sexta-feira, 1 de fevereiro de 2008
IPTU 2008 - aumento no Vicente Pires foi de 27,24%
Os carnês começaram a chegar, e pelo que calculei o aumento do IPTU para imóveis residenciais no Vicente Pires foi de 27,24% em relação a 2007, bem acima dos 16,58% permitidos pela Lei 4.072/2007.
Liguei no 156 opção 3 e a atendente me informou que receberei um novo carnê com os valores reduzidos de acordo com a Lei. O vencimento da 1ª parcela foi prorrogado para 29 de fevereiro.
O aumento do IPTU 2007 em relação a 2006 tinha sido de apenas 2,59%.
Quem não recebeu o carnê e quer verificar qual o valor é só entrar no site da Secretaria de Fazenda do DF.
quinta-feira, 31 de janeiro de 2008
Boato da moeda de 1 real do JK
Tem gente acreditando, e alguns ganhando dinheiro, com o boato de que o Banco Central estaria comprando moedas de 1 real com a face de JK por 25 reais.
Isso é tudo mentira e invenção de estelionatários.
Para confirmar, copio abaixo informativo do Banco Central a respeito do assunto:
Em razão de boatos que circulam especialmente no Rio de Janeiro e em Fortaleza, o Banco Central esclarece que não há fundamento nas informações de que estaria recomprando moedas de 1 real com a figura de Juscelino Kubitschek e do prédio do Banco Central. Assim como as demais moedas bimetálicas de 1 real, as moedas com a figura de Juscelino Kubitschek e do prédio do Banco Central permanecem normalmente em circulação e valem o correspondente a seu valor de face, ou seja 1 real. O Banco Central somente recebe moedas que estejam danificadas, com suspeição de legitimidade ou em processo de recolhimento (perda de poder liberatório).
1. O Banco Central está recomprando por um valor maior a moeda de R$1,00 com a imagem de Juscelino Kubitschek ou do prédio do Banco Central no verso?
Não. As moedas bimetálicas (com anel dourado exterior e interior prateado) de R$1,00 que têm no verso a figura de Juscelino Kubitschek, do prédio do Banco Central, da efígie da República ou a figura comemorativa do cinqüentenário da Declaração dos Direitos Humanos valem o correspondente a seu valor de face, ou seja 1 real.
2. Existe alguma diferença entre a moeda de R$1,00 com a imagem da efígie da República no verso e as outras?
Em termos de valor de circulação não. As moedas que têm no verso a figura de Juscelino Kubitschek, do prédio do Banco Central ou a figura comemorativa do cinqüentenário da Declaração dos Direitos Humanos são versões comemorativas da moeda de R$1,00. São moedas comuns e valem somente o valor indicado na própria moeda (valor de face), ou seja 1 real.
3. Existem moedas de R$1,00 com valor diferente de seu valor de face?
Não. Todas as moedas de R$1,00 atualmente em circulação têm o valor indicado na própria moeda, ou seja 1 real.
4. Existem outras moedas com valor diferente do valor indicado na própria moeda?
Sim. Existem moedas comemorativas com valor de face de dois, três, quatro e cinco reais, feitas em materiais nobres, como ouro e prata, cujo preço de venda é diferente do valor de face indicado na própria moeda.
Quem ainda tem dúvidas é só ligar no 0800 do Banco Central.
E não deixem de ver como ganhar passagens aéreas grátis.
Telefone 0800 do Banco Central
Para quem ainda duvida que isso é um boato é só ligar no 0800 do Banco Central
08009792345
Escolha a opção 9 (Falar com a atendente).
quarta-feira, 30 de janeiro de 2008
Linhas de ônibus no Vicente Pires
Quer sofrer? Tente obter informações sobre linhas e horários de ônibus que circulam pelo Vicente Pires.
Infelizmente a página do DFTrans na internet é péssima, com informações desatualizadas, os horários são os de 2004, enfim, não dá para confiar.
Abaixo tentei listar todas as linhas que circulam pelo nosso setor. Para informações sobre os horários e o itinerário é preciso ligar para o telefone 156.
| Linha | Itinerário | Tarifa |
| 355.3 | TAG. SUL / V. PIRES (AREAL COM. N. S ) | R$ 1,50 |
| 0.946 | M. NORTE/V. PIRES/ROD. PP. VIA W-3 SUL | R$ 3,00 |
| 946.1 | M. NORTE / VIC. PIRES / ROD. P.P. / ESPL | R$ 3,00 |
| 946.2 | CIRCULAR ROD. P. P. / VIC. PIRES - W3 SUL | R$ 3,00 |
| 946.3 | CIRCULAR ROD. P.P. / VIC. PIRES - W3 SUL | R$ 3,00 |
| 0.948 | SETOR O / VICENTE PIRES | R$ 1,50 |
| 948.1 | SETOR O /V. PIRES /CATOLICA | R$ 1,50 |
| 948.2 | SETOR O /V. PIRES TAG. CENTRO | R$ 1,50 |
| 948.3 | SETOR O /V.PIRES /CATOLICA | R$ 1,50 |
| 0.952 | VICENTE PIRES/GUARA I II | R$ 3,00 |
| 952.1 | GUARA I II / VICENTE PIRES | R$ 3,00 |
| 0.953 | VICENTE PIRES/W-3 SUL NORTE | R$ 3,00 |
| 953.1 | W-3 NORTE SUL/VICENTE PIRES | R$ 3,00 |
terça-feira, 29 de janeiro de 2008
Projeto Brasília Integrada
Agora está tudo certo para o Projeto Brasília Integrada ser realizado, o BID vai emprestar o dinheiro, o Ministério da Fazenda autorizou e o Governador do DF quer fazer.
Mas o que é esse projeto?
A figura ao lado do Jornal de Brasília ajuda a esclarecer.
Lembrando que os 4 viadutos da EPTG que eles falam já estão sendo construídos. Em falar nisso, são 4 viadutos mas todos com uma única função: criar retornos fáceis da EPTG para Águas Claras e para o Vicente Pires, como se pode ver no modelo do projeto do DER aqui.
