terça-feira, 5 de agosto de 2008

Onde estão os microônibus?

O Vicente Pires continua sem nenhum.
Reportagem do Bom Dia DF de 05/08:

Onde estão os microônibus?
Há quem diga que nunca viu um microônibus e quem está satisfeito com o novo serviço. De acordo com o diretor do DFTrans, a população pode pedir outras linhas.

A situação da rodovia entre o Recanto das Emas e o Riacho Fundo é inusitada: de um lado da pista, onde fica o Recanto das Emas, passam muitos microônibus. Do outro lado, não.

Para ir do Riacho Fundo I para o II a dona-de-casa Aldeniza Silva, por exemplo, é obrigada a caminhar muito até a parada, na Avenida Central, onde só passam ônibus comuns e não há microônibus entre as duas cidades. “Eu estou aqui há uma hora e não passou nada. Nunca vi esse tal microônibus!”, afirma.

Na parada a reclamação é geral. “Eu cheguei há muito tempo. Tempo pra caramba! Tiraram as lotações e acabaram com tudo. Não passam microônibus”, reclama outro passageiro.

Os moradores têm direito a pedir linhas onde não passam microônibus, de acordo com Paulo Munhoz, diretor do DFTrans. Ele diz ainda que todas as demandas da população devem ser atendidas: “Existe uma equipe que avalia estes pedidos, em um prazo médio de cinco dias”.

Para Munhoz, parte do problema deve-se à falta de entendimento sobre as substituições: “O que ocorreu não foi uma simples substituição de vans por microônibus. Foi uma remodelagem do sistema como um todo. Substituímos vans por ônibus para fazer ligações das cidades-satélites. O que tem ocorrido também é que muitos passageiros esperam o microônibus passar e, na verdade, é o ônibus”, avisa.

Serviço:
Para pedir uma nova linha você deve entrar em contato com o DFTrans pelo 156.

sexta-feira, 25 de julho de 2008

Linhas dos microônibus

O DFTrans divulgou em seu site duas tabelas com as linhas dos microônibus.
A primeira lista as linhas que eram realizadas por vans e ônibus e que serão feitas por microônibus.
A segunda lista as linhas que eram feitas pelas vans e serão feitas por ônibus.

No Vicente Pires, a única mudança é em relação à linha 43-"P" Sul Taguatinga/QNG/Vicente Pires que era feita por vans e será substituída pela linha de ônibus 0.043 P Sul / Tag. (Estádio-Av. Central-Tag.Shop.-Samdu N.) / QNG / Vicente Pires e custará R$2,00.

quinta-feira, 24 de julho de 2008

Por que os ônibus do DF dão "Bom dia"?

O transporte público já é péssimo e tem gente que consegue fazê-lo pior.

Você já está há 15 minutos esperando no ponto de ônibus.
Um ônibus vem lá longe, mas ainda não dá para avistar qual o destino.
O ônibus se aproxima e no letreiro, em vez do destino, começa a aparecer mensagens de "Bom dia", "Previsão do horóscopo" e outras inutilidades.
Passou.
Pronto, você perdeu o ônibus porque ele quer ser simpático com a população.

Quem foi o iluminado que teve essa idéia?

quarta-feira, 23 de julho de 2008

Vicente Pires não vai ter microônibus

Segundo reportagem do Correio Braziliense de hoje , a frota de microônibus que irá substituir as vans começa a circular no próximo sábado dia 26/07. Ao todo 12 cidades receberão os microônibus (Ceilândia, Samambaia, Brazlândia, Recanto das Emas, Gama, Santa Maria, Guará, São Sebastião, Paranoá, Itapoã, Sobradinho e Planaltina). Como se vê, esqueceram os condomínios da região do Vicente Pires, Arniqueiras e proximidades que já sofrem muito com a falta de transporte público.
Até agora o DFTrans não divulgou quais são as linhas e itinerários dos microônibus. Beleza, a população vai ter de advinhar...
Para piorar, a única linha de van que circulava em Vicente Pires vai parar.
No Vicente Pires seria excelente a utilização dos microônibus circulando internamente e levando passageiros dos principais pontos de ônibus na EPTG e Estrutural para todas as ruas do setor de forma integrada.
Esqueceram da gente mais uma vez.

quarta-feira, 9 de julho de 2008

Caminhões fora da EPTG

Desde o início dessa semana, o trânsito de caminhões pela EPTG está proibido nos seguintes horários:

Sentido Taguatinga-Plano Piloto: das 6h30 às 9h00
Sentido Planto Piloto-Taguatinga: das 17h30 às 20h00

A determinação é do DER-DF e visa a melhoria do fluxo na EPTG nos horários de pico.

