqüilidade das ruas não corresponde à sensação de quem mora na Colônia Agrícola Samambaia. A reclamação da maioria é que falta segurança. Na área do Taguaparque os assaltos são freqüentes. Foi assim com a mãe do instrutor de auto-escola Eduardo Anastácio.
“O rapaz chegou a machucar a minha mãe, não se limitou a assaltar. Derrubou ela no chão. O pior é que depois roubo, os assaltantes fogem pra dentro do mato e ninguém mais encontra”, conta.
Os moradores dizem que à noite a iluminação é ruim, o que facilita a ação dos bandidos. Assaltos a casas são freqüentes. Todos os dias Jezuíte Pereira Neto é chamado para consertar portas que foram arrombadas.
“Os assaltantes arrebentam as fechaduras, entortam as portas e janelas. Eles arrombam tudo”, diz o serralheiro Jezuíte Pereira Neto.
Na Rua I, quase todas as casas já foram assaltadas. “Acontece muito roubo e furto. Mas os moradores não registram as ocorrências, porque acham que não resolve nada”, afirma a comerciante Vera Lúcia Coimbra.
E o comércio também é alvo da ação dos bandidos. O dono da padaria teve que reforçar a segurança depois de tantos assaltos. “Já fui assaltado 12 vezes. O meu sócio teve o comércio dele arrombado duas vezes”, diz o comerciante José Odeon Aguiar Filho.
Quem vive na Colônia Agrícola Samambaia quer mais segurança. O presidente da Associação dos Moradores também foi vítima de assaltos. No último, há quatro meses, os bandidos entraram na casa dele e levaram o salário. Paulo Roberto de Oliveira diz que a Associação já pediu a instalação de postos policiais e rondas no local.
“Nós imploramos para que tragam a segurança à Colônia Agrícola Samambaia. Que dêem isso de presente de Natal. A situação está difícil. Quando saio para ir trabalhar coloco nas mãos de Deus a segurança da minha casa”, diz o presidente da Associação dos Moradores.
“A Colônia Agrícola Samambaia é composta por três colônias agrícolas, que compõem o Núcleo Habitacional Vicente Pires. E nós temos um posto comunitário de segurança sediado em Vicente Pires. Para reforça esse posto, temos ainda duas viaturas que cobrem o setor. Concordo que o efetivo é pequeno devido à extensão territorial da Colônia Agrícola Samambaia. No início de 2009, será colocado mais um posto comunitário de segurança na Colônia Agrícola São José, que terá também a responsabilidade de reforça o policiamento na Colônia Agrícola Samambaia. E paralelamente estamos intensificando o patrulhamento com o posto comunitário da Praça do DI”, explica o tenente-coronel Oliveira, do 2º Batalhão de Polícia Militar.
Lívia Veiga / Edgar de Andrade
terça-feira, 28 de outubro de 2008
Assalto em casa na Rua 10
Dona de casa fica sob o poder de assaltantes durante 30 minutos em Vicente Pires
Uma mulher passou cerca de 30 minutos de terror na tarde desta segunda-feira (27) em sua própria casa quando foi assaltada por três pessoas, na rua 10, em Vicente Pires. Por volta de 13h30, a dona de casa A.C.F, 19 anos, foi atender a campainha para uma mulher que se identificou como fiscal da Receita Federal. Quando abriu a porta, dois homens encapuzados, armados com pistolas, a renderam e invadiram sua casa.
A dona de casa ficou cerca de 30 minutos em poder dos bandidos que levaram seu veículo GM Corsa preto e R$ 3.400, além de seu celular.
Segundo o policial, Jildenou Valentin, da 38ª DP (Vicente Pires) ainda não há suspeitos do assaltante e a polícia se encontra em diligências atrás dos mesmo.
terça-feira, 7 de outubro de 2008
Mototáxi no Vicente Pires
Abaixo reportagem do Correio de 06/10:
Motos enfileiradas uma ao lado da outra. Um capacete pendurado no guidom e o outro preso na garupa por uma rede. Em placas, faixas ou pintado na parede, o anúncio da prestação de um serviço clandestino, mas que ocorre livremente em várias cidades do Distrito Federal, sob o olhar desatento das autoridades. São mototáxis ou, para quem não conhece, o transporte remunerado de passageiros em motocicletas. No DF, estima-se em 1,2 mil o número de mototaxistas sindicalizados. No Brasil, são cerca de 500 mil, segundo a entidade de classe.