Esperamos que no Vicente Pires exista um terminal de integração para outras linhas do DF e com o metrô.
segunda-feira, 28 de janeiro de 2008
PF na mira dos grileiros
Lotes em áreas de proteção
Um dos maiores desafios da Polícia Federal é o Setor Habitacional Vicente Pires. Localizado em terras da União e da Terracap, o loteamento começou, de forma irregular, há mais de 20 anos. Chegar hoje aos primeiros parceladores é uma tarefa difícil, mas que continua sendo objetivo dos inquéritos da PF. A atenção está voltada, sobretudo, aos lotes localizados em Áreas de Proteção Permanente (APPs), próximos a córregos ou nascentes – muitas vezes aterradas.
Com duas décadas de crescimento, a antiga colônia agrícola tomou ares de cidade e hoje abriga mais de 20 mil famílias. Pelo menos 200 delas estão em APP e precisam ser retiradas antes de se falar em regularização. No começo deste mês, a Secretaria de Desenvolvimento Social e Trabalho do GDF (Sedest) anunciou o cadastramento dessas pessoas, que seriam transferidas para outra área.
A notícia causou estranheza aos moradores. "Mais uma vez isso. Eles já fizeram vários cadastramentos e nunca há resultado concreto", reclama Dirsomar Ferreira Chaves, presidente da Associação de Moradores de Vicente Pires (Arvips).
Segundo ele, o Estudo de Impacto Ambiental (EIA-Rima), feito por uma empresa a pedido da comunidade e entregue ao Ibama para possibilitar o licenciamento ambiental da área (outra exigência para a regularização), detalha que lotes estão em APP. "Esse novo cadastro pode servir para conhecer os dados socioeconômicos de famílias em área da Terracap, uma vez que esses dados estão desatualizados. Na área da União isso foi levantado ano passado", informa Dirsomar.
Recuperação
Quem mora em APP, inicialmente, não deve ser citado nos inquéritos federais, que buscam os grileiros, verdadeiros responsáveis pelos danos ambientais. O plano do GDF é recuperar essas áreas após a retirada das obras. A licença ambiental só poderá ser concedida após essa recuperação. A questão do EIA-Rima ganha ritmo de novela.
Em setembro do ano passado, o governador José Roberto Arruda esteve em Vicente Pires para anunciar a ligação de água em todas as casas (fora de APP) pela Caesb. Até então, a população que vive no local – a maioria de classe média ou média-alta – tirava a água de poços artesianos.
Na ocasião, foi entregue a "versão final" do EIA-Rima ao superintendente do Ibama no DF, Francisco Palhares. Ele nega. "Não entregaram nada naquele dia. O documento que recebemos foi uma cópia de um estudo antigo, ultrapassado há seis meses, com algumas modificações", acusa. Atendendo a pedidos do órgão, outra versão foi entregue no dia 20 de dezembro. "Essa sim valendo", ressaltou Palhares, que esta semana devolveu, novamente, o pedido de licença para obras em Vicente Pires.
Chaves se defende dizendo que, a cada versão, os pedidos do Ibama são atendidos. "Nosso EIA-Rima tem dois anos enquanto outros na cidade têm oito", afirma. Ele, porém, também prevê o término do processo e agradece o apoio do órgão ambiental. "Acho que eles estão nos dando bastante atenção", afirma.
sexta-feira, 25 de janeiro de 2008
Depois da água agora vem a rede de esgoto
As licitações ocorrerão nos dias 06 e 17 de março, assim, presume-se que as obras iniciem em abril de 2008.
segunda-feira, 21 de janeiro de 2008
Como limpar a caixa d'água?
Para os moradores de condomínios irregulares com o Vicente Pires, que sempre utilizaram água de poços artesianos, as caixas costumam acumular muito barro e lodo devido ao tipo da água.
Clique aqui para ver o manual sobre como limpar a caixa d'água no formato PDF.
Cadastramento de novo?
Os moradores de Vicente Pires já ouviram a mesma história diversas vezes: o governo determinou que, a partir da semana que vem, começará um cadastramento das ocupações como início de um processo para regularizar a área.
"De novo? Eu já fiz esse cadastramento umas dez vezes. Tem seis anos que eu moro aqui", reclama a aposentada Maria Auxiliadora Ferreira.
“Eu acho que o governo precisa tomar uma atitude e realizar algo definitivo. Já fizeram vários cadastramentos e nada foi resolvido. Será que desta vez vai?”, indaga Sebastião Souza, corretor.
Mas o GDF avisa que este será um cadastramento mais detalhado, com fiscais e bombeiros treinados para identificar construções em áreas de risco ambiental.
A secretária de Desenvolvimento Social e Trabalho, Eliana Pedrosa, justifica: “É mais do que um cadastramento de pessoas. É o cadastramento do imóvel em relação ao meio ambiente. O governo quer regularizar a região mexendo com o menor número de pessoas. Esse é o objetivo”.
O presidente da Associação de Moradores de Vicente Pires, Dirsomar Ferreira Chaves, acha que o estudo e o relatório de impacto ambiental que foram concluídos e encaminhados para análise do Ibama já contêm as informações necessárias para o GDF. Como, por exemplo, a identificação de pelo menos 400 construções, entre canis, churrasqueiras, piscinas e casas que precisam ser demolidas.
Ele diz que pelo menos 200 famílias precisam ser retiradas para que a regularização saia em definitivo. O presidente da associação também aponta que uma área em frente a Vicente Pires, localizada na pista da Estrutural, atrás do posto da Polícia Militar, está sendo negociada para a transferência das famílias. “O processo adiante é exatamente localizar a área para onde essas pessoas serão deslocadas e fazer a infra-estrutura dela. O cadastramento já está feito, não precisa fazer outro”, explica.
Enquanto a regularização parece estar longe de ser definida, o governo mantém a determinação de que ninguém pode construir na área. O aposentado Vivaldo Ferreira tinha feito um muro e um barraco há poucos dias, mas tudo acabou sendo demolido pela fiscalização.