Eu, particularmente, fiquei com uma dúvida: caminhão guincho pode circular nesses horários para socorrer carro quebrado?

Vai faltar água no dia 10/07

Deu no ComuniWeb:

Vai faltar água em Vicente Pires
A Companhia de Saneamento Ambiental do DF (Caesb) informa que vai faltar água, na próxima quinta-feira (10), em áreas de Vicente Pires. A suspensão do fornecimento será feita das 8h às 18h, com o objetivo de melhorar o funcionamento da unidade. Serão afetadas diversas chácaras localizadas na Vila São José e Colônia Agrícola Vicente Pires. Mais informações pelo telefone 115.

segunda-feira, 7 de julho de 2008

Posto Comunitário de Segurança ao lado da Feira do Produtor

Notícia no portal do GDF:

O décimo e último posto comunitário de segurança inaugurado pelo governador José Roberto Arruda nesta terça-feira (1) foi o da Área Especial 4/1 de Vicente Pires, próximo à Feira do Produtor. Como os demais, foi construído em apenas 30 dias, a um custo de R$ 104 mil, e terá um efetivo de 17 policiais.
– A idéia do posto é tirar o policial do quartel e trazê-lo para perto da comunidade. Daqui para a frente, teremos sempre PMs de plantão na unidade. Peço que os policiais se relacionem com os moradores, conheçam as lideranças locais, de forma que a própria população ajude na segurança na cidade – disse o governador, durante a inauguração, no final da tarde.
De acordo com o gerente regional de Vicente Pires, Alberto de Meireles, a decisão de instalar a unidade ao lado da feira se deveu ao grande movimento na área, em especial nos finais de semana, quando cerca de 8 mil pessoas passam por lá.
- Além disso, a área central permite fácil acesso a todos os pontos de Vicente Pires – revelou o gerente.
Meireles observou que a comunidade pede ainda um posto na Vila São José e outro na Colônia Agrícola de Samambaia. “Acreditamos que o governador vai atender a esses pedidos”, completou.
Para o vendedor Marcos Francisco de Oliveira, 43 anos, o posto trará mais segurança para quem mora nas proximidades da feira.
“À noite, muitos jovens consomem drogas neste ponto. Sempre ficamos apreensivos”, revelou o morador.

segunda-feira, 30 de junho de 2008

Viaduto da EPTG perto da conclusão

O DER-DF publicou novas fotos da construção do viaduto da EPTG. Quem passa pelo local percebe que as obras estão perto do fim, inclusive, parte das pistas já foi asfaltada.

quarta-feira, 25 de junho de 2008

Mudança no viaduto da Estrutural

Nenhuma sinalização e muita poeira, é isso o que a gente está vendo nessas obras.
Notícia do site Brasília em Tempo Real de 25/06:

Reformas alteram o trânsito na Estrutural
Os motoristas que seguem pela via Estrutural vão encontrar mais uma barreira, além do trânsito complicado na área.
Trata-se de uma obra no balão de acesso à Cidade Estrutural que começou nesta segunda-feira (23/06).
O condutor que segue no sentido Plano Piloto-Taguatinga terá que ficar atento para a nova entrada para a EPTG, que fica a 100 metros antes do acesso original.
Caso contrário, o acesso à Estrada Parque somente poderá ser feito pelo Pistão Norte (DF-001), em Taguatinga.

sexta-feira, 20 de junho de 2008

sexta-feira, 30 de maio de 2008

Projeto urbanístico de Vicente Pires feito pela Topocart


A Arvips colocou em seu site os arquivos do Projeto Urbanístico do Vicente Pires realizado pela Topocart, mas o site não está mais no ar.

Abaixo é possível ter acesso aos arquivos apresentados nas Oficinas realizadas durante os 2 últimos meses. São arquivos bem grandes, então quem não tem acesso rápido à internet vai ter dificuldade em baixar.

Oficina 1
 

Oficina 2



Oficina 3



Oficina 4



Oficina 5



Oficina 6



Drenagem Pluvial
.

quinta-feira, 29 de maio de 2008

A Arvips convoca

Está no site da Arvips:

"Dirsomar, Presidente da ARVIPS, convida os moradores das Áreas de Preservação Permanente – APP, para reunião extraordinária a ser realizada hoje dia 29/05/08, às 19:30 min horas no Capital Park, Rua 4-C, Chácara 12, próximo à EPTG.
COMPAREÇA
Estaremos tratando de assuntos do seu interesse.
"

quarta-feira, 28 de maio de 2008

Linhas de ônibus no Vicente Pires



LinhaItinerárioTarifa
355.2Taguatinga Sul/Vicente Pires (Comercial/QNG/Areal - QS 11)R$ 2,25
355.3Taguatinga Sul/Vicente Pires (Comercial - QNG - Areal)R$ 2,25
355.4Taguatinga Sul (Comercial Norte-Sul - Pistão - QS 11) / Vicente PiresR$ 2,25
355.6 R$ 1,50
924.1P SUL(P4-P2)/VICENTE PIRESR$ 1,50
0.946V. PIRES/ROD. PP. VIA EIXO-ESPLANADAR$ 3,00
946.1V. PIRES/ROD. PP. VIA EIXO-ESPLANADAR$ 3,00
946.2V. PIRES/ROD. PP. VIA EIXOR$ 3,00
952.1GUARA I II / VICENTE PIRES R$ 3,00
0.953VICENTE PIRES/W-3 SUL NORTE R$ 3,00
953.1W-3 NORTE SUL/VICENTE PIRES R$ 3,00
0.956QNR/QNQ/VICENTE PIRES R$ 2,00
0.957P-NORTE/VICENTE PIRES R$ 2,00
957.1QNR - Cond. Sol Nascente (QNG)/VICENTE PIRES R$ 2,00
0.960RECANTO DAS EMAS/VICENTE PIRES R$ 2,00
0.961VICENTE PIRES/L2 SUL-NORTE R$ 3,00
0.962VICENTE PIRES/SIG (RodPP-Esplan) R$ 3,00
0.043P Sul/Tag.(Estádio-Tag.Shop-Samdu N)/QNG/Vic Pires R$ 2,00


Para pesquisar outras linhas de ônibus do DF tente aqui.

Atualizado em 18/08/2010.

Criada a RA Vicente Pires

Não ainda. Mas já foi dado o segundo passo. Abaixo, notícia da Câmara Legislativa. Lá fala em gasto de 568 milhões de reais só para criar a Administração, acho que erraram feio. Se for assim, é melhor investir todo esse dinheiro na infraestrutura da região e não criar a RA.

O Projeto de Lei nº 817/2008 que cria a Região Administrativa de Vicente Pires, de autoria do Executivo, foi aprovado em primeiro turno, na sessão ordinária desta terça-feira.

Segundo a justificativa do governador, a nova região tem por objetivo "atender os propósitos relativos à descentralização administrativa, utilização racional de recursos para o desenvolvimento socioeconômico e à melhoria da qualidade de vida preconizados pela Lei Orgânica do Distrito Federal".

Além de Vicente Pires, integrarão também a nova região administrativa as áreas referentes aos núcleos habitacionais da Vila São José, 26 de Setembro, Cana do Reino e Colônia Agrícola Samambaia.

O impacto financeiro da criação da regional será de R$ 568 milhões, este ano, e de R$ 1,114 milhão, no próximo. O deputado Reguffe (PDT) votou contra a proposição: "O GDF propõe a criação de dezenas de cargos comissionados, num momento em que fala em corte de gastos".

Marco Túlio Alencar - Coordenadoria de Comunicação Social

quinta-feira, 8 de maio de 2008

União recebe escritura de Vicente Pires

Notícia do Correioweb de 1º/5 logo abaixo. Antes, os meus comentários.
O Presidente da Arvips, Dirsomar, afirmou na entrevista: “Nossa preferência é pela regularização por gleba, com preço de terra nua”. De onde ele tirou essa informação? Ele fez alguma pesquisa com os moradores? Regularizando pela gleba inteira, sempre vai haver espertinhos que não vão querer pagar e aí como fica para os de boa fé?
- Dirsomar, se não sabe o que vai falar, é melhor ficar calado.

Outra informação errada da reportagem
"Os estudos ambientais estão na fase final de elaboração e devem ser encaminhados ao Ibama ainda neste semestre." Mentira, o EIA-RIMA do Vicente Pires já está elaborado e no Ibama faz tempo.

Brasília, quinta-feira, 01 de maio de 2008
Justiça autoriza venda de lotes

Decisão do Tribunal Regional Federal, em São Paulo, permite à União registrar área em cartório. Com isso, moradores poderão receber a escritura dos terrenos até o fim do ano
Helena Mader
Da equipe do Correio

Vicente Pires tem cerca de 10 mil residências e 45 mil habitantes. As famílias com renda inferior a cinco salários mínimos receberão os lotes de graça. As demais terão de pagar

A venda dos lotes ocupados de Vicente Pires começa ainda este ano. O anúncio foi feito ontem pela Secretaria de Patrimônio da União, depois que a Justiça autorizou o governo federal a registrar a área em cartório. A decisão do Tribunal Regional Federal da 3ª Região, em São Paulo, permite que a União receba a escritura e venda os terrenos aos moradores. A disputa judicial se arrastava desde a desapropriação da área, em 1959. Os herdeiros da família Dutra Vaz, dona das terras, questionavam o valor pago e conseguiram na Justiça o bloqueio da matrícula. Agora, a Secretaria de Patrimônio da União pode fazer a avaliação dos lotes e discutir as formas de venda. O governo tem que resolver se fará a regularização lote a lote ou se venderá a gleba inteira à comunidade. A expectativa é que até o final do ano os ocupantes recebam a escritura dos terrenos.