Na última quinta-feira, a reportagem do Correio passou o dia observando a movimentação em pontos de mototáxi de Vicente Pires, Gama e São Sebastião. E comprovou que a demanda pelo serviço é alta e, apesar de irregular, a atividade é escancarada para quem quiser ver. Homens e mulheres de todas as idades são levados de um ponto a outro da cidade. A diarista Rosilene Pereira, 25, está entre os clientes. Ela confessa: acha inseguro andar de moto. “Mas os ônibus demoram demais a passar.”
A prestação de serviço ocorre de duas maneiras: o cliente vai até o ponto e contrata a corrida ou liga e o mototaxista vai ao encontro dele. Os preços variam se o lugar é perigoso ou não ou conforme a distância e o horário. A corrida mais barata, geralmente na mesma cidade, custa a partir de R$ 2. É mais caro que a passagem de algumas linhas de ônibus (R$ 1,50). No entanto, é mais cômodo e rápido, argumentam os usuários. Já para o Plano Piloto, sai pela metade do preço de um táxi: R$ 25.
A primeira parada do Correio foi em Vicente Pires, perto do viaduto de Águas Claras. Quando a reportagem chegou, às 11h, havia sete motocicletas estacionadas em frente à empresa de mototáxi. Em 30 minutos, apareceram sete clientes e outros seis motociclistas saíram após atender o chamado pelo telefone. Durante esse tempo, motociclistas e passageiros usaram o capacete, com exceção de um motoqueiro que arrancou na moto com o equipamento de proteção na altura da testa.
Discagem gratuita
Em todos os pontos de mototáxi observados pela reportagem, o serviço é oferecido 24 horas. São comuns frases vendendo facilidades como “de porta a porta” e até números de discagem gratuita ou de ligação a cobrar.
Se o chamado é no fim de semana, algumas empresas cobram uma taxa extra de R$ 1. A violência também encarece o serviço (veja arte). “Se no lugar tiver muito assalto ou pontos de droga, aí é mais caro. E, depois da meia-noite, uma corrida que sai por R$ 3 sobe para R$ 7”, contou Cleuton Benis da Cruz, 23 anos, usuário assíduo de mototáxi em São Sebastião. “Sei que não é seguro porque muitos motoristas não respeitam o motociclista. E tem motoqueiro que abusa. Mas é mais rápido.”
É de mototáxi que a assistente administrativa Waldira Mendes da Silva Pereira, 42, vai ao trabalho e volta para casa. Ela não usa calça comprida. Por isso, senta-se de lado na garupa. “Não tenho medo”, disse. Apesar de o Código de Trânsito Brasileiro não proibir o carona de andar de lado, essa posição não é recomendada. “O mais seguro é andar com uma perna de cada lado para não comprometer o equilíbrio do motorista”, alertou o gerente de Fiscalização do Detran, Silvaim Fonseca.
Entre os mototaxistas é comum ouvir relato de gente que entrou para a atividade após perder o emprego. Caso de Fernando Lira, 23 anos, há três no ramo de mototáxi. “Pago R$ 100 por mês para trabalhar no ponto e tiro uns R$ 800 por semana”, contou. Fernando reconhece que atua na clandestinidade. “Somos meio piratas, né? Mas o governo tem deixado a gente trabalhar. Não sei até quando”, comentou.
Lucas Santos da Silva, 31 anos, é o dono de um dos pontos de mototáxi observados pela reportagem em Vicente Pires. Ele está no negócio há três anos e abriga 28 motociclistas. Nem assim consegue atender a demanda. “Precisamos conseguir a legalização. Não queremos trabalhar escondidos de ninguém”, afirmou. O presidente do Sindicato dos Motociclistas autônomos do DF (Sindmototaxi-DF), Luiz Carlos Garcia Galvão, espera que o governo regulamente a atividade a exemplo do que fez com os motoboys. “A situação é irreversível. O caminho agora é o da legalização e controle”, defendeu.
Informado pela reportagem sobre a prática de mototáxi no DF, o subsecretário de Trânsito da Secretaria de Transportes, Délio Cardoso, considerou a denúncia grave. “Farei um comunicado ao secretário Alberto Fraga. Vamos abrir procedimento investigatório”, afirmou. Délio Cardoso lembrou que o serviço de mototaxista não é regulamentado pelo Conselho Nacional de Trânsito (Contran) e, portanto, quem desempenha a atividade faz o transporte “pirata”. “Intriga-me como o cidadão pode se valer deste tipo de transporte: irregular, anti-higiênico e arriscado”, criticou.