“O governador Arruda falou que não podia levantar nada e que tinha que esperar. Eu não esperei porque estou vendo muita gente se instalar. Por isso, pensei que ele tivesse liberado um pouco. Decidi enfrentar também”, confessa Vivaldo.
Poços artesianos começam a ser lacrados
Adasa começa a lacrar poços artesianos de Vicente Pires
Diego Abreu Do CorreioWeb
Os 3,5 mil poços artesianos do Setor Habitacional Vicente Pires serão lacrados pela Agência Reguladora de Águas e Saneamento do Distrito Federal (Adasa). Um Termo de Ajustamento de Conduta (TAC), assinado em 2006 pelo Governo do Distrito Federal (GDF) e Ministério Público (MPDF), determina que os poços sejam fechados à medida em que a Companhia de Saneamento Ambiental do DF (Caesb) implantar rede de abastecimento de água na região. Desde o último dia 7, o trabalho de vedação é realizado em Vicente Pires. De acordo com o superintendente de Outorga da Adasa, Diógenes Mortari, 100 poços já foram lacrados desde então. A expectativa é de que, até o final do primeiro semestre de 2008, 80% deles já estejam fechados. Mortari destaca que os técnicos da agência não encontraram qualquer resistência dos moradores para executar a ação. “Receber água de boa qualidade era um anseio da comunidade que, em grande parte, já está recebendo água tratada da Caesb”, explica. O TAC prevê apenas duas exceções para a norma que determina a lacração dos poços. Será permitido o uso de água de cisternas e poços apenas nos casos de locais que possuem projetos de irrigação aprovados pela Secretaria de Agricultura e nos terrenos com área superior a 5 mil metros quadrados. Os donos de lotes que tiverem os poços lacrados pela Adasa estarão sujeitos a penalidades como multas, caso retirem o lacre e voltem a usar água de forma ilegal. Água contaminada A perfuração irregular de poços artesianos, cisternas e fossas favorece a contaminação do lençol freático. O GDF estima que 80% dos mais de 10 mil poços do DF são clandestinos. A irregularidade representa risco à população, pois em diversos casos a água é imprópria para o consumo humano. A contaminação por dejetos e substâncias tóxicas pode causar doenças nas pessoas que fazem o uso de água de cisternas. Em 2006, o Lago Oeste foi palco de grave problema causado pela contaminação da água retirada de poços. A presença de benzeno no líquido provocou doenças em dezenas de moradores da localidade. Escolas de diferentes cidades do DF já foram interditadas em virtude de a água estar contaminada. Os moradores de Vicente Pires também sofrem com o problema. Estudo realizado pelo GDF em 2006, confirmou que a água utilizada em diversos pontos do Setor Habitacional Vicente Pires estava imprópria para o consumo humano.
quinta-feira, 17 de janeiro de 2008
Projeto urbanístico do Vicente Pires
A notícia saiu no site da Seduma-DF.
VICENTE PIRES – Projeto urbanístico agiliza regularização
(15/01/2008 - 18:33)
O Comitê Gestor de Regularização se reuniu nesta terça-feira (15) para conhecer o Projeto Executivo do Setor Habitacional Vicente Pires e de sua expansão. Todo o projeto foi pensado seguindo orientações de preservação ambiental.
Entre os pontos importantes discutidos estão a preocupação com a remoção de pessoas que moram nas Áreas de Preservação Permanente (APPs) e próximas a veredas; a solução para o problema da drenagem pluvial; e os novos eixos para melhoramentos no sistema viário.
A área de transferência proposta fica na região de expansão do local, próxima ao Córrego Cana do Reino, onde existem chácaras que devem permanecer. O número de remoções será conhecido após um cadastramento que deve ser iniciado nos próximos dias. O trabalho será feito por fiscais e bombeiros, já treinados.
O problema de drenagem é comum aos moradores na época das chuvas. No local há 33 bacias importantes, entre outras nascentes de água. A idéia é preservar todas elas, transformando-as em parques e delimitando com ciclovias e pistas de cooper.
Para o sistema viário estão previstos novos trechos que vão melhorar o fluxo de veículos e o acesso e integração com outras regiões vizinhas — como Taguatinga, Águas Claras e Jóquei Clube. A implantação de aparelhos públicos será feita e foi estudada de acordo com o número de moradores da área, que chega a aproximadamente 60 mil pessoas.
As obras em Vicente Pires estão embargadas por falta de licenciamento ambiental, que deverá ser liberado pelo Ibama logo após a análise do Estudo de Impacto Ambiental/Relatório de Impacto ao Ambiental (EIA/RIMA). O resusltado deve ser concluído em 15 dias. O documento foi elaborado por uma empresa terceirizada e financiada pelos moradores.
A área sofre ainda com questões judiciais fundiárias, mas de acordo com Luis Antônio Reis, secretário interino da Seduma, essas não serão empecilho para o andamento das ações de regularização do local, uma prioridade do GDF. Todo o processo será avaliado pelos moradores.
Participaram da reunião representantes das secretarias de Obras, Justiça e Cidadania, Instituto do Patrimônio Histórico (IPHAN), Secretaria de Patrimônio da União, Gerência de Patrimônio da União e Ministério das Cidades. Assessoria de Comunicação Seduma
quarta-feira, 9 de janeiro de 2008
Casas à venda em Vicente Pires
Para tentar ajudar nessa empreitada, descobri um site de uma imobiliária (http://www.vicentepiresimoveis.com.br/), que pesquisando no Creci-DF econtramos apenas esses dados Nº 10895 Italo Regis Batista da Silva.
Nesse site há uma grande variedade de casas com os valores, a descrição detalhada e as fotos dos imóveis.
Há outra imobiliária com casas do Vicente Pires anunciadas na internet. É o http://www.rvlimoveis.com.br/, também com fotos e valores dos imóveis. Quem responde pelo site é o Keler Cavalcanti de Andrade - Creci nº 10657.
Este blog não tem nenhuma relação com nenhuma dessas imobiliárias e com os dados que elas divulgam, a intenção é apenas ajudar quem procura imóveis no Vicente Pires.
sexta-feira, 4 de janeiro de 2008
Turbo 2 Mega a 49,90/mês por 1 ano
O que importa é o seguinte: a BrT está com um plano do Turbo 2 Mega a R$49,90 mensal por 1 ano de fidelidade.