A decisão judicial foi comemorada pelos moradores, que acompanhavam de perto o trâmite do processo e torciam por uma solução para o problema. O presidente da Associação Comunitária de Vicente Pires, Dirsomar Chaves, acredita que a decisão do desembargador Márcio Mesquita, do TRF de São Paulo, é um passo importante rumo à regularização. “Esperávamos por essa notícia há muito tempo. Agora que a União tem o domínio, será possível discutir como será feita a venda”, justifica Dirsomar. “Nossa preferência é pela regularização por gleba, com preço de terra nua”, acrescenta o líder comunitário.

A gerente regional de Patrimônio da União, Lúcia Carvalho, garante que o valor dos imóveis será acessível. “O governo federal não pode ter prejuízo, mas também não quer ter lucros. O preço será justo, não somos uma imobiliária. Nossa intenção é cobrar o valor da terra nua, sem as benfeitorias construídas pelos moradores”, garante Lúcia Carvalho.

Baixa renda
A União discutirá com a comunidade o melhor modelo de alienação. Os técnicos vão avaliar se a regularização será por licitação, venda direta ou concessão do direito real de uso. Como cerca de 10% das ocupações de Vicente Pires são de baixa renda, o modelo será obrigatoriamente diferenciado. O Estatuto da Cidade determina que as famílias com renda inferior a cinco salários mínimos podem receber o documento do terreno gratuitamente. Já os moradores de classe média terão que pagar pelos lotes. A avaliação será realizada pela Caixa Econômica Federal. No condomínio Lago Azul, outra área de propriedade do governo federal, cada lote de 1 mil metros quadrados foi avaliado em R$ 30 mil. Mas esse valor foi contestado pelo Ministério Público Federal.

Vicente Pires tem cerca de 10 mil residências e pelo menos 45 mil habitantes. A confirmação da propriedade da União sobre a área é importante também para acelerar a regularização ambiental. O Instituto Brasileiro de Meio Ambiente e Recursos Naturais Renováveis (Ibama) não pode conceder licença ambiental a regiões onde há processos judiciais e disputas pela posse. Com a liberação do registro, não haverá mais esse empecilho. Os estudos ambientais estão na fase final de elaboração e devem ser encaminhados ao Ibama ainda neste semestre.

A gerente de Patrimônio da União, Lúcia Carvalho, disse que a União não vai repassar a propriedade dos terrenos de Vicente Pires ao GDF, uma demanda antiga do governo local. “Isso está fora de questão há muito tempo. Temos uma parceria muito importante com o GDF para a regularização das áreas da União. Mas a propriedade de Vicente Pires e de todas as outras áreas da União vai continuar com a SPU”, afirmou Lúcia.

Os próximos passos

Questão fundiária
O governo federal espera vender os lotes até o final do ano. Até setembro, deve ser concluída a avaliação de mercado da área e a União vai definir a forma de venda. Depois disso, o governo federal poderá vender as terras aos ocupantes

Questão ambiental
Os estudos de impacto ambiental da área estão em fase final de elaboração e depois serão enviados ao Ibama para a liberação do licenciamento ambiental

Questão urbanística
O projeto urbanístico de Vicente Pires também está na reta final. No mês que vem, será realizada a audiência pública final para tratar da proposta, que depois será enviada para análise da Secretaria de Desenvolvimento Urbano e Meio Ambiente
Legalização acelerada

Depois do registro em cartório da área de Vicente Pires, a Secretaria de Patrimônio da União promete acelerar a regularização de outros parcelamentos em terras do governo federal. A SPU vai começar a fazer o cadastramento dos moradores do condomínio Bela Vista, no Grande Colorado. O Lago Azul, no mesmo setor, está avançado no processo de legalização, mas depende ainda de autorização do Ministério Público Federal para o início da venda da gleba, avaliada em R$ 5,3 milhões.

O chefe de gabinete da SPU, Miguel Ribeiro, espera que o MPF dê rapidamente o aval para a regularização do Lago Azul. “Os procuradores questionaram a venda por gleba e também o preço, que ficou abaixo do valor cobrado pela Terracap no setor Jardim Botânico. Mas já apresentamos todas as explicações ao Ministério Público e aguardamos o posicionamento dos procuradores”, explica .