Pra quem já assina outro plano, é só ligar no 10314 pedir para falar na central de fidelização ou entrar na opção para cancelar o seu plano. Quando conseguir falar com a atendente, peça para trocar para o Turbo 2 mega a 49,90.
Quem não tem ADSL ainda, liga e pede pra falar no setor de fidelização, ou compra um dos planos que eles colocam à disposição e um dia depois liga pedindo para trocar de plano para o de 2 mega.
O legal é que a região do Vicente Pires suporta essa velocidade.
Outro dado importante é a necessidade de um roteador com suporte a essa velocidade, normalmente os com suporte a ADSL2.
Quem ainda duvida, olhe esse fórum http://www.adrenaline.com.br/forum/showthread.php?p=2966908
E tem mais, para quem paga provedor tipo Uol, BrTurbo, Terra, IG, Globo.com só para fazer a autenticação e quer gastar menos, pode conferir o plano da ADSL Residencial.
Eles cobram R$19,90 por 1 ano inteiro. O cadastro é feito pela internet e você pode testar por 3 dias antes de pagar o boleto bancário.
Viaduto EPTG até o final de abril
Notícia do Jornal de Brasília de 04/01/2008:
Obras de viadutos preocupam o GDF
Preocupado com um possível atraso, em função das chuvas, no cronograma de construção dos quatro viadutos da Estrada Parque Taguatinga (EPTG), o governador José Roberto Arruda visitou, ontem, as obras, uma das principais do programa Brasília Integrada. Arruda foi acompanhar de perto o andamento dos serviços de drenagem e ancoragem dos aterros, trabalho que fica paralisado em períodos chuvosos.
"É uma obra complexa porque o solo é muito úmido, frágil. O aterro é de grandes proporções. Embaixo existe uma adutora de grande porte e isso ensejou uma série de cuidados para não haver rompimento", explicou o governador.
"Por enquanto, o cronograma está sendo obedecido. Precisamos de uma estiagem para não sairmos do prazo e entregarmos a obra em 21 de abril. Quem olha de fora não percebe a dificuldade de se fazer", completou.
O Programa Brasília Integrada vai modernizar o sistema de transportes públicos do DF. Em dezembro de 2007, o Senado Federal autorizou o GDF a contratar empréstimo de U$ 176,7 milhões no Banco Interamericano de Desenvolvimento (BID) para aplicação no programa.
Como contrapartida ao empréstimo do BID, o GDF está investindo aproximadamente R$ 19 milhões na construção dos quatro viadutos e nos serviços de terraplenagem e pavimentação das vias. Essas intervenções objetivam desafogar o trânsito entre Taguatinga e Plano Piloto, além de facilitar o acesso à EPTG aos moradores do Park Way, Vicente Pires e Águas Claras.
Segundo Arruda, outras 17 obras deverão ser realizadas no eixo Taguatinga-Ceilândia. "Para melhorar os sistemas viário e de transportes, é fundamental investir nesses projetos", observou Arruda.
quinta-feira, 20 de dezembro de 2007
Violência em Vicente Pires
Bar, à noite, atrai bandido e provoca violência.
Notícia do Correioweb 20/12
Sargento é atingido em bar
Outro policial militar vítima de assaltantes foi o sargento Edson Souza de Oliveira, que era lotado no Centro de Formação de Praças (Cefap) da PM. Ele morreu com um tiro disparado à queima-roupa, enquanto se divertia. O crime ocorreu no Bar e Lanchonete Skema 10, localizado na Rua 10, Vila São José, em Vicente Pires.
Edson bebia uma cerveja com a namorada Michelle Bento da Silva, 26 anos, no estabelecimento próximo à sua casa, localizada na Rua 12 do mesmo setor. A proprietária do bar, o marido dela e mais um casal estavam no local. De repente, dois homens armados chegaram. Eles baixaram a porta de aço, trancaram as vítimas e anunciaram o assalto.
Os clientes correram para um cômodo nos fundos do bar, tentando se proteger. Segundo testemunhas, o sargento sacou a arma, mas esqueceu de abrir o coldre (compartimento onde se guarda a arma). O assaltante que estava armado disparou um tiro fatal contra o policial. O projétil transfixou o peito de Edson Souza e alojou-se na parede.
Os ladrões fugiram sem roubar nada. A PM foi chamada e chegou rápido ao endereço. Edson Souza foi levado ao Hospital Regional de Taguatinga (HRT), mas não resistiu aos ferimentos e morreu antes de receber atendimento médico.
SuspeitosDois suspeitos que tinham estacionado um Gol branco, na porta do estabelecimento, minutos antes do latrocínio, foram presos, mas liberados por não terem sido reconhecidos por Michelle e a dona do bar e lanchonete.
O delegado Gerardo Carneiro de Aguiar, chefe da 38ª DP (Vicente Pires), ouviu as testemunhas ontem. A cápsula da bala que matou o policial foi encontrada e está sendo analisada por legistas do Instituto de Criminalística da Polícia Civil. O resultado do laudo deve ser concluído em 15 dias.
Aguiar afirma que, com base nas descrições dos suspeitos, feitas pelas testemunhas, vai pedir ao Instituto de Identificação o retrato falado dos criminosos. "É prioridade da delegacia solucionar o latrocínio, que foi o primeiro caso ocorrido este ano em Vicente Pires", disse o delegado. O sargento era separado e deixa uma filha de 13 anos.