Outra área de propriedade do governo federal, a Vila Basevi, próxima ao Lago Oeste, também dará mais um passo em direção à legalização. A SPU assinou um termo de referência com o Ibama e com o GDF para a realização dos estudos ambientais. Como a região é de baixa renda, o Eia Rima será financiado pela Companhia de Desenvolvimento Habitacional do GDF (Codhab).

Dentro de Vicente Pires, a maior preocupação é com os moradores em áreas de preservação permanente (APP), que são as margens de córregos ou terrenos com solo de vereda. Ainda não há um número preciso de construções em APP — alguns estudos falam em 500 casas, outros apontam 1,5 mil. “O governo vai fazer o remanejamento dessas pessoas antes de qualquer derrubada”, garante a gerente regional de Patrimônio da União, Lúcia Carvalho. (HM)

quarta-feira, 23 de abril de 2008

Chacareiros recebem medalha

Saiu no site ComuniWeb:

O governador homenageou os 250 pioneiros da construção da capital que receberam a Ordem do Mérito de Brasília. Foram homenageadas ainda 94 pessoas com a medalha Parceiros da Legalidade, por não terem parcelado suas chácaras, localizadas no ex-núcleo rural de Vicente Pires. “Os pioneiros e os chacareiros que tiveram o heroísmo de dizer não à grilagem de terras”, reforçou Arruda, afirmando que são exemplos da Brasília que obedece às leis e constrói o futuro dentro da legalidade.

quarta-feira, 16 de abril de 2008

Conclusão do viaduto da EPTG só em 30 de junho

Notícia do DFTV de hoje:

O trânsito na EPTG, por causa das obras na pista, ainda vai demorar para fluir normalmente. Os engarrafamentos constantes irritam o motorista.
“O trânsito é bastante complicada no horário das 7h às 9h”, reclama o militar Luiz Carlos.
“Essa obra está demorando muito. A gente tinha que ter mais opções para ir ao trabalho tranqüilo”, diz o vendedor Carlos Eduardo Ferreira.
A dificuldade de travessia preocupa o pedestre. “Eu preciso levar as crianças ao colégio e fico muito preocupada em atravessar essas pistas. Temos que enfrentar esse trânsito de manhã cedo e na hora do almoço. Quando ouço uma freada já fico tensa”, conta a dona-de-casa Domingas Lopes.
“O sinal demora muito para fechar. E é impossível atravessar sem o sinal”, fala o vendedor Roger Silva.
Mas a conclusão da obra, que estava marcada para o dia 21 de abril, foi adiada. Agora a nova data de inauguração dos viadutos da EPTG é dia 30 de junho. O diretor do Departamento de Estradas de Rodagem (DER) diz que a chuva é a causa do atraso.
“Ninguém faz o movimento de terraplanagem dessa magnitude com excesso de chuva. E nessa região chove demais, umedecendo demais a terra, o que impossibilita o trabalho de compactação das máquinas. Tão logo cesse essa chuva, nós vamos trabalhar dia e noite para recuperar esse atraso e cumprir o prazo de 30 de junho”, afirma o diretor-geral do DER Luiz Carlos Tanezini.

terça-feira, 15 de abril de 2008

Locais das oficinas por área

O site da Arvips (que adora copiar notícias publicadas nesse blog sem citar a fonte) divulgou uma imagem com os locais e horários onde ocorrerão as oficinas para apresentação e discussão do projeto urbanístico do Vicente Pires. As oficinas das áreas 1 e 2 já ocorreram no último sábado (12/04). No próximo sábado serão as oficinas das áreas 3 e 4.
Quem tiver informações adicionais sobre essa oficinas, comentem aqui.

Apresentação do projeto urbanístico no DFTV

sexta-feira, 11 de abril de 2008

Datas das oficinas com o GDF

Conforme noticiado por alguns jornais, os moradores do Vicente Pires irão participar de consultas públicas para apresentação do projeto piloto de urbanização. Serão nove oficinas abertas à população. Todas serão realizadas durante os fins de semana. Serão apresentados os esboços dos equipamentos urbanos, traçado de ruas, calendários de obras e as próprias diretrizes dos trabalhos da comissão.
As datas dessas oficinas serão as seguintes:

Oficina Área 1 - 12/04 - 9h às 12h
Oficina Área 2 - 12/04 - 14:30 às 17:30h
Oficina Área 3 - 19/04 - 9h às 12h
Oficina Área 4 - 19/04 - 14:30 às 17:30h
Oficina Área 5 - 26/04 - 9h às 12h
Oficina Área 6 - 26/04 - 14:30 às 17:30h
Oficina Área 7 - 03/05 - 9h às 12h
Oficina Área 8 - 03/05 - 14:30 às 17:30h
Oficina Área 9 - 10/05 - 9h às 12h

Para saber em que área o seu condomínio está, procure o seu síndico ou a Arvips. Os locais das oficinas serão diferentes para cada área.

No dia 17/05 haverá uma Audiência Pública às 9h para a Conclusão das Oficinas e para apresentação da Proposta Final.

terça-feira, 8 de abril de 2008

"Tudo mentira" - falou o secretário de governo

Agora o GDF diz que não vai fazer nenhuma derrubada antes de realocarem os moradores em outras áreas.
Notícia no site do GDF:

GDF garante que não haverá derrubadas em Vicente Pires
(07/04/2008 - 19:18)
O GDF não planeja derrubadas em Vicente Pires. A garantia foi dada pelo secretário de Governo, José Humberto Pires, na tarde desta segunda-feira (7). O setor habitacional ganhou um núcleo de gestão compartilhada, com órgãos do GDF e da União, que discutirá com a população o plano urbanístico do lugar em nove oficinas. A audiência pública que vai definir o projeto está marcada para o dia 17 de maio. A expectativa é de que até o final do ano a regularização da área esteja liberada. “Não há um estudo definitivo sobre as propriedades que ocupam Áreas de Proteção Permanente (APPs) e nenhum imóvel será realocado enquanto uma nova área não for encontrada para aquelas famílias”, explicou José Humberto.
Em vez de derrubadas, a comunidade de Vicente Pires recebeu um convite para participar do processo de regularização da área, que passará, somente em um segundo momento, pela desocupação das áreas de proteção ambiental e adequação das construções ao Código Florestal. “Já no Termo de Ajustamento de Conduta (TAC) que assinamos com a Secretaria do Patrimônio da União (SPU) e com o Ibama estava determinado que não haveria nenhuma derrubada até que áreas alternativas para as famílias que ocupam as APPs fossem determinadas”, lembrou o presidente da Companhia de Desenvolvimento Habitacional do DF (Codhab), Luis Antônio Reis.
O núcleo de gestão compartilhada de Vicente Pires foi criado no último sábado (5) para coordenar a regularização da área. O núcleo foi instalado na sede da Associação Comunitária de Vicente Pires (Arvips) e funciona todos os dias. Lá, técnicos atendem moradores, ouvindo sugestões e críticas sobre a formatação de um plano urbanístico para o setor. “A pessoa pode chegar ao escritório e mostrar que a área de sua casa que está em APP é menor do que dizem os mapas dos técnicos, aí podemos verificar e alterar. Um erro em milhares para nós é pouco, mas para as famílias envolvidas é muito”, pondera Luis Antônio Reis. Para discutir o processo de regularização, a comunidade será convidada a participar em nove diferentes oficinas, que pretendem discutir os problemas urbanísticos de cada uma das nove áreas em que Vicente Pires foi dividida. “Os problemas de quem mora próximo à Estrada Parque Taguatinga-Guará (EPTG) são diferentes das questões de quem está no centro do Setor Habitacional. Por isso a divisão, para que cada área possa ter foco no que quer discutir sobre sua região”, explica o presidente da Codhab. A expectativa é de que até o final deste ano todos os estudos necessários à regularização estejam prontos para ser enviados ao Ibama, a fim de obter a licença ambiental da área.
Segundo a gerente de Patrimônio da União, Lucia Carvalho, as novas áreas para moradores que estejam ocupando APPs já existem, mas a remoção de moradores ainda será discutida com a comunidade. “As famílias não devem ser removidas para muito longe de onde moram, porque lá já constituíram uma relação de vizinhança, que é muito importante. Para isso serão usados locais ainda não ocupados e chácaras de quatro e seis alqueires que ainda restam em Vicente Pires para receberem essas pessoas”, afirma Lucia. A população, por meio das oficinas, também ajudará o GDF a decidir pela localização dos aparelhos públicos, como postos policiais e escolas, que farão parte do plano urbanístico Setor Habitacional.

segunda-feira, 7 de abril de 2008

Regularização - a fase mais traumática

Notícia do Correioweb de 7/4/08:
Construções irregulares começam a ser demolidas em Vicente Pires
Gizella Rodrigues
Do Correio Braziliense

07/04/2008
09h09
-Começam a ser demolidas este mês as construções na beira de córregos, nascentes e veredas de Vicente Pires, Colônia Agrícola Samambaia e Vila São José. O governo local, em parceria com o Instituto Brasileiro dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama), concluiu levantamento que apontou todas as edificações erguidas em Áreas de Proteção Permanente (APPs) nos três loteamentos, que formam o Setor Habitacional Vicente Pires. O estudo mostrou que 1.532 casas e lojas deverão ir ao chão para a concessão do licenciamento ambiental.