sexta-feira, 14 de dezembro de 2007
GDF anuncia, de novo, construção do Taguapark
Governo vai anunciar alterações urbanísticas em 14 áreas do DF
Do CorreioWeb 10/12/200718h55
A dois anos de comemorar seu cinqüentenário, Brasília vai passar por intervenções urbanísticas em 14 pontos que incluem algumas regiões administrativas. Em estudo desde maio deste ano, o planejamento foi feito pelo arquiteto, urbanista e ex-governador do Paraná, Jaime Lerner, e será apresentado nesta terça-feira, às 10h no Palácio do Buriti. Sob a consultoria da Secretaria de Desenvolvimento Urbano e Meio Ambiente (Seduma), Lerner delineou a efetivação de antigos projetos locais e criou outros. O conjunto leva o nome de “Projetos Urbanos Estratégicos – Brasília 50 anos". Dentre os planos mais adiantados, está a construção da via Interbairros, prevista no Plano Diretor de Ordenamento Territorial (PDOT) do DF desde 1997. A pista deve sair de Samambaia, passar por Taguatinga, Park Way, Guará e chegar ao Setor Policial Sul, no Plano Piloto, de onde vão partir algumas ramificações. Ao longo da via, haverá trechos de adensamento, com novas áreas comerciais e habitacionais. Parte da verba do projeto já está destinada. Outra proposta que deve pôr em prática um projeto que já deveria ter saído do papel é a construção do Taguaparque. O local deve abranger uma área que hoje abrange 1,3 milhão de metros quadrados entre Taguatinga e Vicente Pires e terá três ambientes para esporte, lazer e cultura. Um com ciclovias, espaços para caminhada e parquinhos infantis, outro com um museu e o terceiro será destinado a eventos, além de ter anfiteatros, mirantes e praças de alimentação. O Parque Burlemax, entre o Setor Noroeste e o Plano Piloto, também está inserido no pacote de intervenções. Dentro dele, haverá diversos outros espaços interativos, como o Museu do Índio e o Povo Brasileiro, que tratarão de temas históricos, ambientais e culturais. A avenida W3 Sul é outra região que sofrerá alterações. Devido à criação do Veículo Leve sobre Trilhos (VLT), as faixas da pista serão reduzidas em meio metro cada uma. Nas quadras 500, seis grandes estacionamentos serão substituídos por praças de entretenimento, enquanto o espaço para carros será em garagens subterrâneas. A Estrada Parque Indústria e Abastecimento (EPIA) também será revitalizada, assim como o Mercado Central de Ceilândia. Ainda serão apresentados, nesta terça-feira, projetos para a Orla e o Setor Comercial Sul e sobre mercados ambulantes diurnos e noturnos. Apesar de estarem encaminhados, os planejamentos ainda dependem de licitação, destinação de verbas e, na maioria dos casos, da criação de Parcerias Público-Privadas (PPPs).
quinta-feira, 6 de dezembro de 2007
Impasse no EIA/Rima do Vicente Pires
"Impasse no Eia-Rima, técnico, econômico ou político?
Com mais de sete 'idas e vindas', o estudo de impacto ambiental e o relatório de impacto ambiental (EIA-Rima) de Vicente Pires ainda não foi aprovado. Mas a demora não parece ser apenas técnica. No que consta na Arvips, vários ofícios com respostas da entrega e análise do EIA-Rima já foram feitas.
A Arvips espera respostas das novas solicitações feitas pelo IBAMA ao EIA-Rima. A empresa contratada manifesta surpresa com tantas exigências, algumas não técnicas, já que mais de 40 projetos já foram aprovados por eles. A diretoria da Arvips acompanha cada detalhe deste processo, e manterá informado através do jornal de Vicente Pires."
Só agora o DER percebeu que sem acostamento a EPTG pára
CorreioWeb 06/12/2007
Os problemas de contenção de veículos na Estrada Parque Taguatinga-Guará (EPTG), principalmente em horários de pico e quando chove no local, devem ser minimizados em poucos dias. É o que o Departamento de Estradas de Rodagem (DER/DF) espera com as medidas paliativas que passou a adotar desde esta quarta-feira para diminuir os transtornos causados na via. Os problemas de engarrafamento no trânsito aumentaram após o início da construção de quatro viadutos na via, nas saídas de Águas Claras e Vicente Pires. A servidora pública Maria Abadia Lopes precisa utilizar a pista diariamente. Todos os dias, 150 mil veículos das cidades de Ceilândia, Taguatinga, Guará e Samambaia passam por lá. Ela conta que, por volta das 19h, o trânsito na região fica praticamente parado. “É horrível. Às vezes, eu prefiro pegar a Estrutural, porque na EPTG o trânsito não flui do Guará até o desvio das obras. Quando um carro dá problema ou um ônibus pára, é outro transtorno, porque não tem onde parar sem atrapalhar o trânsito”, aponta. Para esse tipo de problema, o DER quer criar um recuo fora da pista para os ônibus pararem. Hoje, eles usam a terceira faixa de rolamento, atrapalhando o fluxo de veículos quando param. Esse recuo será criado entre o Park Way e a saída para a EPTG. Entre as propostas já em andamento, está o aumento do tempo do sinal verde do semáforo próximo à entrada do Park Way e Arniqueiras. O tempo agora será de cinco minutos, não mais de quatro. Os pedestres terão apenas 20 segundos para atravessar. “Acho que essas medidas vão ajudar, sim. Pior não dá pra ficar”, avalia Maria Abadia Lopes. Em função das fortes chuvas que têm caído ultimamente, o DER estuda também criar uma nova rede coletora, que vai desviar o fluxo das águas pluviais vindas da região de Vicente Pires para o córrego Vicente Pires. Segundo o DER, não há previsão de até quando essas propostas entrarão em vigor. A intenção é avaliar se surte efeito e se for o caso mantê-las.
quinta-feira, 8 de novembro de 2007
Pardal na estrutural multa no sentido inverso também
Tradicionalmente, os pardais instalados na Estrutural nunca registraram multas dos carros que transitam na contramão. Mas este, registra as velocidades nos dois sentidos. É tão verdade que as fotos vêm com a frente do carro, como ocorre com as barreiras eletrônicas.
Todo cuidado é pouco, já que na via inversa da Estrutural é muito fácil ultrapassar os 80 km/h.
quinta-feira, 25 de outubro de 2007
Novo Mapa Rodoviário do DF
É um arquivo PDF com 5,6 MB de tamanho, então quem usa acesso discado vai precisar de muita paciência até abrir o arquivo por completo.