O cronograma de derrubadas fica pronto até o fim da semana. A previsão é começar as demolições em 22 de abril. O certo é que as primeiras ações incluem todos os estabelecimentos às margens da Estrada Parque Taguatinga (EPTG). Primeiro, irão ao chão as construções a menos de 30m de córregos e a 50m das nascentes. O alvo seguinte são as edificações em áreas de veredas. A Subsecretaria de Defesa do Solo e da Água (Sudesa) tem até setembro para demolir imóveis que desrespeitam o Código Florestal Brasileiro (veja O que diz a lei).

Após os comércios, será a vez das residências. No caso de casas habitadas, os moradores devem ser notificados com 30 dias de antecedência. Na lista da Sudesa, há, inclusive, edificações de grande porte, como sobrados de classe média. As famílias retiradas serão removidas para outras áreas. O Governo do Distrito Federal estuda, juntamente com a Secretaria do Patrimônio da União (SPU), um terreno no mesmo setor para abrigar os ocupantes das APPs. “Podemos fazer tudo em um mês ou em mais tempo, dependendo do que encontrarmos. Vamos usar a metodologia do convencimento, mas as pessoas terão que sair”, adverte o gerente de Planejamento e Operações da Sudesa, major César Lacerda.

O estudo que apontou as 1.532 edificações ainda passará por outra análise. Os técnicos vão verificar caso a caso, pois existe a possibilidade de algumas derrubadas causarem ainda mais dano ao meio ambiente. Nesses casos, o Ibama vai estipular uma compensação ambiental para o morador ou comerciante, que pode ser multa ou até o reflorestamento da área.

Regularização
O superintendente do Ibama-DF, Francisco Palhares, lembra que a derrubada das edificações é condição para a emissão das licenças ambientais, uma das etapas para regularização do setor habitacional, onde moram 40 mil pessoas. “Para pensar em regularização é preciso remover as casas em APPs. Isso faz parte do processo de licenciamento”, explica Palhares. O Ibama analisou o Estudo de Impacto Ambiental (EIA-Rima) de Vicente Pires e pediu mais informações. O estudo urbanístico ainda não foi concluído. As demolições são necessárias para colocá-lo em prática.

O GDF ameaça derrubar as construções em APPs de Vicente Pires desde 2005. Na época, o Ibama impôs as remoções como condição para a liberação das obras da rede de abastecimento de água no local (leia Memória). Em 2006, a extinta Subsecretaria do Sistema Integrado de Vigilância, Preservação e Conservação dos Mananciais (Siv-Água) mapeou 549 construções em APPs, sendo 384 casas em diferentes estágios em construção. Mas apenas pequenas edificações, como muros e depósitos, foram demolidas.

Satélite
O mapeamento das edificações que devem ser demolidas foi feito por imagens de satélite e visita dos técnicos às casas. A engenheira florestal Éster Martins, gerente técnica da Sudesa, diz que os moradores tentam de todas as maneiras esconder que estão em APP. Há casos, inclusive, de pessoas que aterraram parte do córrego para desviar o curso da água. “Assim, eles jogaram o córrego na casa do vizinho e alegaram que não estão em área de proteção. Mas não adianta porque as características naturais permanecem no ambiente”, comenta.

Ocupar uma área de proteção traz prejuízos incalculáveis ao meio ambiente. A área de veredas, por exemplo, serve para a recarga de aqüíferos, ou seja, é um local onde a água penetra no solo e abastece o lençol freático. Além de concentrar nascentes, a vereda serve para diversas espécies do cerrado se reproduzirem. Mais do que prejudicar a natureza, uma pessoa que ergue uma casa na beira de um córrego corre risco de morte. “Essas áreas são instáveis. As casas podem dar rachaduras e até desmoronar. Com as construções, a água da chuva escorre pelo asfalto ao invés de penetrar no solo, o que causa processos erosivos”, alerta a engenheira florestal da Sudesa.

O presidente da Associação Comunitária de Vicente Pires (Arvips), Dirsomar Chaves, não foi encontrado pela reportagem para comentar a decisão do governo de derrubar as casas em APPs.

terça-feira, 18 de março de 2008

Prédio de 6 andares, como vão regularizar isso?

Isso sim é exploração imobiliária.
Notícia do DFTV de hoje:

Antes eram apenas casas. Agora, os prédios começam a tomar conta das Colônias Agrícolas Vicente Pires, Samambaia e São José. Já é possível encontrar construções de três, quatro, cinco e até seis andares, como uma que fica na chácara 115.

“Se as próprias residências de estrutura menor não têm o alvará de construção, imagine esses prédio. Isso é injusto”, reclama o autônomo Otoniel Cardoso.

E mesmo diante da proibição do governo de continuar com as obras, não é difícil encontrar pedreiros trabalhando. Na chácara 148, um prédio de três andares, com terraço, está sendo construído. Já na chácara 122, o terreno dos fundos é usado para guardar materiais de construção, uma forma de driblar os fiscais. Mas o dono nega.

“Esse prédio já está pronto tem uns dois anos. Está todo pronto”, diz o senhor.

De acordo com o GDF, em um ano, cerca de 200 obras com mais de um pavimento foram embargadas na região de Vicente Pires. A principal dificuldade da fiscalização para impedir essa irregularidade é que os donos dos terrenos têm trabalhado nas construções durante a noite e madrugada.

A idéia é intensificar a fiscalização nesses períodos. “Nenhuma obra será admitida sem licenciamento. Então, nós estamos embargando as construções irregulares. Quem insistir em construir, terá a obra demolida”, garante o gerente de fiscalização Ismar Batista Júnior.

A Administração de Taguatinga, que é responsável pela área de Vicente Pires, alerta que a regularização está próxima e que qualquer descumprimento da lei pode acarretar em problemas no futuro.

Prova Escrivão PCDF 2008

Aqui está, é um pouco grande 5,8 MB.

http://documents.scribd.com/docs/1zt8utbeddblq6w9fdt3.pdf

Tem também as provas de:

Perito Médico Legista PCDF

Perito Criminal PCDF

Violência em Vicente Pires

Deu no Correio Braziliense de 17/03:

Seis homicídios registrados em uma noite

Do final da tarde de sábado até a madrugada de ontem, pelo menos seis pessoas foram assassinadas no Distrito Federal. Cinco delas por disparo de arma de fogo. Até o fechamento desta edição, no entanto, nenhum criminoso havia sido preso.
(...)
Por volta das 19h, Francisco das Chagas Moura Santos, 37 anos, foi encontrado morto na rua 1, Chácara 156, em frente à Colônia Agrícola Samambaia, ao lado de Vicente Pires. Francisco teria sido assassinado a facadas e pauladas, mas a 38ª Delegacia (Vicente Pires) não tem mais detalhes do crime.
(...)
Às 4h, em Vicente Pires, mais uma morte. Na rua 8, chácara 327, o corpo de Silfrance de Souza Silva, 25, foi encontrado com um tiro na cabeça. A polícia ainda não sabe a motivação do crime. Em depoimento, testemunhas disseram ter visto um Gol suspeito nas proximidades. Policiais da 38ª Delegacia (Vicente Pires) investigam o caso, mas acreditam que a motivação esteja ligada a drogas. No ano passado, a Polícia Civil do DF registrou 567 homicídios, 5,2% a mais do que em 2006. Dos casos de 2008, 156 ainda não foram solucionados.

quarta-feira, 12 de março de 2008

Nova Rodoviária Interestadual de Brasília até 2010

Aqui estão algumas imagens do projeto arquitetônico de como será a nova Rodoviária Interestadual de Brasília que substituirá a atual Rodoferroviária.
O GDF prometeu, essa semana, finalizar a obra até o fim de 2009.
O projeto foi desenhado pela Reis Arquitetura.

terça-feira, 11 de março de 2008

Prova Perito Criminal PCDF 2008

Conforme prometido aqui está a Prova de Perito Criminal PCDF 2008 da Funiversa.


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Quem estiver tendo dificuldade nos links acima tentem aqui http://picasaweb.google.com.br/vicentepiresblog/ProvaPeritoPCDF
Tem que entrar em cada foto e fazer o download para o seu micro.

Aqui tem também as seguintes provas:

Perito médico legista PCDF

Escrivão PCDF

Prova Perito Médico Legista PCDF 2008

Já que a Funiversa não divulgou, aqui está a prova de Perito Médico Legista da PCDF "escaneada" em PDF 1,3 MB.

Se não funcionar no link acima tentem aqui http://documents.scribd.com/docs/1hzepabmp30sx3a2akbr.pdf

Para obter a prova de Perito Criminal clique aqui.

sexta-feira, 7 de março de 2008

Nova enquete

Têm nova enquete no ar. Do lado direito da página. Agora queremos saber "Qual a obra de infra-estrutura mais importante para o Vicente Pires?"

O resultado da última enquete foi o seguinte:
Perguntamos: "Em que rua você mora?'
33% Rua 9, 10, 10A, 10B, 12
30% Rua 3, 4, 4A, 4B
22% Rua 7, 8
15% Rua 5, 6
0% Rua 1 / Rua do Jóquei

terça-feira, 4 de março de 2008

Novas fotos da obra do viaduto da EPTG

Estão nas escavações do túnel dos viadutos.
Espero que eles se lembrem de fazer o escoamento adequado das águas da chuva, afinal o escoamento que hoje existe na marginal da EPTG não funciona.
Todos as fotos são do site do DER-DF.