Há ainda a face 2 do Mapa que abrange a Região Integrada de Desenvolvimento do DF e Entorno. Nesse mapa de 4,4 MB, temos uma tabela com todas as distâncias entre as cidades do DF e do Entorno.
Por exemplo, Luziânia está a 58 km de distância da Rodoviária de Brasília. Unaí está a 180 km.
Avaliação de terras da União.
Ministério Público Federal questiona preço da gleba do condomínio Vivendas Lago Azul
Cecília de Castro Do CorreioWeb
Um mês depois de a Secretaria de Patrimônio da União (SPU) anunciar a venda do Condomínio Vivendas Lago Azul, no Colorado, o Ministério Público Federal (MPF) pediu a apuração da legalidade da metodologia utilizada para avaliação do parcelamento. Os procuradores da República Ana Paula Mantovani Siqueira, Francisco Guilherme V. Bastos e Pedro Nicolau Moura Sacco – responsáveis pela apuração – alegam que, por se tratar da primeira venda de condomínio em terras da União, o modelo poderá ser estendido a outros parcelamentos. Por isso, justifica-se a importância de uma reavaliação. Apesar da notícia, a síndica do condomínio e presidente da União dos Condomínios Horizontais (Unica), Júnia Bittencourt, diz concordar com a decisão do MPDF. “O Ministério Público tem toda a razão em fazer uma análise profunda. Porque o Lago Azul servirá de exemplo para todos os outros parcelamentos, como o de Vicente Pires. E, para nós, a análise do MPDF representa uma segurança jurídica”, afirma. Sob a possibilidade de aumentar o preço da gleba Júnia diz está tranqüila. “Não acredito que haja nova avaliação. A União não investiu um centavo no nosso parcelamento, ao contrário do GDF que construí ponte e duplicou vias a ainda promoveu a regularização. No nosso caso todos os gastos com a regularização serão custeados por nós”, afirma. Júnia ainda defende que o preço cobrado pela União é o de mercado “Conheço bem a avaliação técnica da Caixa Econômica Federal (CEF) e estou bem tranqüila. Foram quatro meses de avaliação e foi levado em consideração tudo em volta. Não queremos prejuízo para os moradores, assim como também para a União”, completa. A gleba do condomínio de 21,4 hectares foi avaliado em R$ 53 milhões. Como o parcelamento tem 170 lotes, cada condômino pagará, em média, R$ 31 mil. As formas de financiamento ainda não foram estipuladas. “Por lei, são 48 parcelas com juros de 10% ao ano. Mas já solicitamos à SPU pelo menos 60 parcelas. Mas ainda não temos nada de concreto”, diz. No momento, os moradores estão aguardando a apresentação do contrato de compra e venda para prosseguir o processo de venda. O prazo para a SPU termina daqui a cinco meses. Após a assinatura, os moradores pagarão a caução no valor de R$ 530 mil para depois iniciarem o financiamento. Após a regularização fundiária, ainda será necessário fazer o projeto urbanístico e ambiental - que será pago pelos condôminos - para a completa regularização do parcelamento.
Material de construção sem nota.
24/10/2007 - 19:23:22
Do Jornal de Brasília
Seis caminhões lotados de material de construção foram apreendidos hoje por policiais da Delegacia da Ordem Tributária (DOT), em Vicente Pires, em ação desenvolvida com a Receita Federal do DF. Seis pessoas foram presas e responderão por crime contra a ordem tributária.Segundo o delegado João Feitosa, da DOT, esta é a segunda ação do gênero em Vicente Pires e outras serão realizadas em caso de necessidade. As pessoas presas, cujos nomes não foram divulgados, estavam vendendo o material de construção de forma irregular, sem nota fiscal. O material apreendido, entre os quais brita, tijolos e areia foi recolhido à Divisão da Receita de Fiscalização Itinerante e só poderá ser retirado se for apresentada nota fiscal.Os presos assinaram Termo Circunstanciado e responderão ao processo em liberadade. Se condenados, podem pegar pena que varia de seis meses a dois anos.
segunda-feira, 1 de outubro de 2007
Água da Caesb
Notícia do Jornal de Brasília de 23/09/2007
Arruda inaugura sistema de abastecimento da Caesb que põe um fim ao uso de poços artesianos pelos moradores da antiga colônia agrícola
Raphael Veleda
Foram mais de 20 anos buscando água em poços artesianos, prática que comprometia o lençol freático, também ameaçado pela contaminação das fossas próximas. Mas isso acabou. Os moradores de Vicente Pires já podem ir ao escritório da Caesb, ao lado da Feira do Produtor, e solicitar a ligação da rede de água potável, inaugurada ontem pelo governador José Roberto Arruda. Mais de 400 quilômetros de canos estão instalados para atender toda a cidade. Dois reservatórios também foram entregues ontem, após a liberação da licença ambiental por parte do Ibama. É mais um passo no processo de regularização de Vicente Pires, que depende ainda da derrubada de 500 a 800 casas da região.
Essas construções não podem continuar existindo porque estão em Áreas de Proteção Permanente (APPs), próximas ou mesmo sobre nascentes e córregos aterrados. Sua permanência impossibilita a liberação da licença ambiental, a construção de esgotos, asfalto e a própria regularização fundiária. "Existe um compromisso com o governo de retirar essas populações que prejudicam o meio ambiente em todo DF, não apenas em Vicente Pires", afirma Francisco Palhares, superintendente do Ibama em Brasília.
Quem for desalojado poderá se mudar para uma área pertencente à União em Vicente Pires mesmo. "Temos de ver logo quem vai ser transferido para seguir com o processo de regularização. E vai ser aqui para que a comunidade permaneça unida", argumenta a titular da Secretaria do Patrimônio da União (SPU), Alexandra Resch. As casas em lugares irregulares não terão a ligação de água. Sua presença pode inclusive prejudicar os vizinhos, segundo Arruda. "Na Rua 3, Chácara 43, por exemplo, existem 70 casas e uma está em APP. Para ligar as outras 69 tem de tirar essa. Eu não quero passar o trator, mas se precisar vou fazer isso", garante.
O governador se comprometeu com os moradores a finalizar as ligações em 30 dias, mas para isso todos precisam fazer o cadastramento no escritório da Caesb. "Vai ser ligado em até 30 dias e a taxa é de R$ 160, dividida em até 10 vezes", explica Fernando Leite, presidente da empresa. Os moradores, porém, não poderão optar por continuar com a água dos poços artesianos. "À medida que formos ligando, vamos lacrar os poços", avisou Leite.
Dois reservatórios com capacidade para estocar seis milhões de litros cada foram inaugurados junto com 400 quilômetros de tubulação. Os moradores de Vicente Pires serão abastecidos com água da represa do Descoberto. A estimativa é fazer 14 mil ligações.
Legalização a caminho
Aproveitando a presença do superintendente do Ibama, Francisco Palhares, moradores de Vicente Pires pediram ao governador que entregasse a ele a última versão do Estudo de Impacto Ambiental/Relatório de Impacto Ambiental (EIA/Rima), necessário para a liberação da licença ambiental do local. "Não é a primeira vez que é entregue e se o Ibama achar que precisa fazer mais alguma coisa, o GDF vai assumir essa responsabilidade", afirmou Arruda.
Palhares, do outro lado, prometeu atenção especial ao caso. "Acredito que em 15 ou 20 dias terei uma definição", declara. Após a liberação, o governo terá condições de construir o sistema de esgoto e o asfalto. A licença é também indispensável no processo de regularização fundiária.
Vicente Pires está localizada em terras públicas, tanto da União quanto da Terracap. As autoridades garantem, no entanto, que isso não será fonte de atraso no processo. "Estamos em reta final na verdade. Esta semana mesmo vamos nos reunir com o secretário Cássio Tanigushi (de Desenvolvimento Urbano e Meio Ambiente), para acertar mais coisas", adianta Alexandra Resch, da SPU.
quarta-feira, 5 de setembro de 2007
Terrenos em 120 meses, juros de 3% + IGPM
Compra fica mais fácil
Arruda atende a apelo de moradores e, agora, financiamento de lotes pela Terracap poderá ser feito em dez anos, com juros bem menores
O governo atendeu ao pedido dos moradores e mudou mais uma vez as regras para a regularização dos condomínios. A alteração ocorreu no modo de financiamento, que agora será feito pela Terracap em 120 meses – antes eram 48 meses –, sem entrada e com juros bem menores do que os programados anteriormente pela empresa e também pelo BRB. Outra reivindicação dos condôminos, que é a ampliação do prazo de adesão pela venda direta até a conclusão da ação judicial que definirá a posse da terra, não foi atendida. O prazo se encerra no dia 2 de outubro. Hoje, quatro pessoas optaram pela compra direta. Já são 30 no total.
Notícia completa aqui.
Big Brother DF
Invasões em condomínios do DF serão monitoradas via satélite
Gizella Rodrigues
Do Correio Braziliense
Dpois de definir as regras para a regularização dos condomínios e dar início à venda direta, o governo local se debruça no cumprimento de outras cláusulas do Termo de Ajustamento do Conduta (TAC) firmado com o Ministério Público no final de maio. A Secretaria de Desenvolvimento Urbano e Meio Ambiente (Seduma) publicou o edital de licitação para contratar uma empresa que fornecerá imagens aéreas dos parcelamentos. A contratação permitirá a ampliação do monitoramento por satélite das ocupações irregulares. Os envelopes serão abertos no próximo dia 13, às 10h, na sede da Seduma, no Setor Comercial Sul. Até o fim do ano, o governo espera fiscalizar ainda mais de perto todo o DF. O contrato será válido por um ano e deve custar cerca de R$ 230 mil anuais ao governo. O objetivo do monitoramento é impedir a grilagem de terras no DF e conter o avanço dos parcelamentos já existentes. Atualmente, a Seduma já tem imagens de satélite da Estrutural; de Vicente Pires; dos condomínios Pôr-do-Sol e Sol Nascente, em Ceilândia; Porto Rico, em Santa Maria; e de condomínios da Área de Proteção Ambiental (APA) do São Bartolomeu. Ao término da licitação, novas fotografias serão tiradas e comparadas com as existentes. O governo promete derrubar todas as edificações erguidas após 31 de dezembro de 2006. A implementação do monitoramento é exigência da cláusula 32ª do TAC. O MP estabeleceu o prazo de um ano e meio para o governo colocar o sistema em prática em todo o DF. De acordo com o documento, o projeto piloto deve abranger as áreas do Setor Habitacional Vicente Pires, do Setor Habitacional Sol Nascente, da Vila Estrutural, do pólo JK e dos Setores Habitacionais Jardim Botânico e São Bartolomeu. Além disso, a Seduma deve permitir que o MP e outros órgãos do governo consultem o sistema. Apesar da prioridade dessas áreas, todo o DF será vigiado. O contrato feito com a empresa deixará as áreas a serem monitoradas em aberto. As imagens serão solicitadas de acordo com a necessidade da Seduma e podem mudar de dimensões, localização e época. A idéia do governo é repetir as fotografias a cada dois ou três meses. A mais nova será sobreposta à mais antiga e, dessa forma, os técnicos podem ver com clareza novas casas construídas no intervalo de tempo. Novas edificações serão embargadas, derrubadas e excluídas do processo de regularização.
segunda-feira, 27 de agosto de 2007
Ciclovia do Taguapark iluminada.
Ciclovia e pista de cooper ganham iluminação(24/08/2007 - 20:21)
Durante o encerramento do Governo nas Cidades em Taguatinga, o governador José Roberto Arruda estreou a nova iluminação, instalada na ciclovia e na pista de cooper do Taguapark. Foram investidos R$ 121 mil. O governador assinou ainda duas ordens de serviço: uma autorizando obras de drenagem no Taguapark e em 25 quadras da cidade, orçadas em R$ 71 mil, e a segunda determinando o remanejamento das linhas de transmissão da rede elétrica, no valor de R$ 200 mil.
Projetado pelo urbanista Jaime Lerner, ex-governador do Paraná, o Taguapark está em uma área de 190 hectares e será um espaço para proporcionar qualidade de vida à população de Taguatinga e Vicente Pires. O projeto de Lerner prevê equipamentos como um anfiteatro natural e um centro olímpico. “Fazer este parque é defender o futuro da nossa cidade”, disse Arruda.
O centro olímpico será batizado com o nome do atleta brasiliense Joaquim Cruz. Elita Carvalho Cruz, irmã do atleta, esteve presente à cerimônia de inauguração da iluminação da pista de cooper. “O centro olímpico incentivará crianças carentes, como ele foi um dia, a praticar esportes”, Arruda.
quinta-feira, 26 de julho de 2007
Gangue assalta casa e bar em Vicente Pires
Quatro homens armados fizeram sete pessoas reféns e assaltaram uma residência e um bar, na noite de ontem (24), em Vicente Pires. Segundo informações fornecidas pela 38ª DP (Vicente Pires), o bando invadiu uma residência localizada na Rua 4 da Região Administrativa, por volta das 20h, fez uma família refém e, depois de colocar vários objetos de valor em três carros das vítimas, fugiu ao ouvir o grito de um vizinho.Instantes depois, o mesmo bando entrou em um bar na Rua 3, rendeu o proprietário, um funcionário e um cliente, prendeu-os no banheiro e fugiu com aproximadamente R$ 1 mil em dinheiro, uma televisão de LCD, celulares e documentos das vítimas em um carro. Segundo o delegado-chefe da DP, Gerardo Carneiro, há indícios de que os assaltantes sejam da Estrutural. “Temos indicações de nomes, mas não podemos divulgar para não atrapalhar as investigações. Equipes da SIC estão nas ruas e a qualquer momento os assaltantes podem ser presos”, prometeu o delegado, informando que dois deles já têm passagens pela polícia e um dos envolvidos pode ser adolescente. (L.R.M).
terça-feira, 10 de julho de 2007
Decisão do TJDF sobre iluminação dos condomínios.
CEB pode cobrar pelo serviço de iluminação de área interna de condomínio
Não é ilegal a cobrança dos serviços de fornecimento de energia elétrica nas vias de circulação interna de condomínio de área privada. Com esse entendimento, a 1ª Turma Cível do TJDFT permitiu que a Companhia Energética de Brasília (CEB) cobre do Condomínio Porto Vitória, localizado na Chácara 102 da Colônia Agrícola Vicente Pires, o serviço de iluminação da sua área interna, bem como a Contribuição de Iluminação Pública (CIP) nas faturas em aberto a partir de 1º de janeiro de 2005. A decisão unânime foi proferida na sessão desta quarta-feira. A Associação dos Moradores da Chácara 102 ajuizou Mandado de Segurança contra ato do presidente da Companhia Energética de Brasília, alegando que a CEB cobra diretamente do condomínio a Contribuição de Iluminação Pública sem nenhum critério de medição de consumo, além de efetuar a cobrança dos condôminos por meio de faturas individualizadas da CIP. Afirma que recebe fatura em nome da associação em que também consta a cobrança da CIP. Sustenta que a cobrança é feita em desacordo com as normas legais, de forma abusiva. A CEB alega que não pode arcar com os custos da iluminação coletiva interna do condomínio que foi construída pela Associação dos Moradores da Chácara 102 e a ela pertence. O Distrito Federal também contesta as alegações da associação, defendendo a estrita observância da legislação aplicável ao caso pela CEB. Ressalta que a área interna do condomínio é uma área particular de uso comum dos condôminos, não sendo considerada área pública. Diz, ainda, que o condomínio enquadra-se na definição de contribuinte prevista na legislação específica. Para a 1ª Turma Cível, o fato de a associação de moradores construir toda a rede de iluminação interna e doá-la para a CEB não torna pública a área de uso comum dos condôminos. Segundo os desembargadores, o § 2º do artigo 4-A do Código Tributário Distrital introduzido pela Lei Complementar 699/2004 elegeu o titular ou responsável por unidade consumidora constante do cadastro da concessionária de distribuição de energia elétrica como sujeito passivo da CIP, definição legal na qual se enquadram as unidades do condomínio consumidoras do serviço.
Nº do processo: 2005.01.1.090675-4
terça-feira, 3 de julho de 2007
Desvio na EPTG ainda sofre mudanças.
Maria Carolina Lopes
Do CorreioWeb de 3/7/07
Um trecho da Estrada Parque Taguatinga (EPTG), fechado na última semana para obras de construção de quatro viadutos, poderá ser liberada exclusivamente para circulação de ônibus. A Companhia de Polícia Rodoviária (CPRv) abriu nesta terça-feira 500 metros da pista bloqueada no sentindo Taguatinga/Plano Piloto para realizar testes. “É um trecho da EPTG onde as obras ainda não chegaram. Estudamos a possibilidade de deixar esses 500 metros abertos para a passagem apenas de ônibus até que as obras avancem”, explica o comandante da CPRv, major Glaumer Lespinasse. O trecho bloqueado da EPTG, no sentido Taguatinga/Plano Piloto, tem aproximadamente 1,2 km. Se a polícia abrir a parte ainda sem obras, o desvio passará a ter 700 metros. O trânsito fluiu normalmente na altura das obras nesta terça-feira. “Mas é preciso cautela, hoje também não tivemos engarrafamentos em nenhuma via com acesso ao Plano. Vamos estudar melhor para ver se a medida é viável e segura”, pondera o comandante. De acordo com Lespinasse, se a reabertura do trecho for aprovada, apenas ônibus poderão usar o trecho. “Os ônibus desembarcariam os passageiros na pista, o que diminuiria os engarrafamentos no desvio. Depois eles voltariam à pista marginal junto com os outros carros”, explica Lespinasse. Atenção O comandante, no entanto, não confirma se os testes continuarão nesta quarta. “Pedimos atenção dos motoristas para que permaneçam do lado direito da via para pegar o desvio, já que amanhã o trecho liberado pode estar novamente fechado”, alerta. Os trechos próximos às saídas de Vicente Pires e Águas Claras estão bloqueados desde o último dia 18 para a construção de quatro viadutos. As obras devem ficar prontas em um ano.
